Uma briga entre o casal resultou em agressão física, cárcere privado e uma tentativa de fuga desesperada da vítima, que, ao ser trancada no apartamento, tentou se jogar do 4º andar
Giovanna Baiocco
Um homem de 25 anos, cabo do Exército Brasileiro foi detido na madrugada deste sábado (20) acusado de agredir e manter sua namorada, de 27 anos, em cárcere privado depois de uma briga no apartamento onde ela se recuperava de uma cirurgia recente em Várzea Grande. A vítima em uma tentativa desesperada, tentou fugir pendurada na janela do 4º andar e, em seguida, tentar arremessar uma pedra contra o carro do namorado
Ao chegarem no local, os policiais foram informados pela vítima, que havia se recuperado de uma cirurgia recente e não tinha familiares no estado. Ela relatou que o namorado se ofereceu para cuidar dela durante o período pós-operatório, mas a situação se agravou depois de uma discussão entre o casal.
Durante a noite, depois que o casal discutiu, a vítima deitou no sofá, e ao acordar e tentar se dirigir para a cama, percebeu que o celular do namorado estava tocando. Ao pedir que ele desbloqueasse o aparelho, o suspeito, visivelmente irritado, desferiu um chute contra a mão da vítima. Em seguida, ele deixou o apartamento, trancando-a dentro do imóvel.
Desesperada, a mulher conseguiu contatar o namorado, que retornou ao condomínio com a chave para abrir a porta. Em um momento de pânico, ela chegou a sair pela janela do quarto, no 4º andar, dizendo que, caso os policiais se aproximassem, ela pularia. Depois de alguns minutos pendurada, ela desistiu e voltou para dentro do apartamento.
Ao sair para o térreo, a vítima tentou arremessar uma pedra contra o carro do namorado. O suspeito a conteve, sendo posteriormente imobilizado pelos policiais militares, que já haviam chegado ao local.
Ao ser abordado pela PM, o suspeito se identificou como cabo do Exército e, ao ser questionado sobre o contato de algum oficial de sua unidade, inicialmente afirmou que possuía esse número. Contudo, ao ser solicitado que fornecesse o contato para que a situação fosse comunicada à unidade militar, o suspeito se recusou a passar as informações. Diante disso, o próprio oficial de comando da Polícia Militar conduziu o suspeito até a unidade do 9º Batalhão de Engenharia de Combate (9º BEC), onde o fato foi comunicado ao oficial de serviço da unidade.
Na delegacia, o suspeito foi apresentado, já que a vítima não apresentava ferimentos aparentes, apesar de estar em processo de recuperação pós-cirúrgica (com pontos no abdômen). A revista pessoal realizada no suspeito não encontrou nenhuma arma de fogo.
Além disso, o suspeito solicitou que seu pai fosse ao local para pegar seu veículo, temendo que o carro fosse depredado. A vítima continua sendo acompanhada por médicos devido ao resguardo pós-operatório, e a Polícia Civil segue investigando o caso.
Leiagora – Edição: Montedo.com
Respostas de 2
Parece que começou com uma briga por ciúmes. História esquisita
Sempre o maldito celular, como era bom antigamente, quando não tinha celular, a vida era tão boa , sem essa tecnologia, parece que as familia eram mais felizes, do que os conflitos de hoje, com essa modernidade, de celular,. infelismente, não tem como parar o progresso tecnologico, A vida segue,