Sargento do Exército é condenado por &stμpr@r colega de farda após arrombar alojamento feminino de quartel no Recife

Imagem da frente do CPOR Recife, no bairro de Casa Forte — Foto: Reprodução/Google Street View

 

Caso aconteceu em maio de 2023, durante festa no CPOR. Militar, identificado como H. A. T., foi condenado a 13 anos e quatro meses de reclusão e à exclusão das Forças Armadas.
g1 Pernambuco
A Justiça Militar condenou um segundo-sargento do Exército por estuprar uma colega de farda após arrombar o alojamento feminino do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), no bairro de Casa Forte, na Zona Norte do Recife. O caso aconteceu durante uma cerimônia na unidade, em maio de 2023.

O g1 apurou que o militar, identificado como H. A. T., foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e dano simples, por causa do arrombamento. A sentença também determinou a exclusão do sargento das Forças Armadas, já que a pena arbitrada ultrapassou o prazo de dois anos de reclusão.

O processo tramita em segredo de Justiça. O g1 teve acesso às informações da sentença, publicada no dia 21 de maio pela juíza federal Maria do Socorro Legal, da 7ª Circunscrição Judiciária Militar.

A decisão é de primeira instância e cabe recurso ao Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília. O g1 tenta contato com a defesa de H. A. T..

O caso
O caso ocorreu na noite de 26 de maio de 2023, durante um evento de Escolha das Armas, Quadros e Serviços, ocasião em que os alunos concluintes do curso básico de formação de oficiais escolhem a área de atuação que desejam seguir na carreira militar.

Após a solenidade, foi realizada uma festa no local. De acordo com a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), o sargento estava trabalhando na noite da festa e também consumiu bebida alcoólica, o que é proibido para os militares a serviço em eventos festivos.

Ainda segundo as investigações, a vítima, também uma sargento do Exército, tinha ingerido bebida alcoólica e pediu para uma colega acompanhá-la até o alojamento feminino, trancando a porta e dormindo logo em seguida.

Conforme os autos, a mulher disse que acordou horas depois com o homem deitado em cima dela e correu gritando por ajuda. De acordo com as investigações, a perícia constatou que a porta do alojamento tinha sido arrombada.

Como a vítima se encontrava em estado alterado por ter ingerido bebida alcoólica, os magistrados entenderam que o caso deve ser enquadrado como estupro de vulnerável, previsto no Artigo 232 do Código Penal Militar.

O g1 entrou em contato com o Comando Militar do Nordeste (CMNE), mas, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta.
g1 – Edição: Montedo.com

Respostas de 3

  1. Onde servi, teve um caso de um cabo que adentrou no alojamento feminino e vestiu a farda de uma sargento, ele foi pego por outra militar que voltou para pegar um objeto que tinha esquecido. Ele ficou conhecido por cabo escocês kkk Kkkk.

  2. Servi em uma OM que tinha um STT que roubava as calcinhas para usar.
    Começou quando deram falta das calcinhas. Algum tempo depois, viram numa sessão se TFM ele de calcinhas.
    Foi um escândalo terrível que resolveram simplesmente não renovando.

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