Comandante do Exército vai começar a abrir espaço na agenda para declarações públicas sobre os projetos da força
Robson Bonin
Interlocutores do comandante do Exército, o general Tomás Paiva, dizem que o militar vai começar a abrir mais espaço em sua agenda para declarações públicas sobre os projetos da força.
Para o Exército, a defesa dos projetos da instituição é importante porque a área militar vive um período de asfixia financeira no atual governo, com dificuldades para implementar licitações.
Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro já reclamou abertamente das decisões ideológicas do governo petista que atrapalham os negócios na área militar.
“Houve agora uma concorrência, uma licitação, venceram os judeus, o povo de Israel. Mas por questões da guerra, do Hamas, os grupos políticos, não estamos com essa licitação pronta, mas por questões ideológicas, nós não podemos aprovar. O TCU não permitiu dar ao segundo colocado e nós estamos aguardando que essas questões passem, para que a gente possa se defender”, disse Múcio em outubro do ano passado.
Com a denúncia entregue pela PGR ao STF, o comandante avalia, segundo seus interlocutores, que já é possível “virar a página” de suspeição que as investigações do plano de golpe de Estado lançaram sobre os militares e que é hora de voltar a falar de projetos de Defesa e de assuntos relevantes ao país, do ponto de vista dos militares.
A denúncia da PGR cita ações criminosas de militares de diferentes patentes, mas deixa claro que o golpe de Estado só não foi implementado porque o Exército e a Aeronáutica não se alinharam aos golpistas.
Segundo a procuradoria, Bolsonaro obteve o apoio do comandante da Marinha, Almir Garnier, e do próprio ministro da Defesa, Paulo Sérgio Oliveira, no intento criminoso, mas foi barrado pelo comando do Exército, que ameaçou prender o presidente, caso ele adotasse medidas ilegais para barrar a posse de Lula, o presidente eleito em 2022.
RADAR (veja) – Edição: Montedo.com
Respostas de 12
E a debandada de oficiais e praças das Forças Armadas continua a todo vapor.
E o salario ó.
4,5% SÓ PRA trouxas.
Comandante Geral aBrindo um espaço na agenda Já é um bom começo para manter a credibilidade das Forças Armadas perante o povo, não podendo dar ouvidos as posições” ideológicas do governo petista que atrapalham os negócios na área militar”, nem o atual Comandante entrar no mérito em defesa de ex-presidiário, caso contrário o povo esclarecido irá continuar sempre ” malhando” as Forças Armadas.
Quero ver virar a página dos baixos salários.
Melancia.
Chegamos ao fundo do poços em termos de vencimentos para praças. Triste não
Esse Tomás não engana ninguém. Tá sempre tirando o foco. De salário.nao fala. Garantiram o deles com o trouxa do bolo.pio cmt de todos.
“General Tomás vai virar a página do golpe”
Será?!
Pediu demissão?
E os 4,5%?
Bah!! Isso não muda nada.
Que grande estratégia?!
Aí vai gerar mais vaigens pelo brasil e resultar no final em ‘diárias polpudas no meu bolso”…
Brasil está perdido.
Capacho do Nine.
Ontem o saci passou aqui e disse vai se alistar.
Colômbia possui aviões de origem israelense e atualmente não consegue peças de reposição. É, bom aprender com os erros dos outros.
Quero virar a página do consignado, torcendo para o INSS assumir de uma vez, para ter reajuste anual.