Com capacidade de reação limitada, resistência venezuelana dependeria quase exclusivamente de estratégias como defesa aérea pontual e guerra de guerrilhas
Efetivos e estrutura das Forças Armadas
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Soldados ativos: ~123 mil
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Milicianos: ~220 mil
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Reservistas: ~8 mil
👉 Apesar dos números, especialistas afirmam que:
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Há alto índice de deserção
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Pouco treinamento regular
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Falta de manutenção e peças de reposição
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Grande parte das milícias não está armada
Segundo James Story (ex-diplomata dos EUA), o Exército venezuelano é hoje “uma sombra do que já foi”.
Poder aéreo
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Caças Sukhoi Su-30 (Rússia): cerca de 20 adquiridos em 2006
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Alguns ainda operacionais
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São os aviões mais avançados da região
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F-16 (EUA): comprados nos anos 1980
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Apenas 1 ou 2 ainda funcionariam
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👉 Insuficientes para enfrentar a aviação dos EUA, que tem superioridade total em:
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número de aeronaves
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sensores
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guerra eletrônica
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reabastecimento aéreo
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coordenação em tempo real
Defesa antiaérea
Sistemas existentes:
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Igla-S (portáteis):
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~5 mil mísseis
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~700 lançadores
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Perigosos contra helicópteros, drones e voos baixos
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Buk-M2E e Pantsir-S1 (Rússia)
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Pechora (anos 1960, obsoletos)
Avaliação dos especialistas:
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Grande parte fora de operação
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Vulneráveis à neutralização rápida por tecnologia americana
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Baixa disponibilidade por falta de manutenção
👉 Representam risco pontual, não capacidade de defesa sustentada.
Drones e meios navais
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Drones armados ANSU-100 e 200
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Baseados em tecnologia iraniana
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Capacidade limitada frente aos EUA
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Lanchas iranianas Peykaap-III
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Com mísseis antinavio
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Pouco impacto estratégico real
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Estratégia real do regime
Segundo analistas, o foco não é vencer militarmente, mas:
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Desarticular o controle do território
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Espalhar armas entre civis
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Criar cenário de instabilidade prolongada
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Apostar em guerra de guerrilhas e resistência assimétrica
Essa doutrina é chamada de “resistência popular prolongada”, última fase da estratégia militar venezuelana.
Limitações dessa estratégia
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Maduro não tem apoio popular amplo
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Apoio dentro das Forças Armadas é frágil
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Risco de armas caírem em mãos de:
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ELN
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dissidências das FARC
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grupos criminosos
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Segundo Story:
“Maduro não é popular nem entre os militares, nem entre a população. Não acredito que as pessoas o sigam numa guerra de guerrilha.”
Conclusão
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A Venezuela não consegue sustentar:
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defesa aérea eficaz
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combate aéreo
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guerra convencional
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Seu poder militar não altera o equilíbrio de forças contra os EUA
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A única alternativa seria:
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conflito assimétrico
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alto custo humano
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instabilidade regional
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📌 Em resumo:
O poder militar venezuelano serve mais como instrumento de dissuasão política e retórica do que como capacidade real de enfrentamento contra a maior potência militar do planeta.
Com informações da BBC NEWS Brasil
Respostas de 9
Tropa mal paga e desmotivada oprimida pela cúpula militar comprada pelo ditador Maduro!
Caiu o homem bom, amigo do nove dedos, agora é só esperar o canarinho cantar para explodir mais um escândalo desse desgoverno.
Os 2000 Generais que Maduro promoveu em um único dia não poderiam desequilibrar a balança do conflito em favor da venezuela???? Claro que não….kkkkkkkkkkkkkkkkkk, cúpula numerosa, dispendiosa, aristocrática, regada a camarão e champanhe (Alto Cmdo, Chefes, Of Gen, Cmts,Of Sup..etc), enquanto o chão de fábrica (Of Intermediários, Subalternos e praças) comendo cachorro e dormindo no relento…a receita para a queda de qualquer exército, a história comprova esse fato.
Maduro promoveu centenas de generais, pelo jeito não adiantou nada.
Começamos bem o ano, dois bandidos na grade. Parece que o maduro disse na primeira audiência que é um homem doente.
Os EUA deram o exemplo, levaram a mulher dele pra fazer companhia na cadeia, olha que a ideia é boa.
Verdade… começamos o ano com dois ditadores golpistas na cadeia, os dois simulando doenças na tentativa de amenizarem suas penas. Maduro deve apodrecer na cadeia e o falso Meçias, pai da mentira, tenta uma prisão domiciliar, sem sucesso.
Eles botaram fardas nos paisanos só para fazer volume, não passam de marionetes do Mauro, que agora caiu de Maduro
Mas essa e a mesma Estratégia para aquele grande pais abaixo da linha do equador para aquela grande regiao verde com um grande rio no meio. Caso a regiao venha a ser ocupada por uma grande potencia, embranhar-se na selva e fazer uma guerra de guerrilha e resistencia.
Estamos iguais, tropa mal paga e totalmente desmotivada depois do governo Bolsotrevas e de seus generais golpistas que encheram seus bolsos com gratificações e mordomias, deixando as bases desprotegidas por ocasião da homologação da Lei 13.954. Em termos de tropa não estamos muito diferente das tropas Venezuelanas.
Era para ter usado aquele pessoal treinado com flecha envenenada, as medidas de guerra eletrônica falariam fragorosamente.