Compostos poderão ser empregados como antídotos ou profiláticos em casos de intoxicação por agentes químicos
RIO – O Portfólio de Propriedade Intelectual do Exército Brasileiro (EB) foi mais uma vez ampliado com o apoio da Agência de Gestão e Inovação Tecnológica (AGITEC). A conquista se deu a partir da atuação junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que concedeu patente relacionada a compostos com potencial aplicação em Defesa Química.
O pedido, intitulado “Derivados da Indolin-2-ona e seus intermediários, produtos, método de obtenção e usos” (BR 10 2018 075004 6), foi depositado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx), pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O trabalho contempla o desenvolvimento de compostos que poderão ser empregados como antídotos e/ou profiláticos (protetores) em casos de intoxicação por agentes químicos neurotóxicos.
A iniciativa é resultado da união de esforços de oficiais, professores e pesquisadores do Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear, do CTEx, da Seção de Engenharia Química do IME e do Instituto de Pesquisas de Produtos Naturais Walter Mors da UFRJ, com a assessoria técnica da AGITEC.
A concessão representa um marco para o Exército Brasileiro, sendo:
• o primeiro ativo de propriedade intelectual do EB na área de Química Medicinal;
• um dos primeiros registros de antídotos contra neurotóxicos nas Forças Armadas;
• a primeira patente do EB em Química Orgânica gerida exclusivamente por organizações militares do Exército, com processo finalizado pela AGITEC.
Além de fortalecer as capacidades científico-tecnológicas da Força, esse avanço abre caminho para o desenvolvimento de novos Produtos de Defesa (PRODE). A conquista também simboliza o acúmulo de mais de duas décadas de pesquisas em Defesa QBRN (Química, Biológica, Radiológica e Nuclear) no âmbito do Exército Brasileiro.
Esse resultado está em consonância com os princípios constitucionais de respeito aos acordos internacionais e com o compromisso nacional na manutenção da paz mundial. As organizações militares do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Exército (SCTIEx) seguem, assim, engajadas na defesa da Pátria e da humanidade contra ameaças de armas de destruição em massa.
EB – Edição: Montedo.com
Respostas de 3
Parabéns aos Med, QEM e QCO da nossa instituição. Mentes diferenciadas que tive a satisfação de conhecer.
Cel Juarez, médico que tratou minha filha, o nome do senhor sempre será lembrado.
Consta que também estão trabalhando em formas geneticamente modificadas de gramíneas, que não crescem além de um certo ponto, evitando assim o trabalho de capina intermitente.
Além disso, ouvi falar que estão trabalhando numa espécie de fungo que se liga de maneira muito forte à superfície das pedras graníticas, conferindo a elas uma coloração branca. Isso teria por fim evitar o constrangedor trabalho de ter de pintar os meio-fios a cada seis meses.
Tais projetos foram executados, por ordem do Alto Comando, em vista de melhorar a má imagem que o exército Brasileiro ganhou nos últimos anos.
Ai eu duvido irmão.
Se a grama não crescer, ficará muito monótono… guarda e formatura para o faraó.
Precisa da faxina tb.
Como donas de casa com transtorno ibsessivo compulsivo.