Após um mês, tropa que participou de exercício militar nos EUA retorna ao Brasil

A quarta edição do Exercício Core foi realizada no período de 5 de agosto a 4 de setembro, no Fort Johnson, uma base militar do Exército dos EUA (Foto: Centro de Comunicação Social do Exército)

 

O efetivo será recepcionado na Base Aérea de Belém (Babe) nesta quarta-feira, momento em que o Comando Militar do Norte (CMN) fará uma cerimônia em alusão ao encerramento do exercício bilateral

Dilson Pimentel
Belém – Após um mês dedicados às atividades do Exercício Core 24 (Combined Operation and Rotation Exercise, ou Exercício Combinado de Operação e Rotação), os militares do Exército Brasileiro, que participaram do exercício combinado com o Exército dos Estados Unidos, retornam a Belém na próxima quarta-feira (4). O efetivo será recepcionado na Base Aérea de Belém (Babe), às 9 horas, momento em que o Comando Militar do Norte (CMN) fará uma cerimônia em alusão ao encerramento do exercício bilateral.A tropa é composta por 180 militares de origem paraense. Eles integram a Subunidade Core, um efetivo especializado em operações de alto nível, subordinado à 23ª Brigada de Infantaria de Selva, localizada em Marabá, no sudeste paraense.

Além do efetivo do Pará, outros 41 militares de diversas Organizações Militares do Brasil integram o grupo, totalizando 221 militares do Exército Brasileiro (Foto: Centro de Comunicação Social do Exército)

Para participar do Exercício Core 24, esses militares passaram por intenso adestramento, em nove edições da Operação Munduruku, realizadas em Marabá. Essa preparação iniciou em fevereiro de 2023, com uma série de adestramentos operacionais, acompanhamentos psicológicos e treinamentos físicos, feitos de forma gradativa, e coroados com exercício com tiro real, realizado em Marabá.

Além do efetivo do Pará, outros 41 militares de diversas Organizações Militares do Brasil integram o grupo, totalizando 221 militares do Exército Brasileiro a representar o país, nos Estados Unidos. Em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), o grupo seguiu rumo aos EUA, no dia 5 de agosto, a bordo da aeronave KC-30 (Airbus A 330).

OLIBERAL – Edição: Montedo.com

Respostas de 3

  1. esses intercâmbio, seria proveitoso se o Exército não estivesse sucateado e pudesse por em pratica o que aprendeu nos Estados Unidos, mas aqui tudo é limitado, então de nada adianta isso tudo, é só para Inglês ver.

  2. Infelizmente quando este pessoal altamente especializado retorna dessas missões de altíssimo gabarito acaba relegado ao esquecimento ou acaba agonizando em alguma função rolha totalmente diversa das funções para as quais foi especializado às custas do erário público. As funções de monitoria e instrução, as quais dão pontos valiosos para as promoções, e nas quais este pessoal deveria estar disseminando os conhecimentos adquiridos, são sempre ocupadas por puxa sacos patológicos, idiotas que costumam rir das piadas dos oficiais e que se solidarizam com as agruras de sua sofrida carreira, assadores de costelão e amigos dos amigos. Pessoal que, em geral, nunca desempenhou qualquer função relacionada à própria formação ou à própria QM, mas que, todavia, são considerados homens de confiança dos chefes, por estarem debaixo de suas asas, e do ar condicionado, nas seções desde sempre. Sem contar as indicações interpessoais de irmãos, primos, compadres e afins. Pobre contribuinte…

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