O sargento Lucas Xavier Machado recebeu a Medalha de Mérito II Classe, das Forças Armadas hondurenhas
Marcelo Barros
A atuação da Missão Militar Brasileira em Honduras ganhou destaque internacional com a condecoração do 1º Sgt Lucas Xavier Machado. A homenagem, entregue pelas Forças Armadas locais, reconheceu o trabalho desenvolvido pelo instrutor brasileiro na capacitação de militares hondurenhos, reforçando os laços entre os dois exércitos.
Excelência técnica e ensino militar de alto nível
Durante sua missão de um ano, o 1º Sargento Lucas Xavier Machado, da área de Comunicações, desempenhou o papel de instrutor na Escuela de Suboficiales del Ejército de Honduras, em Tegucigalpa. Atuando diretamente na formação técnico-profissional de futuros suboficiais, o militar brasileiro contribuiu para a difusão de doutrina, disciplina e técnicas operacionais alinhadas aos padrões de excelência do Exército Brasileiro.
O reconhecimento veio por meio da Medalha de Mérito II Classe, concedida em solenidade oficial pelas Forças Armadas de Honduras. A comenda é atribuída a personalidades nacionais e estrangeiras que prestam relevantes serviços à instituição e ao país. O sargento também recebeu um pergaminho honorífico e uma lembrança institucional, entregues pelas autoridades hondurenhas como forma de gratidão por sua atuação no centro de formação.
Família, integração e reconhecimento mútuo
A cerimônia de despedida do 1º Sgt Xavier, realizada em 20 de junho, foi marcada por forte simbolismo e envolvimento da comunidade militar local. Um momento especial foi a assinatura do Libro de Oro da escola, gesto reservado a militares de destaque. Acompanhado de sua esposa, Sra. Drielle Campideli Hretciuk Xavier, o sargento agradeceu pelo apoio familiar durante o período da missão internacional — um fator essencial para o sucesso em funções de longa duração fora do país.
A presença da família nas cerimônias ressalta o lado humano da cooperação militar e fortalece os laços sociais e culturais entre Brasil e Honduras. A passagem de bastão também ocorreu durante o evento, com a apresentação do 1º Sgt Geovane Navarro Machado, que dará continuidade à atuação brasileira na unidade hondurenha, reforçando a presença permanente do Brasil em missões de instrução e assessoria internacional.
Cooperação militar e diplomacia de defesa
A participação de militares brasileiros em ações de cooperação em países parceiros é um dos pilares da política de diplomacia de defesa do Brasil. A Missão Militar Brasileira em Honduras, coordenada pelo Ministério da Defesa e pelo Comando do Exército, tem por objetivo promover a interoperabilidade, o intercâmbio de doutrinas e o fortalecimento institucional mútuo com forças armadas amigas.
Em tempos de crescente instabilidade geopolítica, o Brasil reafirma sua postura de país pacífico, colaborativo e comprometido com o desenvolvimento técnico-profissional de outras nações. A atuação dos sargentos brasileiros em escolas de formação estrangeiras consolida a imagem do Exército Brasileiro como força competente, confiável e diplomática, ampliando o respeito à farda verde-oliva além das fronteiras nacionais. (Informações e imagens: EB)
DEFESA EM FOCO – Edição: Montedo.com
Respostas de 15
Parabéns pelo profissionalismo, mas agora poderia qualificar os “nossos”.
De nada adianta tanto esforço para receber vencimentos abaixo de um oficial temporário formado em meio expediente ou OTT oriundo de uniesquina
FATO !
O oficial OTT é especialista no que faz e na maioria das vezes possui o dobro de estudo de um QAO com ” altos estudos de uniesquina”, e provavelmente nem mais que um Sub aspirante a QAO. Denoto falta de conhecimento do ” chorão papirando”, pois dúvida que tenha a capacidade de um OTT médico, dentista, farmacêutico, enfermagem, portanto tem muito OTT formado em universidade federal ( das melhores do país), a diferença que eles irão fazer o ” meio militar” como experiência ou como forma de serviço obrigatório e irão vazar por já estarem qualificados ” enquanto vc irá continuar papirando” para vazar, também continue sendo um ” uniesquina” concursado, recalcado e chorão, mas ainda arrotando, se achando melhor que um militar estadual ou um OTT.
OTT especialista em nada, acorda ! Há tempos, inclusive, era tudo peixada do chefe….outra coisa, médico, dentista, enfermeiros NAO são OTT . Aqui na OM tem 3Sgt que em dois anos viram OTT, acorda !
