Em meio a mudanças no Exército, campanha destaca o cuidado com a saúde mental e o combate ao estigma dentro do ambiente militar
Ao longo do mês de janeiro, o tema da saúde mental ganha destaque no Exército Brasileiro com ações alinhadas à Campanha Janeiro Branco, movimento nacional que propõe ampliar o debate sobre bem-estar psicológico, autocuidado e prevenção ao sofrimento emocional.
Com foco no ambiente militar, a iniciativa busca estimular reflexões sobre equilíbrio emocional, relações interpessoais e a importância de procurar ajuda profissional diante dos primeiros sinais de adoecimento mental. A proposta é tratar a saúde mental como parte essencial da qualidade de vida e do desempenho profissional, rompendo tabus e incentivando o diálogo.
O Exército dispõe de uma rede de saúde e assistência social que atua na prevenção e no acompanhamento de demandas emocionais, integrando ações voltadas ao acolhimento e à escuta ativa. Essas iniciativas acompanham transformações vividas pela sociedade e também pelo meio militar, onde fatores como pressão, rotina intensa e exigências operacionais podem impactar o bem-estar psicológico.
A campanha também se articula a programas internos de valorização da vida e de promoção de ambientes de trabalho mais seguros e respeitosos. O debate ganha ainda mais relevância em 2026, ano marcado pela incorporação de mulheres como recrutas, o que reforça a necessidade de espaços livres de assédio, com relações saudáveis e atenção às questões emocionais.
Entre os principais objetivos do Janeiro Branco está a ampliação do entendimento sobre saúde mental, que vai além da ausência de transtornos. A campanha estimula reflexões sobre emoções, vínculos sociais e projetos de vida, além de incentivar a busca precoce por orientação especializada, antes que o sofrimento se agrave.
Especialistas destacam que hábitos simples podem contribuir significativamente para o equilíbrio emocional, como a prática regular de atividades físicas, alimentação adequada, sono de qualidade, convivência social positiva e contato com a natureza, aliados a um ambiente profissional colaborativo.
A relevância do tema é reforçada por dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontam que mais de um bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno relacionado à saúde mental. Os números evidenciam que o desafio é global e atravessa diferentes contextos, inclusive o militar.
Ao aderir ao Janeiro Branco, o Exército se soma a um movimento mais amplo de conscientização, aproximando o debate sobre saúde mental das rotinas de trabalho e destacando a importância da prevenção e do cuidado contínuo como fatores essenciais para o bem-estar individual e coletivo.
Com informações e imagens do EB
Respostas de 25
Saúde mental dos pracinhas e pensionistas se chama contra cheque o restante e balela pra encher linguiça. Comandantes políticos tropa fraca. Braço forte! Geladeira vazia!
Saúde mental é contracheque justo para todos… Janeiro branco… Contracheque vermelho e a coisa preta para o pracinha no banco… 💸💸💸💸
A eterna hipocrisia da “família militar”. Sgt está à míngua juntamente com suas famílias. E ninguém do comando se importa.
Sargentos de Manaus estão sofrendo com suas famílias ajudaaaaaaaaaaaaa
Melancias🍉🍉🍉vaciloes, só repor as perdas LINEAR desde 1° Set 2016. Vao acordar quando heim !!! Por acaso vivem numa bolha, em um País sem inflação.😡😡😡
Braço forte dentro da caserna, mao amiga para os civis e politicos canalhas, que em sua maioria odeiam militares, principalmente os esquerdopatas lelés da cuca. 🤮🤮🤮
Por essa lógica, rasa, os militares que afagam civis são de esquerda.
Então, a maioria da Força é de esquerda.
Você deve ser um dos poucos destros.
a saude mental se resolve facil ,e so da um aumento justo, q o militar para d pensar nas dividas nas contas q bate a porta todo dia , e ñ tem dinheiro suficiente ,ñ precisar se endividar no consiguinado ,isso e saude mental ,mais enquanto o governo so pensa nos superiores com altos aumento salarial enquanto o resto da tropa se afunda , ñ vai adiantar nada esse tal estudo ou preocupação mental dos militares ,aqueles q conseguem sair dar a sua baixa meu parabens e muito boa sorte mais aqueles q perdem suas vidas esperando dia melhores deixo aqui o meu lamento a dor de seus familiares , so ñ se iludam q o governo ou algum politico vai resolver isso pq ñ vai pode ter certeza, isso d preocupação com saude mental e so balela
O baixíssimo nível de escolaridade evidenciado nos comentários justifica não haver qualquer necessidade de reajuste.
