Sismo ocorrido em janeiro de 2010 vitimou 18 militares do Exército
Brasília – Há 16 anos, uma tragédia marcou profundamente a história do Haiti e também a do Exército Brasileiro. Em 12 de janeiro de 2010, um terremoto de magnitude 7 atingiu a capital haitiana, Porto Príncipe, deixando mais de 1,5 milhão de pessoas desabrigadas e provocando a morte de mais de 200 mil vítimas. Entre elas, estavam 18 militares do Exército Brasileiro que integravam a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH).
Na data que rememora mais um ano do desastre, o Exército Brasileiro presta homenagem à memória daqueles que inscreveram seus nomes na história da Força por meio do sacrifício das próprias vidas, cumprindo a missão de servir à paz e à solidariedade internacional.
À época do terremoto, o contingente brasileiro da MINUSTAH passava por um processo de rodízio entre o Comando Militar do Sudeste e o Comando Militar do Leste. Além dos 18 militares, outras quatro pessoas brasileiras também perderam a vida na tragédia, entre elas a médica e coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.
Mesmo diante da devastação, os militares brasileiros atuaram de forma ininterrupta nas operações de busca e resgate de vítimas e na remoção de escombros. Posteriormente, o Exército integrou o esforço internacional de ajuda humanitária, com a distribuição de alimentos, apoio logístico e atendimento médico à população haitiana. A atuação brasileira no país prosseguiu até 2017, contribuindo para a estabilização e reconstrução do Haiti após o desastre.
Em homenagem aos militares brasileiros que tombaram no terremoto, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio de Janeiro, inaugurou o “Memorial Haiti”.
O monumento reúne os nomes dos 18 heróis mortos na tragédia, todos promovidos post mortem aos postos e graduações subsequentes, como forma de reconhecimento eterno por sua dedicação e coragem.:
– Coronel Emilio Carlos Torres dos Santos
– Coronel João Eliseu Souza Zanin
– Tenente-Coronel Marcus Vinicius Macedo Cysneiros
– Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho
– Major Márcio Guimarães Martins
– 1º Tenente Bruno Ribeiro Mário
– Subtenente Raniel Batista de Camargos
– 2º Sargento Davi Ramos de Lima
– 2º Sargento Leonardo de Castro Carvalho
– 3º Sargento Rodrigo de Souza Lima
– Cabo Douglas Pedrotti Neckel
– Cabo Washington Luiz de Souza Seraphim
– Cabo Ari Dirceu Fernandes Júnior
– Soldado Tiago Anaya Detimermani
– Soldado Antonio José Anacleto
– Soldado Felipe Gonçalves Júlio
– Soldado Rodrigo Augusto da Silva
– Soldado Kleber da Silva Santos
Com informações do EB
Respostas de 4
Mano, palavra herói carrega um peso histórico e moral profundo. Ela não se refere simplesmente a alguém que morre em determinada circunstância, mas sim àquele que, diante do perigo, age com coragem extraordinária, coloca a vida em risco consciente para salvar outras pessoas ou defender valores maiores que si mesmo.
Quando se chama de heróis pessoas que foram vítimas de uma fatalidade, como no caso dos militares brasileiros mortos no terremoto do Haiti enquanto estavam em horário de descanso, o termo perde sua força. Não houve ali um ato heroico, houve uma tragédia. O reconhecimento da dor e da perda é legítimo, mas transformar qualquer vítima em “herói” é um desvio semântico que enfraquece o valor da palavra. Arregooooooo !!!!
Papo de esquerdista, seus heróis morreram de overdose.
Eu sou militar e odeio a esquerda, e sua conversa é de quem não sabe o significado de Heroísmo. Vou citar alguns:
• Heley de Abreu Silva Batista (2017) – Professora que morreu tentando salvar crianças durante o incêndio criminoso na creche Gente Inocente, em Janaúba (MG).
• Katia Aparecida de Oliveira (2019) – Funcionária da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), que morreu protegendo alunos durante o atentado armado.
• Marilena Ferreira Vieira Umezu (2019) – Coordenadora pedagógica da mesma escola em Suzano, também morta ao tentar defender estudantes do ataque.
Você deveria lavar a boca antes de falar tanta asneira.
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