Brics: três aeronaves não identificadas violam uma zona de exclusão aérea e provocam reação imediata da FAB

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Com chefes de Estado reunidos e rígidos protocolos de segurança em vigor, os céus da cidade viraram palco de uma operação silenciosa — e cheia de tensão.
Sebastián Fernandez Gavet
Rio – Enquanto líderes de mais de 20 nações participam da 17ª Cúpula do Brics no Rio de Janeiro, os cuidados com a segurança foram levados ao extremo. E não sem motivo: três aeronaves tentaram entrar em uma área aérea restrita durante o evento. A resposta da FAB foi rápida e envolveu caças, helicópteros e um rígido protocolo de vigilância. Veja como a operação aconteceu e o que pode acontecer em situações assim.

Tentativas de violação e pronta resposta
No sábado (5), três aeronaves foram detectadas sobrevoando áreas restritas do espaço aéreo delimitado para proteger a cúpula do Brics. A Força Aérea Brasileira entrou em ação com rapidez: duas das aeronaves foram interceptadas para averiguação dos dados de voo e autorizações. A FAB não divulgou detalhes sobre os modelos desses aviões, mas confirmou que ambos foram escoltados por caças A-29 Super Tucano e orientados a mudar de rota.

Na terceira ocorrência, um helicóptero que realizava tráfego irregular deixou a área assim que avistou um caça de aproximação. O piloto pousou em um ponto isolado, e as coordenadas do local foram imediatamente repassadas às equipes de segurança terrestre envolvidas na proteção do evento.

A vigilância eletrônica da operação foi sustentada por uma aeronave E-99, que permaneceu em voo contínuo monitorando a região. Esses recursos fazem parte da malha de defesa aérea que cobre grandes eventos com presença de autoridades internacionais.

Segurança máxima no céu e em terra
A cúpula do Brics, sediada no Museu de Arte Moderna (MAM), mobiliza um esquema de segurança de alta complexidade. Além dos caças armados com mísseis e da vigilância aérea constante, há snipers posicionados em pontos estratégicos e bloqueios em vias de acesso ao local da reunião.

Durante os dias mais críticos da programação, domingo (6) e segunda-feira (7), o tráfego no aeroporto Santos Dumont será completamente suspenso. Todos os voos serão redirecionados para o Aeroporto Internacional do Galeão, que contará com reforço de policiamento e poderá ter interdições temporárias nas vias principais de acesso, como a Linha Vermelha e a Avenida Brasil.

A Infraero informou que a decisão sobre realocar ou cancelar voos cabe às companhias aéreas. Já o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) montou uma sala de operações especial para coordenar toda a movimentação aérea durante a cúpula, com autonomia para autorizar, suspender ou cancelar qualquer voo.

Protocolo rígido para voos e consequências severas
Durante o evento, todas as aeronaves que circularem nas proximidades da área restrita devem apresentar um Plano de Voo Completo (PVC), manter o transponder ativado e comunicar-se com o controle de tráfego aéreo.

Caso alguma aeronave não cumpra essas regras e seja considerada uma ameaça, ela pode ser classificada como suspeita ou hostil. A legislação brasileira permite, em último caso, que aeronaves não autorizadas sejam abatidas por ordem direta do presidente da República ou do comandante da Força Aérea.

Com o nível de atenção elevado e medidas rigorosas em prática, a FAB reforça que a prioridade absoluta é a segurança dos chefes de Estado e da população civil. No céu do Rio, neste fim de semana, qualquer erro de rota pode ter consequências graves. (O Tempo)
GIZMODO – Edição: Montedo.com

Respostas de 4

  1. Fazer um Brics no RJ é quase um suicídio.. Me as por outro lado tem uma segurança adequada.

  2. Que orgulho das nossas FA……os russos, chineses e iranianos devem ter tido pesadelos à noite após contemplarem, em ação, o poderio dos invencíveis Super Tucanos que voam a Mach 8 movidos por luz solar e disparam projéteis de criptonita. Ps: ainda bem que nesses eventos os confetes, a decoração, os canapés, bebidas caras, embustes e firulas não demonstram a real situação de penúria material e salarial das Forças Armadas do Brasil. Que venham os Meio Expedientes.

  3. SD: cabo vi uma alteração ali!
    cB: sgt, o SD viu uma alteração vou lá sanar
    Sgt: espere vou falar com o tenente
    Ten: não sei se está previsto, vou falar com o Cap (Cmt Cia)
    Cap: é melhor verificar com o S Cmt
    S Cmt: não decido nada, o Cmt que decide
    Cmt: tenho que falar com o Cmt Bda
    Cmt BDa: é uma decisão política
    Cmt RM/DE começam a discutir de quem é o filho (problema) e não chegam a um acordo
    Coter e companhia: cábe decisão do presidente, mas só o Cmt EB pode levar.
    Cmt EB liga para o MD: e agora?

    MD decide.

    Cmt EB discorda
    Coter e Companhia: divulgam (cópia/cola) decisão do Cmt EB
    Cmt RM/DE estão na formatura/inspeção. Atrasa a resposta em 2 semanas
    Cmt BDa: viajando e conhecendo as OM. Atrasa a resposta em 5 dias
    Cmt Btl: recebe via whatsped: delega para o S Cmt/Cmt Cia Faz Sl.

    Cap: tenente está autorizado
    Ten: discorda. “Eu acho melhor fazer assim”
    Sgt (lobinho). Eu não aprendi assim, CB, desenrola aí.
    CB: tá comigo sou cão nuclear
    SD: já deu baixa.

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