Esse papo furado de ambiente salutar… De amizade… Companheiro… Lealdade… Camaradagem… Empatia… É tudo conversa fiada para iludir recruta antes da incorporação… O ambiente militar é o pior possível… O que impera é a cultura do quanto pior… Melhor… 35 anos de expediente cá caserna equivale a uns 50 anos na iniciativa privada. O exército brasileiro é uma instituição de
Muçuranas… Onde a trairagem caminha ombro a ombro durante toda a jornada castrense… É talvez a única instituição onde vc não faz amigos… Apenas colegas de trabalho…
Quando participava de reuniões e escutava comandante de OM, seja ele oficial general ou um oficial qualquer, dizer a expressão: FAMÍLIA MILITAR, ficava pensando como eu pude ingressar em uma instituição tão hipócrita, tão dissimulada. Do tempo que passei na caserna jamais observei um comandante militar, de qq instância, executar uma ação pensando no bem estar de seus subordinados e é claro, de seus familiares. A ideia é sempre prejudicar, dificultar, atrasar, e menosprezar a vida que leva o subordinado, isso também em todas as esferas, não são apenas os oficiais, muitos praças mais antigos tbm sentiam um perverso prazer em observar seu subordinado em situações difíceis. A formação militar torna o militar perverso, egoísta e sem qq tipo de empatia com seu semelhante.
Toda essa palhaçada de janeiro branco deveria ser cobrada de que está no comando de uma unidade, pq o inferno começa por um comando negligente e parcial. Esse papo de saúde mental, apoio social, dicas e palavras jogadas ao vento de nada resolve a situação atual pela qual passa a tal da “Família Militar”. Mais consciência e menos hipocrisia.
Ver a banda treinando a semana toda o Hino de futebol do Comandante é um absurdo. estão procurando um esconderijo para banda ficar camuflada e quando o 01 chegar a banda surpreender com o hino no dia do aniversário. Adjunto de Comando passando lista de colaboração para comprar presentes e ainda tem a cara de pau de falar: vamos ajudar que o conceito está chegando. Um ambiente horrível. 4,5% de aumento. O coveiro da minha cidade é Sgt QE da reserva e Falou que recebe líquido R$ 4.600 é quando tem enterro noturno ele recebe um extra. O problema de saúde mental muitos é por causa do financeiro. Deixar a família em casa sem alimentos e ter que aguentar a soberba de alguns superiores não tem quem aguente.
O ambiente militar é o que pode haver de pior para a saúde mental.
A maioria dos militares é tosco, iletrado, limitado, preconceituoso e indiferente.
Superiores arrogantes adoecem a tropa.
30 senta um dois de pé um dois e 2 horas de posição de sentido na chuva e ta resolvido probleminhas psicologicos dessa geração de milicos frouxos bunda mole
Rapaziada!
Essa campanha é destinada ao pessoal da ativa, então não viajem na maionese.
Se houver alguma melhora, será para quem ainda está trabalhando.
O problema da reserva é achar que pode opinar em assuntos que dizem respeito apenas ao pessoal da ativa.
Falar em saúde mental no exército chega a ser uma piada pronta. O militar tirar um sv de 24h e ainda cumprir o expediente é desumano. Independente se era pior ou melhor no passado. O civil trabalha 40 horas semanais, nós em tempo de paz, com foco apenas em formaturas e faxinas trabalhamos 32h em dois dias, na semana 56, para aqueles abençoados que tiram apenas 1 por semana. Soldado na 48, tem carga horária semanal de 72h. Isso sim é ser desumano, não existe um militar que concorra a escala de sv que é contra a liberação do expediente após o sv.
O colega falou tudo. Nada mudou, nada mudará.
Saúde mental como?
“IMPOSSÍVEL”!
Os Praças Graduados das três Forças Armadas estão com praticamente 70% dos seus vencimentos comprometidos em Empréstimos Consignados e a Alta Cúpula ainda quer saúde mental desses guerreiros?
Eu apoio o êxodo em alta escala nas FFAA, pois não vale mais a pena ser Praça Graduado nas FFAA!
Querer saúde mental da tropa, é querer atualmente o impossível!
Todo esse parecer, essa falsa preocupação que tentam demonstrar, não passa de pura hipocrisia!
O Exército nada mais é que uma linha de produção de psicopatas.
Janeiro branco! Contas no vermelho!
Janeiro negro para todos os estamentos inferiores, aposentados e pensionistas. E tem otário que acredita que o possante exército brasileiro está realmente preocupado com seus recursos humanos. Procure um consulta no Fudex ou visite uma OM e poderá constatar a preocupação da instituição com seus militares. O que prevalece nas unidades militares é a cultura do quanto pior, melhor.
“Ao aderir ao Janeiro Branco, o Exército se soma a um movimento mais amplo de conscientização, aproximando o debate sobre saúde mental das rotinas de trabalho e destacando a importância da prevenção e do cuidado contínuo como fatores essenciais para o bem-estar individual e coletivo.”
Hipócritas, mil vezes hipócritas!!!
Canalhas, mil vezes canalhas!!!
O Exército brasileiro, melhor Exército do Brasil é uma Fake News.
Concordo em gênero, número e grau!