Militares são oriundas da primeira turma mista, formada em julho do ano passado, no Rio de Janeiro
Brasília – Após cinco meses servindo no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB), nesta semana, as 12 Soldados Fuzileiros Navais que servem na Organização Militar (OM) passaram a compor a escala de serviço do Ministério da Defesa (MD). As militares são oriundas da primeira turma mista do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais, concluído por 114 mulheres, em julho de 2024.
Apesar de as militares já integrarem a escala do GptFNB desde setembro de 2024, elas passaram por um treinamento de aproximadamente uma semana, acompanhando militares que já guarnecem os postos do MD, para poderem iniciar as atividades.
“O serviço se parece muito com o que já realizamos no Grupamento, mas, como é o primeiro dia, ainda estamos nos adaptando à rotina da OM, que é um pouco diferente, já que circulam autoridades de todas as Forças”, explicou a militar Luísa Midiã Bernardo Serra, em entrevista à Assessoria de Comunicação do MD.
Carreira inédita
As 114 mulheres que se formaram no Curso de Soldados Fuzileiros Navais no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA), no Rio de Janeiro (RJ), escreveram uma nova página na história da Marinha do Brasil (MB) e nas Forças Armadas. Esse fato inédito representou a inclusão das mulheres em todos os Corpos, Quadros, Escolas e Centros de Instrução da MB, permitindo que, desde então, elas passassem a ocupar cargos e funções que antes eram destinados apenas a homens.

Presença feminina na Marinha
A participação feminina na Marinha começou em 1980 com a criação do Corpo Auxiliar Feminino da Reserva. Nos anos 90, foi realizada uma reestruturação que ampliou a participação em cargos de Direção, Comando e comissões, culminando com a promoção, em 2012, da Contra-Almirante (Médica) Dalva Maria Carvalho Mendes, primeira militar brasileira a alcançar o posto de Oficial-General.
MD
Respostas de 15
Uniforme branco para combater. “TA SERTO!”
Serto com s é terrível.
Tá sertu cim!
Meus pêsames.
Se me lembro eram mais de 700 no início e sobraram 114.
Como com um salário desse consegue viver em Brasília
Eh, 2300 brutos, 2000 líquido. Certamente tem que ser ” bico “.
Enquanto isso, homens trabalhando de caixa de supermercado. Vamos ver se, quando tiver uma missão do batalhão de engenharia, terá mulheres pegando tora mas costas, ou espalhando asfalto quente com rodo de madeira. 😉
Bem-vindos à “Era da lacração”.
“Tudo pela imagem, pelo rótulo; nada pelo conteúdo.”
Será um milagre sobreviver em Brasília com a migalha de salário que recebem.
muito serviço kkkkkkkkk
Escala 1×1 e cumprindo expediente pra passar KAOL nos pratos e talheres banhados a ouro dos Oficiais. E não pode usar celular pra “Não comprometer a segurança Nacional”
“Isso é Marinha”
Tenho vergonha disso tudo.
Se for pra Enfraquecer e arrebentar com tudo, ta no caminho certo.
O que Realmente importa e necessita ninguem busca, ninguem o faz.
Daqui pra frente e so pra tras.
Arrombados
Salário de varredor de rua ,sem direito a nada, inclusive ao convívio familiar. Escala de serviço desgastante. Essas moças não aguentaram 1 ano.
* Não aguentarão.