Visita sinaliza fortalecimento das relações militares bilaterais entre Brasil e China
Representantes do Exército de Libertação Popular da China (PLA) realizaram em dezembro uma visita ao Centro de Doutrina do Exército Brasileiro (CDoutEx) em Brasília, em um gesto que autoridades interpretam como parte do fortalecimento das relações militares bilaterais entre Brasil e China.
Durante a missão, a delegação chinesa foi recebida por oficiais brasileiros e participou de apresentações sobre temas de interesse comum às forças terrestres. Entre os temas abordados, esteve o Projeto Combatente Brasileiro (COBRA) — iniciativa voltada à modernização do equipamento individual dos militares do Exército Brasileiro — além de uma visita ao espaço interativo de doutrina do centro de ensino.
A comitiva, além de dialogar sobre experiências profissionais e cooperação, teve a oportunidade de conhecer em detalhes aspectos da doutrina e das prioridades estratégicas do Exército Brasileiro. O evento reforça um padrão de intercâmbios militares entre os dois países.
O episódio ocorre em um contexto mais amplo de aproximação nas relações de defesa: no segundo trimestre de 2025, o governo brasileiro, pela primeira vez na história, designou um general como Adido de Defesa e Exército no Brasil junto à China, por meio do Decreto nº 12.480/2025. Até então, essa posição havia sido concedida apenas aos Estados Unidos, o que indicava a intenção de Brasília de ampliar a cooperação estratégica com Pequim.
Essas movimentações sinalizam um aprofundamento dos vínculos militares entre Brasil e China, sustentados por intercâmbios técnicos, visitas oficiais e presença diplomática dedicada à defesa, em um momento em que Brasília busca diversificar parcerias internacionais em um contexto geopolítico mais complexo.
Esse tipo de visita e a designação de um adido militar em Pequim são vistos por analistas como parte de uma agenda mais ampla de cooperação bilateral que vai além do comércio e abrange também intercâmbios de conhecimento, treinamentos e entendimento entre as estruturas militares das duas nações. Fonte: Brazil Defense Brief (BDB) no LinkedIn
FORÇAS TERRESTRES – Edição: Montedo.com
Respostas de 3
Até que enfim, porque essa história de adestrar militres americanos para nos invadir, só porque alguns babões das nossas tropas possam fazer cursos (lê-se ganhar diárias e ajuda de custo) no exterior e eles colocarem dólares no bolso, já deu.
se quiserem levar a sério a segurança nacional, tem de dialogar e negociar com os 2 lados.
Perfeito!
Vamos agora adestrar militares chineses para nos invadir.
Agora sim estamos quites com todos os lados.
Uma pergunta, qual país a China invadiu?