O novo braço-direito do comandante do Exército

General Silva Néto assume o  CCComSEx
Foto: 22º Batalhão de Infantaria/Divulgação

 

Novo responsável pela comunicação social da Forças chefiava a assessoria parlamentar

Marcela Mattos
O comandante do Exército, general Tomás Paiva, reuniu no salão de honra de seu gabinete nesta sexta-feira, oficiais de alta patente, jornalistas e colegas de farda para formalizar a chegada de seu novo aliado à frente da força. Trata-se do general Marcus Augusto da Silva Néto, que atuava na chefia da assessoria parlamentar e agora comandará o Centro de Comunicação Social.

A função é vista como estratégica dentro da força, principalmente num momento delicado para os fardados, que enfileiram a lista de investigados por um suposto apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro em uma tentativa de golpe. Ele substitui Alcides Faria Júnior, promovido a general de Exército e que passa a chefiar o Comando Militar do Oeste, posto que lhe garante um assento no Alto Comando.

Internamente, a cúpula do Exército afirma que o pior já passou e que hoje já é possível identificar e separar os militares envolvidos na trama golpista. Apesar disso, a força viu a sua confiança despencar diante da opinião pública em meio às investigações. Por isso, uma das principais missões do general Silva Néto será afastar a imagem de politização dentro das casernas.

Em discurso, o militar afirmou que, nos dias atuais, conduzir os desafios da comunicação é uma missão cada vez mais difícil.

“Vivemos uma dimensão informacional, com o crescimento das mídias sociais e o incremento da inteligência artificial, naturalmente trazendo um ambiente cada vez mais difuso e complexo. Além disso, enfrentamos um mundo volátil e ‘PSIC’, precipitado, superficial, imediatista e conturbado, onde a verdadeira história dos fatos não pode ser mudada, mas, infelizmente, as narrativas sim”, afirmou o novo chefe da Comunicação do Exército.

Na sequência, o comandante Tomás Paiva agradeceu a atuação do antecessor, ressaltando que o general Alcides atuou “com firmeza para prevenir crises e fortalecer a identidade institucional, especialmente num contexto de elevada tensão no ambiente informacional e de crescente complexidade nas narrativas de opinião pública”.

Pela cadeira de chefe da Comunicação do Exército já passaram, por exemplo, o general Richard Nunes, atualmente no comando do Estado-Maior, e o general Augusto Heleno. Entre os presentes à cerimônia desta sexta estavam o ex-comandante Eduardo Villas Bôas e o chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Marcos Antônio Amaro.
Veja – Edição: Montedo.com

 

Respostas de 24

  1. Eu colocaria no cargo, o Gen Admirador da inteligência emocional do presidente Lula.
    Quem sabe o chefe tenha uma visão Geoestratégica para aumentar a confiança perdida pela boa parte da população brasileira.

  2. Enquanto essas pessoas que pensam que o exército tem que ser querido pela sociedade não forem para a reserva (Sem voltar como pttc para atrapalhar o serviço), estaremos enrolados.

    Todo órgão público tem uma atribuição a cumprir. Não está na estrutura da Administração para ser bem avaliado em pesquisas de opinião pagas com dinheiro público, mas para fazer o que deve ser feito no âmbito de suas atribuições.

    No caso de exércitos, são as instituições responsáveis por administrar o maior flagelo da humanidade, uma guerra. Não é para ser querido ou velar por imagem em buscas de like. Apenas fazer o que deve ser feito.

    O problema é que não sabemos o que deve ser feito. São 770 mil homens perdidos entre faxinas e formaturas.

    Pergunta: a pf faz pesquisa de opinião? A receita federal gasta fortunas com ComSoc? Um ministério qualquer faz isso? A ANAC busca likes?

    Estamos perdidos aguardando que alguém nos dê a direção do que fazer como Exército. Enquanto isso não acontece, vivemos como minha filha de 16 anos, preocupada com likes em redes sociais, preocupada com a impressão de seus amigos, preocupada com brincos e adereços.

    1. Perfeito!

      E acrescento que o EB é a única instituição citada no seu comentário que não deveria buscar “likes”, fazer propaganda, querer “lacrar”.

      Um Exército vale pelo poder que possui, aquele a ser usado numa guerra.

      Do que adianta ter 80% de popularidade, ou confiança, se o soldado recruta durante todo o serviço militar executa apenas 20 tiros?

