Parceria para uso de energia renovável vai gerar economia de R$ 2,1 milhões por ano às Forças Armadas

MÚCIO ASSINA CONVÊNIO ENERGIA SOLAR NAS FORÇAS ARMADAS

 

Projeto prevê a construção de 10 usinas solares e a troca de 3,6 mil lâmpadas

 

Rayane Bueno, com informações da Neoenergia (Foto: Hisac Pereira)
Brasília – O Ministério da Defesa (MD) e a empresa Neoenergia firmaram parceria para instalação de usinas solares e para substituição de lâmpadas convencionais em prédios da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira. Além de fomentar a utilização de energia limpa e renovável, o novo convênio vai gerar uma economia de R$ 2,1 milhões por ano às Forças Armadas. O acordo de cooperação foi assinado nesta terça-feira (9), pelo Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, e pelo presidente da companhia, Eduardo Capelastegui, durante cerimônia em Brasília (DF).

Até o final de 2024, o projeto prevê a construção de 10 usinas solares e a troca de 3,6 mil lâmpadas por modelos LED, 40% mais econômicas, em instituições militares localizadas no Distrito Federal, na Bahia, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e em São Paulo. A parceria contará com investimento estimado em R$ 8,8 milhões, por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), da Neoenergia, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O convênio reforça o compromisso da Defesa com a adoção de iniciativas voltadas à sustentabilidade e à preservação ambiental. As Forças Armadas e a Neoenergia possuem outras parcerias há cerca de 10 anos. Ao todo, 66 instituições contam com ações de eficientização de energia. “Estamos dando exemplo de que boas práticas adotadas agora vão gerar benefícios no futuro”, disse o Ministro José Mucio durante a assinatura do acordo.

Também estiveram presentes à cerimônia representantes das três Forças, da Neoenergia e da Aneel.

 

5 respostas

    1. Milico Desmotivado sugiro o seguinte: pegar os milicos desmotivados e mandar tudo na rota.

      nada fazem, só arrastam correntes pelos Quarteis e são um peso morto. Causam somente discórdia e trabalho a mais para quem já trabalha. Ao final das contas não farão falta alguma e o EB vai economizar. rsrsrsrsrs

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