Que despeito e inveja, meu amigo!… Demonstrando o grande preconceito nas afirmativas acima. Talvez por que não tenha senso de humanidade. Foi mais que comprovado a capacidade do Sargento na missão no Exterior.
Tu conhece a LRM? Ele recebe mais que um of OTT, se tu ler, e entender, talvez nao venha mais mentir e passar vergonha na internet
Reconhecimento no EB é para os 5 primeiros de turma, do 6º para baixo é só o salário e pronto.
Os primeiros colocados não nada a ver com tua incompetência ou preguiça de estudar. Tu quer o que, que todos sejam selecionados ? mas nem todos fizeram por merecer. SIMPLES
Quando chegar no Brasil, tua identidade não vale nada, não tem moral para nada e receberá vencimentos menor que um guarda municipal , se for pego em blitz de PMs, não poderá nem dizer que é Sgt do Exército pois se assim fizer , a resposta nua e crua” não perguntei nada”
De pouco adianta dizer para a PM que é militar e andar igual o 1° Sgt Renato, que vinha do estrangeiro ( Paraguai), em apoio ao narcotráfico (de armas e drogas), e acabou preso fardado, o certo é ” andar correto” e pagar todos os impostos em dia, e principalmente Conhecer as leis e o código de trânsito ( lei 9.503/97), caso contrário nem vai adiantar dizer que é juiz federal, caso beber e dirigir ( fato antigo ocorrido em POA) , ” sou juiz Federal”….mas é cidadão com direitos e DEVERES, igual aos demais). Caso ele, o sgt tivesse salvado alguém, arriscado a vida em confrontos como qualquer PM faz, daí sim no meu ponto de vista merecia até aumento e uma promoção por ato de bravura, no mais e apenas mais um profissional bem qualificado, nada mais, e os bem qualificado, nem precisam identificar, pois precede o guerreiro.
Parabéns ao excelente militar, pena não ser reconhecido por nossa força, salário de miséria.
Parabéns as forças armadas brasileiras mesmo tendo alguns anti patriótas quê ficam falando ô que não sabe das forças armadas falando quê so sabe pintar meio fiu ta aí a resposta de quê os militares do exército são competentes não presisa ta mostrando pra ninguém essa condição parabéns meus irmãos das forças armadas vocês sao competentes.
Bobagem, dizer que os militares não trabalham.
Todos trabalha sim cada um com as suas atividades e competência, dentro do que é determinado.
Treinamento, é também trabalho , pois tem Treinamento qualificado, o que não é fácil.
Cada tipo de Treinamento, é sim um trabalho é não é moleza não.
Agora, quem fala o que não sabe, esse sim, não trabalha.
Todo militar, deveria ganhar bem, pois merece.
Acho salvo melhor juízo, que os corpos de Bombeiros Militar, deveriam ser Federalizados. Pois vejam que as viaturas e uniformes são iguais. Inclusive as viaturas em todo mundo as pinturas são iguais, exceção as dos aeroportos, que teem a cor amarelo como padrão.
Vejam que interessante, quando a família Real veio para o Brasil, vieram a bordo da Esquadra Inglesa, onde tinha uma equipe de brigada de incêndio “BOMBEIROS “, junto com a Marinha que sabemos ser a mais antiga dentre as forças armadas, do nosso pais, sendo nossa Aeronáutica a caçula .
Continuo achando que os corpos de BOMBEIROS, deveriam ser federalizadose todos os militares das Forças Armadas, devem ter um salário melhor.
De Honduras tenho lembrança que marcou a minha vida. Em um salto de adestramento semi automático, utilizando paraquedas MC1-1C, na ZL de Goiânia/GO com tropas de diversos países, dentre elas Honduras. Um Major de Honduras, ao sair da aeronave, logo após do Major hondurenho, que no momento da saída, acionou o paraqueda reserva, que envolveu meu corpo e as linhas se prenderam no boot. Foram cerca de longos minutos, filmado pela equipe de precussores em terra. Não fiquei desesperado, girando em torno do Major, fiquei apreensivo com o desfecho, que momentos depois, antes de aterrizarmos, as linhas se soltaram e a força do giro me jogou longe e em seguida aterrisei com segurança. Ao questionar o major sobre o fato ele disse que foi um descuido, por estar com um equipamento novo, de pouco domínio. Por este motivo o Exército Hondurenho me concedeu uma condecoração que por pouco não custou a minha vida.