      Ou seja, por que ir atrás de imagem se a tropa não sabe atirar? (Ou acham que apenas 20 tiros vão transformar alguém em atirador, em “guerreiro” pronto para a guerra?).

      E nem se fala na “capacidade” dos nossos planejadores. É só observar o que acontece no “antes” de uma formatura de maior envergadura (como a da Semana do Exército, ou Dia da Arma da OM) e durante a execução para se ter uma ideia do quanto estão preparados os nosssos planejadores para uma guerra.

      Enfim, ao invés de buscar “likes” deveria olhar o que acontece do portão das armas para dentro.

  3. Creio que estava faltando uma defesa mais aguerrida sobre os vencimentos dos militares, várias reportagens, inclusive o governo, acham que tivemos 73 por cento de reajuste durante governo Bolsonaro. Publicam se inverdades e não vejo nenhuma nota de esclarecimento e ou repúdio.A própria Ministra ao negociar com oMinistro da Defesa, em diversas reportagens, disse que estamos privilegiados em questão de reajuste. Não vi nenhuma declaração desmentindo tal suposição.

  4. Podiam publicar que é mentira que a pensão para as filhas sadias acabou.
    Tem filha que nem nasceu e vai receber enquanto o contribuinte pena até 65 anos de idade para ganhar 1/3 do que a pensionista de um capitão ganha, ou pouco mais de 1/4 de um coronel com altos estudos.
    Devemos amar a verdade.
    Só olhar a execução orcamentária, quanto gastamos com pensionistas sadias e quanto ainda vamos gastar em 100 anos

  5. O importante é resolver a questão da migração dos Sargentos QE, músicos e enfermeiros para o INSS. O resto é balela e não resolve o nosso problema atual.

    1. Minha musica leva alegria e e jubilo
      Minha musica da o passo da sua formatura
      Minha musica marca momentos de dor e de Confraternização.

      Sem musicos nao há exercito

      Sou trompetista….com muito orgulho

  6. na guerra a vida humana tem o mesmo valor de um grão de areia de uma praia qualquer, e esse rapaz descobriu isso da Pior forma possível….ou faltou maturidade ou estava querendo ficar conhecido….fico triste pelos familiares dele….

  7. 😂😂😂😂😂🤣🤣🤣🤣… Jornalista… Português sofrível… É da geração ” Pátria Educadora”… 😂😂😂🤣🤣🤣…

  8. Trama golpista e ver esse PT, Alexandre de Moraes mais sua corja darem um golpe de sensura nos brasileiros, vamos apoiar isso mesmo, depois que a fome bater nas casas dos brasileiros aí vamos dar valor, vejam bem quem vcs querem apoiar.

  9. O idioma – no nosso caso, o português – devia ser a ferramenta básica de um jornalista.

    Erratas:

    1. “Assessoria”;

    2. “Âmbito”;

    3. “Análise”;

    4. “Está”;

    5. “Princípios”.

    Mas deve ser culpa do “corretor”…

    Detalhe: a “escola crítica”, aí citada, é responsável pela “imbecilização” da nossa educação superior. O “criticar” não significa analisar para melhorar, mas deformar, dizer uma coisa com outro significado. Seria a operacionalização de uma “novilíngua”, na distopia de Orwell.

    O tal “politicamente correto” é uma cria da Teoria crítica, que foi idealizada por intelectuais marxistas na década de 1920.

    Enfim, uma forma sutil de manipulação do pensamento e do discurso para dominar sem perceber que se é dominado.

    O objetivo essencial dos seus idealizadores era a destruição da sociedade capitalista de forma pacifica, sem revoluções.

    E parece estar surtindo efeito.

    1. Ô concurso de ensino médio.
      Materias de vestibular.
      Acha muito especial pq corrige texto alheio.

      Ta ganhando é bem demais para esse domínio todo em matéria de ensino médio

    2. Isso aqui é apenas um blog amigo, relaxa, no TCC eu tirei 10.
      O segredo da vida é guardar a energia para aplicar no lugar certo. Parece que você não conhece isso e nem a escola de Frankfurt a qual trouxe contribuições para a área da semiótica, que provavelmente você não sabe o que é tbem….

      1. Eu realmente não sei.
        Pro concurso da espcex o mais difícil era formula de bhaskara.
        O que é escola de frankfurt? É daquelas salsichas fininhas?

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