Novo caminhão do Exército terá tecnologia de ponta e será entregue pela Embraer

Imagem: 1º Sgt Holanda Martins/EsCom

 

Novas viaturas serão componentes vitais do SISFRON, um dos maiores projetos estratégicos do País

Alan da Silva
A Embraer entregou as primeiras quatro unidades do Centro de Comando e Controle Móvel (CC2) ao Exército Brasileiro. Os veículos inovadores são projetados para permitir operações militares em tempo real, mesmo em locais isolados e sem infraestrutura convencional.

Esta entrega faz parte da Fase 2 do SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), fortalecendo a capacidade de comando em mais de 16 mil km de fronteiras sensíveis do país. Ao todo, 15 veículos serão entregues pela Embraer.

Os CC2, descritos como “quartéis-generais sobre rodas“, integram sensores, rádios e antenas, elevando a tecnologia militar brasileira. A mobilidade dos veículos é crucial para operações em regiões remotas, como a Amazônia e o Centro-Oeste, onde mantêm comunicações criptografadas e coordenam tropas em áreas extensas.

Tecnologias móveis e inteligentes
Além de consolidar dados de radares e sensores, os CC2 garantem flexibilidade operacional. A Embraer, tradicionalmente conhecida pela aeronáutica, agora destaca-se no desenvolvimento de soluções terrestres, contribuindo para a soberania tecnológica nacional.

Esses veículos são fundamentais no combate ao tráfico, contrabando e crimes ambientais, ampliando a eficiência das respostas do Exército a ameaças diversas.

Papel do SISFRON
Os CC2 são componentes vitais do SISFRON, um dos maiores projetos estratégicos do Brasil. Criado para monitorar e proteger as fronteiras, o sistema utiliza tecnologias avançadas para fortalecer a presença do Estado em áreas vulneráveis.

A previsão é que até o final da Fase 2, todas as 15 unidades do CC2 estejam operacionais, aumentando significativamente a cobertura de segurança.
MIXconteúdosdigitais – Edição: Montedo.com

Respostas de 2

  1. O Exército possuí uma frota grande de caminhões que foram adquiridas em 2013. Viaturas relativamente novas porém na maioria das unidades jogadas ao tempo. No sol e chuva. Vi veículos serem adquiridos que são partes de um sistema de comunicações como esses acima. E depois da rápida evolução das comunicações ficarem sem uso. Projeto de milhões que ficam obsoletos num piscar de olhos. O grande problema não é a aquisição e sim a manutenção deste material. A gestão do nosso material bélico principalmente classe IX blindados e não blindados é pífia. As cadeias de suprimentos não conseguem comprar óleo, pneu e bateria. Casa unidade recebe um pouco de recursos para a mnt preventiva. E temos que realizar milagres. Sem dizer a dificuldade que é para realizar um pregão. Atualmente vc gasta mais tempo para adquirir um parafuso que para retificar um motor. A falta de recursos e principalmente de gestão culmina no abandono que vemos em todas as seções de transporte Brasil agora. Mas enfim. Um dia melhora. Não verei mais um dia melhora

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