Dino critica judicialização da política e destaca papel das Forças Armadas

Decreto é assinado pelo presidente Lula e pelos ministros Flávio Dino (Justiça) e Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos) - (crédito: Ricardo Stuckert/PR)

 

Durante julgamento da trama golpista, ministro destacou que o Supremo não deve substituir a arena política e reforçou que os militares devem permanecer subordinados ao poder civil.
No julgamento da ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado de 2022, o ministro Flávio Dino chamou atenção para o fenômeno da judicialização da política. Para ele, quando questões de natureza eminentemente política chegam em excesso ao Judiciário, isso revela uma “anomalia democrática”, que não deve ser confundida com vigor das instituições.

Segundo o ministro, o Supremo não é um espaço para resolver todos os impasses da sociedade, do mercado ou da política, mas deve se ater à análise das provas apresentadas pelo Ministério Público.

Dino também destacou a importância das Forças Armadas na manutenção da soberania nacional, ressaltando que devem ser fortes, mas sempre subordinadas ao poder civil, nos termos do artigo 142 da Constituição.

Ele concluiu manifestando o desejo de que não seja mais necessário processar altos escalões militares, reforçando que princípios como hierarquia e disciplina devem se manter sob a autoridade máxima do poder civil.

Veja:

MIgalhas – Edição: Montedo.com

Respostas de 9

  1. Quando a água bater na tua bunda quero ver a quem vc vai pedir ajuda. Ou melhor, fazer de contas que está tudo bem é bem lúdico, infantil. Hoje, nos mercados da Venezuela, os alimentos são vendidos a quem tem ouro na mão. Aqui será a nova cortina de ferro, construída pelas “sólidas” instituições nacionais.

  2. Ver e ouvir o Dino e aquele outro tratar as FFAAs como pets de estimação dentro da casinha só se explica depois que o Bolsonaro tratou com austeridade as contas publicas deixando R$ 60 bilhões em caixa e, agora, é só rombo, roubalheira no INSS, golpes de bilhões no PIX, rombo nas estatais e crescimento exponencial nas contas publicas. Podemos suspeitar que, nesses auxílios de governo, vale gás, bolsa família, vale transporte, vale alimentação há austeridade quando 500 mil crianças fizeram empréstimo consignado no INSS?

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