Pressão por GLO no Rio de Janeiro expõe dura realidade das Forças Armadas

O valor gasto durante Garantia da Lei e da Ordem (GLO) abrange alimentação, transporte de equipes e combustível

 

Emprego das Forças Armadas no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro demandaria uma intervenção federal na segurança do estado; no governo Lula, Forças estão literalmente vendendo o almoço para comprar a janta.
Robson Bonin
As Forças Armadas, no atual governo Lula, estão literalmente vendendo o almoço para comprar a janta. Falta dinheiro para projetos estratégicos e até para desesperas básicas da caserna, como o abastecimento de veículos e aeronaves.

No início do mês, o ministro da Defesa, José Múcio foi ao Senado e apresentou aos parlamentares a situação humilhante das Forças Armadas no governo Lula. Disse coisas do tipo:

“O menor investimento em defesa da América do Sul é do Brasil”;

“Não estamos investindo em equipamentos… Um percentual da nossa frota está parado”;

“Não compramos armas porque não temos como pagar”;

“A Venezuela tem caças mais importantes e eficazes que os nossos”.

É nesse contexto que ganha força, nesta semana, o debate sobre a intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio de Janeiro, a partir de uma GLO.

O país já viu esse filme no governo de Michel Temer, quando um certo general comandou uma intervenção militar no Rio. A ação consumiu milhões de reais e não mudou em nada a realidade de quem mora na capital fluminense.

Essa constatação, aliás, é um dos trunfos do governo Lula para refutar a pressão pelo emprego do Exército e da Marinha na guerra de facções no Rio.

“São homens treinados para matar, para a guerra, mas que precisam fazer trabalho de polícia num território dominado por criminosos, um lugar lotado de inocentes. Não deu certo lá atrás e não dará agora”, diz um auxiliar de Lula.
RADAR (veja) – Edição: Montedo.com

Respostas de 7

  1. O atual Governo Federal tem grande culpa dos armamentos pesados e da quantidade de drogas que entram no Brasil, nas cidades e comunidades. O atual governo federal é o principal responsável pela fiscalização das fronteiras Marítimas, Terrestres e aérea, bem como das rodovias federais.
    Falharam o governo, as Forças Armadas, Receita Federal, Policial Federal e polícia
    Rodoviária Federal. E os partidos de esquerda fecham os olhos para a segurança pública.

  2. Tá na hora dos militares das forças armadas colocarem em prática o que aprenderam com os altos estudos 1 e 2 (CASENSO).
    Kkkkk os que não fizeram por omissão da força ou por não terem bajular o os chefes ou por serem do QE, assistiram de camarotes os bravos estudiosos.

  3. Não tem nada a ver com investimento!!!
    Vejam o orçamento da policia civil.
    Não precisamos de investimento para comprar blindado. Nem usamos isso. Quando quem precisa pede, negamos sem fundamento jurídico. Pedimos para o menino da AGU decidir por nós.

    NAO PRECISAMOS DE INVESTIMENTO EM MATERIAL! Isso só serve para formatura e atrasar o pronto. NÃO USAMOS E NÃO USAREMOS.

    Precisamos URGENTEMENTE de homens (chefes) de fibra, com alguma experiencia em combate urbano. Ai vão parar de firulas, de formaturas, de medalhas. Pode ser estagio na pm, pode ser mandar um efetivo como observador para a guerra da ucrânia (ja tem tanta missao caça níquel no exterior)…

    Precisamos de homens de coragem nos liderando. Não gente que desmaia por trás de emborrachado da caveira.

    Mandem esse dinheiro para a segurança pública dos Estados. Para nós, apenas aumento para a tropa!

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