Depreciação: presidente do STM provoca reação ao citar ‘juizinhos’

A ministra Maria Elizabeth Rocha, primeira mulher eleita para presidir o Superior Tribunal Militar — Foto: Divulgação/STM

 

Maria Elizabeth Rocha talvez ainda ignore o que “juizinhos” representam para a Justiça.
Cláudio Humberto
Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), caiu nas rodas de deboche, em Brasília, ao afirmar que sua corte não processa os 22 militares acusados no suposto “golpe” porque “da Justiça Militar ao juizinho lá do interior”, só se age por provocação. E sentenciou pela mídia: todos perderão as patentes ainda que não seja condenados.

Sem vivência na magistratura, ela chegou ao STM em 2007 pelas mãos de Lula. Talvez ainda ignore o que “juizinhos” representam para a Justiça.

Lá no interiorzão, o “juizinho” a que se refere a ministra é quem ouve os casos, aplica a lei e garante a proteção dos direitos dos cidadãos.

Juízes de primeiro grau nunca são depreciados e sim homenageados nos tribunais de Brasília, na condição de linha de frente da cidadania.

Maria Elizabeth tem sido alvo de falatório sobre o número de assessores à sua volta, inusual até para os padrões de Brasília.
DIÁRIO DO PODER – Edição: Montedo.com

Respostas de 12

  1. Ao menos um juizinho passou por um concurso público de 8 etapas e teve que estudar a Lei orgânica da Magistratura suficientemente para saber que deve se abster de emitir juízo sobre causas que lhe competem, sobretudo se a emissão de juízo implica antecipação de culpa no processo penal.

    Gloria a Deus. Todos os envolvidos, busquem a suspeição da advogada que se tornou ministra por habeas corpus ao supremo.

    Juizinho kkkkkkk
    Teve nem coragem de fazer a prova.

    1. Tenho sinceras dúvidas se essa senhora seria aprovada no exame nacional da magistratura.

      O que mais causa espécie é que tramita no senado as emendas constitucionais nº 4 e 7, que tratam da criação de vaga no conselho nacional de justiça para membros da justiça militar da união e que trata da ampliação da competência da justiça militar para julgar questões cíveis envolvendo as forças armadas e policiais.

      É lamentável assistir pessoa com essa postura.

  2. Enquanto isso, promove reuniões e eventos no sTM com “povos originários”?!

    O que isso tem a ver com justiça militar?

    Mas é só acompanhar como foi alçada a ministra do STM, o que fazia antes e quem é o seu marido para compreender esses absurdos.

    (Pistas: era advogada ligada/filiada ao PT; seu marido, general, era o “churrasqueiro do Lula”; foi nomeada ministra pelo Lula.)

  3. Bom dia.

    Só se desilude quem se ilude!
    Considerando que se trata de uma ministra/juíza biônica devemos reconhecer que ela está fazendo um excelente trabalho para o sistema que a nomeou!
    Se não for pedir muito…..
    Volte a estudar direito constitucional (a senhora têm especialização na área) e submeta-se a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LEI COMPLEMENTAR Nº 35, DE 14 DE MARÇO DE 1979).
    A senhora está aplicando magistralmente o que parece ser o maior princípio do ordenamento jurídico brasileiro, trata-se do “princípio da relativização pela conveniência”.
    Parabéns a senhora já conquistou seu lugar ao sol agora, como servidora pública trabalhe para o interesse público dentro da lei.

  4. Essa é a realidade da nossa sociedade. quem tem poder fala o que quiser e na hora que bem entender. sao a elite, a camada superior da sociedade, acima do bem e do mal. Como cobrar da sociedade brasileira coerencia, urbanidade, respeito se aqueles, com um nivel superior, cometem esses absurdos. assin é a nossa cultura, de colonizador e explorado. triste pais que caminha para o mais fundo dos buracos

  5. Pelo visto a Diferença entre ela e os militares sem Formação Jurídica para compor a corte, e que alguns usam cueca e outros calcinha.

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