Exército aprova o inicio do projeto de fabricação do obuseiro de 105mm nacional

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Projeto fará parte do Subprograma Sistema de Artilharia de Campanha

 

Foi publicada no Boletim do Exército desta sexta-feira(13), a portaria nº 1.549-EME/C Ex, que aprova a diretriz de iniciação do projeto de fabricação nacional do obuseiro autorrebocado de 105mm.

Essa aprovação vai regular as medidas necessárias para a iniciação do projeto, a ser inserido no escopo do Subprograma Sistema de Artilharia de Campanha (SPrg SAC), visando à elaboração do estudo de viabilidade e dos documentos preparatórios para a reunião decisória, para a obtenção de novos obuseiros, de fabricação nacional, que deverão substituir os atualmente empregados nas brigadas de Infantaria motorizada, leve e de selva, com uma produção inicial de 100 unidades.

Os trabalhos de elaboração da documentação pela equipe deverão ser concluídos em 90 dias, contados após a data de entrada em vigor da portaria, podendo ser prorrogados por mais 30, mediante solicitação fundamentada do chefe da equipe.

Atualmente o Exército Brasileiro (EB), através da Diretoria de Fabricação (DF), discute a produção nacional, sob licença, do obuseiro autorebocavel de 105mm L119 Light Gun, da BAE Systems, porem outras empresas já demonstraram interesse em participar do projeto, como a francesa KNDS, com o LG1; a turca MKE, com o ATLTH Boran; e a chinesa NORINCO, com o AH2.

O projeto busca a transferência de tecnologia plena, pois as peças serão produzidas nos arsenais de guerra, com apoio da base industrial de defesa, desenvolvendo a autonomia tecnológica no segmento de sistemas de artilharia de campanha, dominando os processos críticos de engenharia, fabricação, montagem, testes e certificação.

Tecnologia & Defesa – Edição: Montedo.com

Respostas de 9

  1. Seria um projeto de CANHÃO derruba drone e que certamente servirá para desfiles de 7 de setembro… Vc apenas pensou no drones e não nos desfiles?? Que mundo vc vive? Hein militar??
    KKK

  2. Os generais Estava falando que iria Entrar no modo sobrevivência, como isso agora?!
    Papai Lule acelera, pisa no Acelerador e Raspe mais o tacho das FA.
    Quero meio expediente, quero fazer bicos kkkk

  3. Vc está vendo a guerra da Ucrânia? Lá e guerra ade infantaria, trincheira, obuseiro, artilharia, batalha seria, e te drone TB mas drone não ganha guerra e não ocupa. Até na guerra do golfo os EYa usaram obus. Estude um pouco antes de postar aqui

    1. Se você estudasse Geografia, saberia que esse obuseiro teria de seu usado apenas na fronteira com a Bolívia, nem chegando a La Paz.

      No atual cenário, uma Bia O dessas nem se desloca. Os drones abatem.

  4. Sou artilheiro turma de 87 ESA, e me pergunto, nos dias atuais, qual a utilidade de um projeto de obuseiro auto rebocado de 105mm curto alcance, isso não pode ser sério, dinheiro posto fora.

    1. Eu entrei no Exército em 1985, na AMAN, saindo em 1988, Cavalaria. Assisti em 1987 a uma palestra do EME, em Resende RJ, sobre um projeto de tornar os obuseiros M101, de 105 MM em um modelo que o Exército da Coreia havia dobrado o tubo e Ampliando a propulsão da granada, aumentando o alcance da Art Cmp dos atuais 10 km para 20 km. Era algo meio assim, se a Coreia conseguiu, porque não conseguiríamos fazer o mesmo? Acredito após 40 anos, que como falam coloquialmente: “Deu ruim”. A Turquia, um país membro da OTAN, economicamente menor que o Brasil é autossuficiente na produção de armamento e até exporta. Temos de agradecer aos nossos governantes incompetentes que relegaram o país no contexto das demais nações como grande produtor agrícola mundial, mas que não consegue nem de perto debelar a fome do seu segmento mais pobre de cidadãos. Isso mesmo, para o mundo 🌎 todo somos meros fazendeiros. E os cientistas daqui Desprestigiados Vão contribuir com grandes realizações e descobertas no exterior. Autêntica hemorragia de fuga de mentes, que não se consegue estancar. Voltaremos…

  5. Se cortar as diárias e hora de voo “do general” sobra bastante dinheiro para os sub Projetos, o problema é que a ponta da linha sabe o que precisa, mas o EM/escritório de projetos, não concorda.

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