Governo do Rio pede a Lula GLO para cúpula do Brics; Forças Armadas estão de prontidão

TS_Exercito_Rio_Foto_Tomaz_Silva_15022017006-850x566

 

Presidente deve tomar decisão sobre o assunto na segunda-feira (30); Ministério da Defesa está de prontidão para realizar planejamento, com militares e equipamentos

 

Isabel Mega
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), pediu à Presidência da República, comandada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o emprego das Forças Armadas durante a realização da Cúpula do Brics, que será realizada nos dias 6 e 7 de julho na capital fluminense.

A solicitação de Castro chegou na quinta-feira (26) ao Palácio do Planalto. A expectativa é que Lula tome uma decisão sobre o assunto na próxima segunda-feira (30).

O pedido diz respeito a uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), instrumento que costuma ser decretado em grandes eventos como uma forma de reforçar a segurança de cidades e aumentar o nível de proteção a delegações internacionais.

A solicitação do governo fluminense é ampliado para o período que antecede e precede a Cúpula do Brics, compreendendo o prazo de 2 a 9 de julho.

A solicitação é para que o perímetro seja reforçado no entorno do MAM (Museu de Arte Moderna), onde ocorrerá a reunião dos líderes do grupo, e em outras áreas de interesse do evento, como a Marina da Glória, localizada no Aterro do Flamengo.

O Ministério da Defesa está de prontidão para o momento em que a Presidência da República autorizar o uso da GLO. O planejamento precisa ser feito com antecedência para o momento em que isso ocorrer, com militares e equipamentos preparados.

Na cúpula do G-20, a autorização para GLO foi concedida bem próxima da realização do evento, em novembro do ano passado.

Diferentes fontes do governo avaliam que desde os atos criminosos de 8 de janeiro de 2023, operações de GLO se tornaram mais sensíveis. A medida chegou a ser discutida dentro do governo federal logo após os atos, mas não foi adotada.
CNN BRASIL

Respostas de 4

  1. No Rio de Janeiro a falta de efetivo da apm é gritando, existe a questão da gestão sim, tem politicagem dos prefeitos em usar ” guarda armada e salário de 13 k”, mas também tem a saída fugaz do governador em usar o exército como força auxiliar da PM, dando assim oportunidade aos combatentes na linha de frente de não perderem a vida em campo de batalha, visto que estão atuando em uma guerra urbana, ou seja , guerra irregular.
    Temos os porém, a falta de legislação, Interpretação do Ordenamento Jurídico Brasileiro, e a a falta de punição dos verdadeiros criminosos , fará que está força auxiliar a PM, não dê resultados significados, ou seja, a criminalidade irá continuar imperando no Rio de janeiro com o APOIO DA SOCIEDADE.
    Ps: Especialista em segurança pública diz. Escrito em 28/06/2025… realidade, desconhecia por muitos ditos militares, primeiro ponto, porque uma força auxiliar da PM … PORQUE É A POLÍCIA MILITAR BRASILEIRA QUE ATUA NO POLICIAMENTO OSTENSIVA, coisa que Esporadicamente o exército terá que fazer no rJ, chamando inclusive em ” Força De Pacificação”, coisa que não EXISTE, não existe a possibilidade de pacificar criminosos, narcoterroristas, narcotráficantes, outro fato a ser levado em conta, qualquer instituição que atua em segurança pública no policiamento OSTENSIVO no Brasil, irá cair em descrédito, perguntem para os criminosos, viciados e leigos funcionais, se eles acreditam na PM??? LOGICAMENTE que não….podem ser presos, ou no caso dos leigos, dos teoria e pouca prática, eles simplesmente, somatizam os erros e subestimam os acertos da PM, por pura ignorância. Tenho dito.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *