Uma ‘bolha’ chamada QEMA

DISTINTIVO DA ECEME

 

O que vai a seguir foi divulgado no Instagram pelo perfil Exército da Depressão. Cheguei a imaginar que fosse piada. Não é.

O texto faz parte de uma tese de doutorado, apresentada em 2018, cujo link de acesso está ao final da postagem.

 

“O oficial superior, ao concluir o Curso de Comando e Estado-Maior do Exército da ECEME, recebe a insígnia correspondente que o identifica como oficial QEMA. Essa insígnia é muito importante e valorizada e, nos uniformes de manga comprida, à exceção do camuflado, são dispostas na região central da manga, na altura da parte superior do antebraço, um pouco abaixo da articulação do cotovelo.

Em oposição aos QEMA, os QSG não usam nada nas mangas compridas dos seus uniformes, motivo pelo qual recebem a alcunha de “mangalisa” ou “mangão.” O oficial superior, assim, ou é QEMA ou é “manga-lisa/ mangão”.

Quando é QEMA, o oficial superior é detentor de um poderoso capital simbólico. Tem prestígio, é respeitado. Quando fala, é ouvido não somente por seus subordinados, mas também por seus superiores, por seus comandantes e pelos generais, e suas considerações têm credibilidade. Possui um status diferenciado e a ele são conferidas precedências.

Oficiosamente, somente na prática, é claro, tem precedências até sobre oficiais “mangões” mais antigos, a despeito das normas que regulam a hierarquia e a disciplina, pois é o oficial que acompanha o general, que se reúne com a autoridade, que assessora o comandante. Em suma, é o oficial de confiança do superior e aquele que está sendo preparado para alçar à esta posição superior no futuro. Por isso, deve ser preservado, é imperioso que seja prestigiado.

Pode ser mais moderno que um QSG numa determinada situação, mas é o mais importante na estrutura do poder e, no desenvolvimento da carreira, é o que vai ascender aos postos mais elevados, enquanto o QSG circunstancialmente mais antigo passará em breve para a reserva remunerada e desaparecerá.

O “mangão”, quando desiste da ECEME ou vence a fase de prestação do concurso sem lograr êxito, não tem mais nada a esperar da carreira a não ser o tempo mínimo exigido de permanência no serviço ativo ou, como também é comum, a última promoção, ao posto de coronel […].

Estes são os únicos motivos que justificam socialmente a permanência do QSG no serviço ativo: a espera pela promoção a coronel full ou a espera do tempo mínimo para a transferência para a reserva remunerada.

O tenente-coronel “mangão” ouve correntemente a pergunta: “quanto tempo falta para ir embora?” A resposta ou é o tempo que falta ou “estou esperando sair ‘full’, daqui a…”. Até a época da promoção é informada, como que a justificar o fato de ainda estar na ativa.

A partir daí, para os poucos que, por um motivo ou outro da esfera pessoal, permanecem no serviço ativo, coronéis full “mangões” com tempo “para irem para casa”, começam as brincadeiras entre os companheiros de turma. A esta altura, boa parte da turma já está na reserva, todos os “mangões”.

Os que estão na ativa são os poucos QEMA da turma, no desempenho das suas funções de prestígio, cheios de poder e honra, aguardando o ano de promoção da turma a general, o que se dá exatamente trinta anos depois da formatura na AMAN. […]

As brincadeiras com um “mangão” “full” com “tempo para ir embora” são só por parte dos “mangões” que já estão na reserva. Um QEMA não brinca com essas coisas.

  • Um QEMA é um oficial sério, tem uma postura elegante e profissional.
  • Um QEMA joga tênis, bebe moderadamente whisky 12 anos, viaja todos os anos para a Europa ou para os Estados Unidos.
  • Um QEMA sabe tanto estar numa situação real de combate quanto numa recepção ao lado das mais altas autoridades da República.
  • Um QEMA, nesta fase da carreira na qual somente eles, os QEMAs da turma, ainda estão na ativa, é tanto um comandante firme e rígido no cumprimento da sua missão de combate quanto um gentleman polido e gentil nas esferas sociais do poder.

O Exército, a esta altura das suas trajetórias, já os forjou tanto numa situação quanto na outra. Diversas vezes. Mas são divertidas as brincadeiras que os “mangões” que já estão na reserva fazem com o “mangão” “full” com “tempo para ir embora” que ainda permanece na ativa: “e aí, fulano, está esperando sair general?” Muitos risos de todos os demais “mangões”. Gargalhadas mesmo. Alguns ensaios tímidos de sorrisos discretos e contidos dos QEMAs, olhando em outra direção e recompondo a compostura. Observa-se, assim, que o QSG sai da ribalta. […]

O QSG aquieta a sua carreira. Pode tentar não ser mais transferido e muitas vezes consegue. Estabelece-se em uma cidade e se prepara para a reserva. O Exército não oferece mais perspectivas para o desenvolvimento deste profissional.

É o fim da linha, não haverá mais oportunidades, nem cursos, nem investimento da parte da Instituição nesse combatente em fim de linha. Nada se espera mais dele, ele não espera mais nada da Instituição em termos de possibilidades profissionais.

Nos filtros ao longo da carreira, este é o mais significativo. O QSG é um oficial que não passou para a fase seguinte, ficou pelo caminho. Não foi selecionado pela Instituição para prosseguir no preparo para o exercício das suas funções mais importantes: assessorar generais, comandar, representar o Exército no interior do país e até no exterior, concorrer ao generalato, ser promovido a general e, mais tarde, após vencer todos os demais filtros interpostos pela carreira, comandar a Instituição.

Não que o oficial tenha se desgostado da profissão militar, a questão é outra. Chegou ao fim da linha no que se refere à sua carreira. Chegou onde podia. Mas o Exército continuará fazendo parte da sua vida.

[…]

O oficial QEMA prossegue. Muitos da sua turma ficaram pelo caminho, ele é um dos que venceram esta longa e desgastante etapa de preparação, concurso e curso. Permanece dedicando-se exclusivamente à sua carreira. Muitas transferências, realização de outros cursos, missões no exterior, assunção do comando, exercício de funções de instrutor, integrante e chefe de Estado-Maior de Grandes Unidades e de níveis superiores, enfim, em termos de ritmo de trabalho nada muda. Ou melhor, a responsabilidade aumenta, os encargos se intensificam, a dedicação se aprimora. Vive uma outra fase, a fase da maturidade na vida e da prudência na carreira. Continua amadurecendo, prossegue se dedicando, cada vez mais.”

[…]

Edição: Montedo.com

Acesse: www.maxwell.vrac.puc-rio.br/34898/34898.PDF

 

Respostas de 124

  1. Depois que for todo mundo para o INSS, quero ver como vão ficar esses gentleman das FAA, que falam várias línguas e jogam Tênis, com salário menor que de STen, onde vai ficar esse orgulho e pompa? Ainda bem que sou Praça, e que já não tem nada para ser tirado.

    É o governo da vingança.

    1. O texto é bem interessante. Reflete em grande parte a realidade da Força hoje, excesso de vaidade e pouquíssima liderança. Dá até vergonha.

    2. Há 2 portas pra entrar nas FFAA, a de oficiais e a de praças, vc escolheu uma, eles escolheram outra, não fique amargurado com isso e seja feliz.

      1. Negatico!
        Esqueceste doutra porta, a do Serviço Militar Obrigatório.
        Aqui no Blog tem um monte desses Militares especiais, muitos com canudos.

  2. Você não sabia disso, Sr Ricardo Montedo? Essa é desde antes da fundação do Blog e é exatamente isso. Considerações bem antigas e verdadeiras. E tem mais, que o texto não aborda. O QEMA usa o “Kolynos” no bolso e na manga… Agora é para quem passa no concurso e se dedica muito mesmo aos Estudos, porque o concurso não é e nunca foi fácil…

        1. Vou te situar, pobre gourmet:

          Você leva 30 anos para ganhar a metade do salário de um menino de 25 que passa em um concurso para Delgado, Promotor, Juiz, Fiscal da Receita…etc

          O teu orgulho não cabe no teu salário.

          Arranje uma vaga de PTTC para engordar os teus proventos e te ajudar a pagar O que você emprestou na POUPEX para comprar o seu Apezinho.

    1. Pra variar se escondendo no nome…. se fossem tao bons seriamos o melhor exertcito do mundo, e os nossos generais seria verdadeiros Napoleoes. acorda! estao todos na mesma privada mal cheirosa

      1. Não, realmente não somos os melhores, mas há de concordar que basta se destacar um pouquinho mais que a maioria, que já pode se sentir plenamente satisfeito.

  3. Muito me orgulho de ter sido QEMA quando oficial da Ativa. Servi a 5 generais de Divisão e a 6 Generais de Brigada. E é realidade mesmo, o oficial general tem mais confiança e ouve mesmo o QEMA. como QEMA apresentei ao Secretário de Economia e Finanças do EB um Estudo de 200 páginas para tornar a despesa com o Fardamento obrigatória. Garantir que o fornecimento de uniformes pelo Exército não sofresse com descontinuidade orçamentária. Se os Recursos são mal empregados é outra coisa. Prova está que fui testemunha ocular da Aprovação do meu trabalho perante o MPOG (pessoal civil) além de uma Série de elogios de superiores, pares e subordinados. É ser QEMA não é fácil. Mas basta passar no difícil concurso de Admissão. Bora Tentar?

    1. Difícil?
      Por ano formam 450 asps
      Por ano oferecem 130 vagas
      3 candidatos por vaga, 2 matérias (historia e geografia).

      Ain mas concorrem 5 turmas por concurso.
      Sim, e o mesmo candidato tem 5 chances.
      Fora que muita gente sequer tem essa ambição, metade quer só esperar o tempo passar e ir pra reserva, descobriram que o país vermelho não existe.

      Amigão, vai ver a concorrência para o banco do brasil, e o que o edital cobra.

    2. O que é o Curso de Comando e Estado-Maior do Exército perante meus canudos?
      Respondo: nada.
      Conheço outros QE’ com até pós-Graduação e doutorado.

      1. Canudos em geral não geram maior remuneração, nem na reserva Remunerada. Só servem para enfeitar o ego de recalcados nas paredes da sala de estar para os convidados…

        1. O que serve é esse doutorado da eceme com teses de 40 folhas cheias de imagens inuteis e citacoes de manuais.
          Por isso todo coroné é contratado pelo google, nubank ou universidade pública.
          Só tese bodosa…
          A proposito. Qual a qualificação qualis?

          Te dizer uma coisa meu amigo, no mundo real, no mundo civil, as pessoas dão risada disso (é sério)

          1. Sim e eu exatamente concordei com isso: canudos “em geral” civis e militares só servem de enfeite na parede para impressionar. Ou você se convenceu que alguma coisa dessas dá efetivamente $$$ aí fora. Fala Sério…

        2. Então é igual a um diploma da ECEME, que te deu um aumento insignificante no salário, e não serve para nada no mundo civil.

          O QE dos “canudos” ainda terá oportunidades de emprego no mundo civil, você nem isso, com o seu doutorado de 40 laudas.

      1. Não Foi Dito Nada Sobre Puxa Saquismo E Sim Que Servindo Diretamente Com 10 Generais Esses Invariavelmente Privilegiam Os QEMA. Muitos Falam Que Servem À Pátria, Mas O Bom Mesmo É Jogar Bola Nos Quartéis Não É Mesmo?

    3. Na reserva tem tanta moral quanto um cabo velho… kkkķ
      Tem q fucar indo em jantarzinho e trabalhando em poupex e gboex para continuar ser chamado de coroné… kkkk

        1. Contracheque bem defasado, por sinal…kkk

          Coroné com doutorado fake Ganha menos que um 1° Ten da PM/DF, que um PRF no topo da carreira. qualquer concursado de nível superior de um tribunal de justiça, no início da carreira, ganha mais que vocês.

          Quando vão para a reserva, e não tem mais direito ao PNR, juntam a verba indenizatória e o financiamento na POUPEX para comprar um Apezinho.

          Para ganhar mais, correm atrás dos contatos para garantir uma vaga de PTTC, porque no mundo real esse doutorado de 40 laudas, não tem nenhuma serventia.

          vocês não enxergam isso porque vivem em uma bolha, que os isola da realidade.

    4. pARABÉNS QEMA so sou contra OS PUXAS SACOS SGD tem q ser EXTINTO ACABAR COM O PUXA SACO NO EB… CHQAO nao deveria haver conceito afinal concurso nao deveria haver conceito isso e UMA VERGONHA E IMORAL …

    5. Pode não ter sido o que quis dizer, mas parte de sua fala é verdadeira e o que mais me preocupa: “servi a xxx Generais…” O militar não deve servir a Generais, mas à Instituição. Quando o oficial passa a ser QEMA, por ter aspirações futuras, começa a ser “muito cauteloso” nas suas opiniões, sob pena de jogar todo seu esforço no lixo, e aí que mora o perigo. a autenticidade pode ficar em segundo plano (e já vi ficar em várias situações na carreira). Outra postura que incomoda bastante é a de que todo oficial qSG é um “frustrado que não conseguiu passar no concurso”, como o senhor mesmo insinua no seu comentário. Conheço uma série de cel altamente profissionais, mas que nunca conseguriam ser subservientes, e hoje se destacam no mundo civil. Algum demárito nisso?

      1. o curso da ECEME é justamente para assessorar oficiais Generais dentro de funções de um Estado maior de GU e G Cmdo. Não entendi o porque do melindre. Sempre se trabalha em equipe e se dirige a um chefe que ao final é o oficial General, não passa por outro, esse oficial general é que decide tudo no âmbito das suas atribuições. Simples Assim.

        1. Sim, não há nada de errado e nenhum melindre, simples questões de escolha. Falou muito bem em relação ao trabalho em equipe, ninguém faz nada sozinho. Toda a discussão aqui se deu pelo entendimento do texto (que qualquer militar de verdade sabe que é real) de que o QEMA, muitas vezes, se acha uma casta a parte, que pode se utilizar do trabalho dos outros pra se autopromover pelo simples fato de ter sido aprovado no concurso (difícil, sim, mas que testa muito mais o “saco” e o mecanicismo de se enquadrar no tal “método” do que realmente o conhecimento ou a capacidade de Comandar). Prova disso é que talvez 80% do EB já teve um Cmt “aloprado”, até inteligente, mas com zero tato ou Inteligência Emocional? O senhor nunca conheceu um assim? Tento ser respeitoso em qualquer colocação que faço, mas sua resposta a vários comentários aqui (partindo do princípio que tudo seja verdade, deixo claro), mostra que passar na ECEME não blinda ninguém da arrogância. Minha intenção não é ofender, mas oficiais com essa característica existem aos montes e a estrutura da força, infelizmente, alimenta esse tipo de pessoa, com egos enormes e sempre tendo auxiliares que são vistos como escravos. Grande abraço e felicidades na sua vida fora do EB (viu, ela existe tb sem farda ou distintivos)

      1. Tem erro nenhum. Inclusive como advogado as minhas petições são muito bem entendidas, tanto pelos juízes de 1ª instância como de tribunais superiores. Por ter o privilégio de ter servido “com” Generais, hoje tenho muito boas conversas com os magistrados dos processos que patrocino. E isso tem rendido bons fruto$, pode crer. PS: A guerra no direito é real e só vencem os melhores… principalmente quem teve o Kolynos… Já estou simplesmente a muitos km de distância em discussões remuneratórias dos militares… tá bom ou queres mais?

    6. Vós, participastes de quais guerras, ó QEMA?
      Fora o papel, a quem vós liderastes?
      Na moral, pra fazer essa rolha que você se gaba, um civil com curso em Adm faria.
      Coisa de milico vc não fez. Quanto tempo vc passou na tropa à frente de pelotão, Cia? Pra servir “a generais” vc nunca assinou cartão de cabelo de soldado. Embusteiro.

  4. Lendo essa pérola não consigo acreditar que seja sério o texto. Prefiro crer que se trata de ironia, um tipo de brincadeira que se faz entre eles.

    No entanto, se isso for mesmo sério, é a prova cabal da infantilidade desses senhores.

    Junta-se as “verdades” desse texto com os bonecos e demais brinquedos espalhados milimetricamente nas mesas, além de “QEMAs” e “guerreiros” desmaiando diante da autoridade policial, e tem-se a constatação de que quarteis estão nas mãos de meninos sonhadores.

    A sorte do país é que não temos inimigos (acho) e que tão cedo não se vislumbram as FA entrarem numa guerra.

    1. Vou Te deixar a seguinte reflexão: o ACE (Alto Comando do Exército) é formado por oficiais oriundos do: a) QCO, B) QAO, C) QSG, D) QEM, E) Nenhuma das alternativas anteriores.

    2. Eles são muito infantis.
      Crianças crecidas.
      O melhor é a parte do texto que fala de serem preparados para o combate, que combate meu bom Deus?

      1. Como QEMA servi com 2º Sgt com 3 missões no exterior que não sabia utilizar um GPS de Campanha, além de se enrolar na transposição das coordenadas geográficas para Métricas e vice versa. Muito provavelmente o que se prepara em Campanha será inevitavelmente reproduzido em combate.

        1. E….que grande diferença faz usar um GPS…vcs estavam no meio do Saara? Não tinha Smartphone com Maps? Conheço oficial que não sabe pregar um prego e vive estudando sobre Bitcoin., sabe menos ainda de assuntos militares. Papo de criança e generalista esse seu.

          1. Logo se vê que você não é militar mesmo ou se o for é completamente despreparado para falar uma asneira enorme dessas… Smartphone com Maps ou Wase em campanha essa é pérola…

        2. Meu deus. Quanta emocão! Tirou selfies?
          Para um profissional da guerra que nunca viu nenhum confronto realmente vc ganha bem demais.
          Quanto mérito, quantos desafios. Servir generais, usar o gps de campanha

          1. Ninguém foi ao combate mais desde 1945. O pessoal vai a missão de Paz e GLO, crentes que são a nossa atividade fim. e somos absolutamente esquecidos da nossa atividade fim que é a defesa externa. É isso…
            Cb, Sd e Sgt que acham que nós agimos como polícia e a culpa desse despreparo é de todos nós…. sem exceção alguma…

        3. Vou te contar uma: como bacharel, licenciado, mestre, doutor, e subtenente, já li “teses” de “doutores” da ECEME, que mais pareciam trabalhos de ensino médio.

    1. Também é FE , comandos e o carajos de asa! Hoje é deputado , tudo por esporte. Póis a família dele é muito rica, inclusive ele que disponibilizou aeronaves para o curso de FE pudesse saltar. E você é o que?

  5. Vcs não sabem como é humilhante não ser de arma base e ainda por cima QSG.
    É um atestado de incapacidade, não vale mais a antiguidade, vc vira um peso morto e até um problema para o QCP quando muito antigo.
    Quem pensa que a vida do Of é um mar de rosas ñ sabe o que é ser QSG

    1. Coronel, dificil é ser 3º ou 2º sgt morando em capital e ficar entre cortar comida na feira ou morar numa favela, para que o dinheiro dê em casa. Nas capitais do país não existe aluguel digno abaixo de 2 mil reais. O senhor sem qema deve tirar seus 15 liquidos, paga um aluguel a beira mar e ainda sobra 10 mil pra torrar, o 3º perde metade do salário só com aluguel.

  6. 450 o que mesmo? Se formam ou concorrem? Então faz meu amigo e vamos ver se passa. Tem gente que tentou 10 vezes quando era permitido e não passou. Porque você não faz o do Banco do Brasil e testemunhe a sua renomada experiência Então? Compartilhe com todos nós a sua admissão ao Banco do Brasil.

    1. 2 matérias.
      3 candidatos por vaga.
      Realmente é algo impossível.

      Concurso para ser escriturário do banco:

      1.645.975 inscrições efetivadas (Edição 2023)
      4 mil vagas.
      411 candidatos por vaga
      15 matérias.

      O fato de alguém tentar 10x e não passar só prova a qualidade desse alguém.

      Da proxima vez que for ao caixa, pense que se você é muito especial por esse feito incrivel, ele maia ainda.

      Ah, e eu não faço o concurso do BB pq ganha 3.122 reais.

      joguei cal no seu ego, ne?

        1. Não entendi a colocacao. O escriturário serve ao povo brasileiro e as FFAA a elas mesmas.

          o escriturário do BB serve ao brasil muito Mais que o coroné.
          Só ver o que acontece quando eles entram em greve.
          Já o coroné só é lembrado quando começam a questionar os “privilégioS” e ameaçam mudar a previdência

          1. Stanislaw Ponte Preta, ele mesmo um escriturário do Banco do Brasil, tem uma outra visão sobre o serviço prestado pelo escriturário, está disponível para você ler.

      1. Só uma observação em realação ao salário do BB – 3.622,23 reais + Adicionais = 8.719,62 reais inicial (Segundo o próprio site do Banco)
        A média salarial após 5 anos é acima de 15 mil!

    2. Vou te contar uma: como bacharel, licenciado, mestre, doutor, e subtenente, já li “teses” de “doutores” da ECEME, que mais pareciam trabalhos de ensino médio, com 40 /60 laudas.

      Obs: ninguém lê o que é escrito nesses trabalhos corrigidos por eles mesmos.

      Eu ainda perdi um tempinho….kkkk

      1. Como dizem, “mangão só reclama”.
        Se vc disse sim, não se dedicou ao concurso. A regra era clara.
        Todos querem ter voz, mas não querem a cota de sacrifício e muito menos a responsabilidade das funções.

    1. Com todo o respeito, eu disse esse sim na ESPCEx, caro Cel… Esse devaneio de que só Of QEMA deve ter voz no EB é de uma infantilidade gigantesca. Busque na memória, o senhor vai achar algum QEMA que não vale nada, mesmo tendo ECEME, assim como tem QSG… Caráter não entra na prova de títulos.

      1. Os oficiais QEMA estudaram nos mais altos niveis. Os outros não quiseram ou fracassaram na missão. Por isso a voz é de quem tem o Kolynos

        1. Pra não ficar nadando no raso, o ponto a ponderar é: pq muitos não querem? a reposta simplista: são vagabundos, não querem estudar, não têm responsabilidade… Mas, quem tem honestidade intelectual, sabe que tem muito cara bom que sequer cogita fazer ECEME e ter que se submeter a alguns “caprichos” de outros QEMA (Sim, vc sabe do que estou falando, não se faça de desentendido…kkk). Continuam fazendo seu trabalho, estudando, se aperfeiçoando em várias áreas, dando a atenção que sua família merece (talvez tenha mexido num assunto sensível aqui, não?) e, ao final da carreira, conseguem ver possibilidade de continuar gerando valor fora da Força, sem precisar ser PTTC ou representante da POUPEx (nada contra, mas… vamos aproveitar a vida e tentar algo diferente?). Cada um na sua, mas controlar a soberba nunca fez mal pra ninguém…

          1. Não há outra área a ser estudada.
            Você escolheu o serviço da pátria. Você não é QEM, não é QCO, não é QAO. Vc é linha bélica e há um fluxo de carreira com determinados cursos para SUA carreira.
            Se não fez por comodismo ou incapacidade, saiu do planejamento de capacitação da sua carreira. E a consagração da vida do Oficial de AMAN é isso, o Comando, o assessoramento no mais alto nível.
            Não há nada além disso para estudar, a regra foi colocada antes mesmo da sua incorporação e você sabia exatamente como deveria se dedicar.
            Agora não reclame.
            Mangão só reclama.

          2. Eu não conheço nenhum bom profissional que não tenha nem ao menos tentado com afinco o concurso da ECEME.
            Pq se não tenta e dá o máximo de si, não tem compromisso nem com a instituição, nem com a própria carreira, já que o curso é essencial para a assunção de determinados encargos no mais elevado nível.

        2. Caro anônimo, acho que já perdi mais tempo do que deveria nesse assunto, portanto farei minhas últimas considerações (até pq ninguém vai vai convencer ninguém por aqui):
          – Essa idéia de que “não há outro assunto a ser estudado” é de fundamentalista bitolado, que acha que a vida se resume ao trabalho, com pessoas assim é infrutífero argumentar. Se tivesse se dado ao trabalho de ler a tese em comento, pelo menos a parte de trata da família do oficial, teríamos assunto a debater. quando vier a reserva e vc só conseguir conversar com militar ou assuntos militares, talvez seja tarde pra recuperar o tempo perdido.
          – Aprenda a diferenciar reclamar de ponderar (no dicionário, ponderar tem significado diferente do quartel). Não reclamo nem invejo nenhum QEMA apenas pela sua decisão de carreira. Admiro vários companheiros de farda por caráter, praças e oficiais, mangão ou Ecêmico, pela pessoa que são. esses seriam líderes em qualquer lugar que se insiram, mesmo onde a autoridade não é imposta.
          – Se seu conceito de bom militar é se esforçar pra passar num concurso onde não existem vagas pra todos, respeito, mas não concordo. Não vou citar nomes pra não ser antiético, mas um dos melhores militares com quem já lidei era Altamente operacional, Guerreiro de Selva, Sniper, Instrutor da AMAN, artista marcial, altamente disciplinado e que não fez conscurso pra ECEME justamente por essa arrogância que muitos QEMA têm em exigir que todos pensem ou ajam como eles. Conversei longamente com esse militar que até hoje me serve de referência. Em contrapartida, tive alguns Cmt OM que não consigo entender como o EB os “tornou” aptos a comandar.

          Tenha um bom dia com suas convicções, eu terei um seguindo com as minhas.

        3. Ué? Para trabalhar no mundo real você precisou fazer um curso superior de verdade ?

          Pensei que o seu doutorado de 40 laudas já seria suficiente….kkkk

        1. Com certeza não fazia idéia do que veria no restante da carreira, mas te garanto que meu caráter é o mesmo daquela época. E não, não estava perdido, tinha total convicção do que queria. O dia-a-dia na caserna que mudou minha percepção e me fez ver quem se submete a tudo não tem tanto mérito quanto parece… É só vc observar bem os “líderes” dos dias atuais. Vc escolheria seu chefe em uma situação real apenas olhando se ele tem um símbolo na manga? Vc pode até tentar se iludir, mas tenho certeza que vc só está aqui trollando (se não estiver, posso te mandar uma lista de QEMA que não servem nem pra tomar uma cerveja comigo num boteco, quanto mais pra me comandar…)

          1. Olha, você desconhece em grande parte a Força, isso sim, sua visão, bem como a de outros é muito limitada quanto à questão QEMA. Assim como muitos outros aqui no Blog. Falta saber o “Como funcionam as coisas”. Muito pouca gente sabe. Possuem apenas impressões a respeito. Exemplo disso são aqueles que acham que tudo se restringe a ordens e contra ordens e nem imagina como a comida chegou a seu prato. Nem sabe como se inicia o processo todo, desde o planejamento do Orçamento lá no EME. como se divide e funciona. Me perguntava como seria a nível estratégico e o porquê até de algumas faltas. Felizmente sendo QEMA pude ter o privilégio de aprender isso, a nível estratégico. Se não fosse QEMA nem imaginaria como se estrutura todo o processo. Esses ataques perpetrados, se resultados de recalques ou não, sinceramente não me afetam. Isso só acontece no submundo virtual. Pessoalmente ninguém, mas ninguém mesmo tem coragem de falar nada a respeito da questão QEMA, nem sequer cogitam comentar isso com seus superiores. Veja, todos se escondem no Anonimato. Como dito aqui no Blog, todos “Leões de Alojamento”. Pode-se preocupar como isso? Dar Importância? Claro que não. A Viagem é tão grande, que um desavisado se pronunciou aqui até propondo greve tempos atrás. Dito isso, falta evidente coragem de ir em frente perante os superiores e dizer o que se pensa. Nesse campo é fácil vomitar o que se quiser. Ótimo. Quem tem bom senso não dá bola. Alguém aqui teve a infeliz ideia de dizer que escriturário do banco do Brasil serve à Pátria. Só esqueceu que é um funcionário de uma Sociedade de Economia Mista… pode isso… não dá para levar a sério não é mesmo? Voltaremos…

          2. Ao Anonymous Gourmet em :
            27 de junho de 2024 às 21:11

            Fui eu que escrevi que um funcionário do banco do brasil, “ uma sociedade de economia mista, “ serve melhor à patria que você.

            Você tem uma visão tão distorcida do mundo real que acha o que eu digo absurdo, mas vamos lá:

            Se é sociedade de economia mista, integra a administração indireta, e logo a Administração Pública.

            Seu erro é achar que você faz muito pelo Brasil organizando formatura e fiscalizando faxina.

            Servir à patria não é privilégio nosso. Médicos donSUS, arquitetos do IPHAN, advogados, contadores do INSS servem à patria de um modo muito mais significativo que o seu que, nas suas palavras, “serve a generais”.

            E justamente por isso a sociedade quer mexer na nossa previdência… não enxergam utilidade em formaturas, árvores meia cana e afins, mas sofrem com a greve dos escriturários e apoiam o plano de carreira deles.

            Você não serve “mais” à patria que outras categorias. Ao contrário, vc serve a si, e hj a sociedade se questiona: para que pagamos tão caro para isso?

        2. Caro Anonymus, Para voltar ao meu mundo real e sair do virtual, deixo, respeitosamente, minhas útimas contribuições:

          – Eu, como militar da ativa, preciso me utilizar do anonimato em determinadas discussões por aqui para me preservar e até aos meus superiores, embora em outras já tenha utilizado meu nome real. já o senhor, fora do serviço ativo, como já mencionou, talvez não tivesse esa ncessidade. Mas cada um sabe de sua vida e decisões.
          – Quanto ao fato de desconhecer “como as coisas Funcionam na Força”, tenho a humildade necessária pra reconhecer que isso é um fato. A mesma humildade que falta para muitos que acham que o segredo oculto dos iniciados é revelado apenas pra quem faz parte da Ordem dos Ecêmicos. Qual é a questão? Vcs são proibidos de conversar sobre a realidade com seus comandados? só conversam entre vcs? Onde fica a máxima “Informar e Esclarecer é dever do Comando”? Eu tenho vários amigos Coronéis com ECEME que respeito muito, que discordam em maior ou menor grau da minha maneira de pensar, mas nunca me faltaram com o respeito devido nem eu com eles. Sempre procurei me colocar no lugar deles quando tomavam uma decisão ou questioná-los, quando cabia, para me aperfeiçoar como militar. Pra mim, isso é a vida.
          – Sobre falar pessoalmente sobre essas impressões com os superiores, eu já conversei abertamente sobre isso com alguns, mas apenas com quem tinha a maturidade para avaliar a questão sem paixões. a “falta de coragem” a que vc se refere é justamente fruto do preconceito idiota que o dono da tese coloca no seu texto. Quem admite claramente que não quer fazer ECEME está colocando um alvo no peito e se condenando a ser colocado pra escanteio. Graças a Deus tenho isso muito bem resolvido em mim, sou ciente de minhas capacidades e limitações. hoje, isso já não me causa nenhum embaraço, na verdade até um certo orgulho por não me preocupar mais com o conceito e o julgamento que a força faz a meu respeito, concentro meu esforço em ajudar naquilo que posso, da forma que posso. Garanto que muito Cel, se pensasse dessa forma, não sairia do EB tão frustrado por não sair Gen, inconformado por ter feito tudo certo e ter sido preterido por questões de personalidade ou políticas (e disso, meu amigo, possuo conhecimento sim, mesmo sem ECEME, pq presenciei publicamente em despedidas do sv ativo ou em confidências privadas de amigos próximos. Se quiser continuar negando a realidade dos fatos, aí já não é mais problema meu.)

          Bem era isso que tinha a dizer, sem a menor pretensão de impor minha visão a ninguém. Só o que não negocio em hipótese alguma é que o respeito seja o valor que guie as pessoas nas suas vidas, pois carreiras passam e nunca definiram quem quer que seja.
          Grande abraço a todos.

          1. Fica com Deus então irmão… Que ele lhe derrame todas as bênçãos que você precisar…

  7. Essa mesma situação ocorre na QM de Músicos.
    Tem o ST que possui o curso de mestre de música ( Equivalente ao CHACAO) e tem o chamado GALINHA PRETA, que é um militar que não conseguiu por seu merito intelectual ser aprovado no referido processo seletivo que em 2022 teve 400 candidatos para 25 vagas ( vestibular de medicina).
    O possuidor do curso de mestre de música concorre a promoção à oficial regente do Exército.
    O ST galinha preta fica aguardando tempo para ir para a reserva ou alguns que tem perspectivas na vida civil pedem a reserva para iniciar uma nova carreira na vida civil na reserva remunerada.

  8. Li a tese, por sinal muito bem escrita dentro dos critérios do ineditismo e do rigor acadêmico.

    Trata-se de trabalho de pesquisa para obtenção do grau de doutor em ciências sociais pela PUC-Rio, aliás, o currículo acadêmico do autor está disponível na plataforma Lattes e é invejável, pois apresenta a sociedade um indivíduo que foi além da chamada vida na caserna, e muito além da falsa superioridade do QEMA, mito circunscrito a esse grupo. Eles os QEMA, acreditam nessa lenda urbana e não conseguem enxergar fora dessa fábula, são todos adultos portadores de complexo, o complexo de alice, pois acham seu mundo ilusório a fantástica terra da fantasia. Fora dele, as relações sociais verdadeiras, as amizades sinceras e o respeito familiar não existem.

    Recomendo muito a leitura desse material, principalmente o relato das esposas de oficiais oriundos da AMAN, sim, o autor teve o cuidado de entrevistá-las para compor sua pesquisa. É estarrecedora a descrição da personalidade doentia de seus maridos, paranoicos pela carreira, negligentes com a família e consigo próprios, onde o resultado é expresso no elevado número de senhoras e crianças com transtorno depressivo, mulheres melancólicas atormentadas pelo fantasma do luto pelo marido vivo.

    As crianças, filhos desses paranoicos também padecem apresentando baixo rendimento escolar, impulsividade, irritabilidade e transtorno de adaptação decorrente das diversas mudanças de escolas para acompanhar a carreira do pai, são a geração Ritalina.

    Quanto ao QEMA, seja de qual posto for, fora dos quatro muros, seu doutorado em ciências militares não vale nada no mundo acadêmico real se não vir acompanhado de diploma com grau superior de uma das instituições de ensino civis. A definição perfeita do oficial retratado nessa pesquisa é a de “qualquer elemento militarmente alienado – QEMA”. A ECEME, para nossa tristeza, sequer é listada no ranking mundial de instituições de ensino, como a academia militar da Colômbia é.

    Triste isso.

    1. Realmente se você leu toda a tese, me parece que ela saiu bem na tangente não guardando pertinência alguma entre o projeto ou proposta e o que foi desenvolvido. Uma coisa é ser oriundo da AMAN e outra é se esse oficial galga a ECEME, são coisas bem distintas.

    2. O problema todo é a classificação das pessoas, como se não houvesse individualidade. Tem QEMA Genial, QEMA bandido, QEMA Comum, QEMA que só quer a reserva… Como qualquer pessoa, em qualquer lugar. Quando a própria Instituição reforça os estereótipos, permitindo até mesmo a quebra da hierarquia, privilegiando uns em detrimento de outros ou fazendo vista grossa/sendo corporativista com quem “faz parte do clube” é que a coisa complica. Acho bastante válido e louvável que alguém tenha se dedicado a estudar na Academia os aspectos, às vezes não explícitos, que determindadas escolhas causam nas suas vidas, nas suas “personas” e de seus familiares.

  9. Rapaz, é muita baboseira no texto e nas respostas.
    Parece um texto escrito por um maconheiro, muito doidão em devaneios
    E já dizia Renato Russo: “… E não protejo Gen de 10 estrelas que fica atrás da mesa com o cu na mão.”
    Um curso só não faz milagre. O milico se faz durante uma vida na caserna. A ECEME potencializa o que há de bom ou de ruim na pessoa. Se for um milico bosta, virá um bostão. Se puxa saco, puxasacão. Se bom, bonzão.
    Nas respostas um camarada se orgulhando de ser puxa saco de general. Um outro, chorando derrotas e outros com trocadilhos.
    Milico raiz serve ao país e não aos homens. Quem faz isso é prostituta.
    Vamos em frente que o esquecimento chega para todos, ao contrário do texto, e o caixão também.
    VSF!

    1. Não foi dito nada sobre puxa saquismo e sim que servindo diretamente com 10 generais esses invariavelmente privilegiam os QEMA. Muitos falam que servem à pátria, mas o bom mesmo é jogar bola nos quartéis não é mesmo?

  10. Só tive estômago pra ler algumas linhas deste festival de imaturidade, Baboseiras e principalmente: inutilidades no mundo real.
    Afianço, pois testemunhei, é desse jeito que os sem Estado-maior são considerados, um estorvo, fardo, vergonha para o universo dos Semideuses.
    Vi QAO’s bem mais respeitados por esse moços que a maioria dos “mangões”.
    Pesado.

      1. Vi QAO’s bem mais respeitados por esse moços que a maioria dos “mangões”.
        Anonymus a sua capacidade de interpretar a muito tempo foi para o brejo kkkkk
        QAO só é respeitado se tiver curso superior, pós, idioma e fora da curva. Na oM onde servia conheci um assim, militar disciplinado, estudioso e camarada, saiu QAO e hoje faz jornalismo….

          1. – Rapaz: vc é a pura personificação da infantilidade do ego masculino.
            PS: Não deve ter saído Gen, acreditava que podia, esteve frustrado por um tempo, se culpou, culpou a família, culpou o SGD, o Cmt de Bda… pediu reserva ! Então – como defesa da psiquê o subconsciente se agarra aos subterfúgios de ter sido parte da mesma “elite intelectual” . Agora deve estar “dboa”. Esse é seu perfil.
            Conheço um assim, igual a tu, de Com T92 ou 93, agora o filho é aluno da EsSA….deve ser difícil! Vida q segue !

      2. Quem pensa que a vida do Of é um mar de rosas ñ sabe o que é ser QSG.
        Vida de QAO é bem mais tranquila, e a diferença salarial p/ um Mangão é mínima

      3. QAO nao planeja essas Operações, pois precisa ser um QEMA para planejar e incluir junto um apoio de combate à ZIka, depois outro QEMA encaminha o relatório de sua OM inforndo a distribuição de 200 mil panfletos em um município com 60 mil habitantes. Talvez os “cavalos” também tenham recebido. O Sgt apenas recebe os relatórios.

      4. Vc realmente é QEMA? Pq no mundo real os cordinhas (QAO) são mais respeitados pelo comando q qualquer outro oficial, Inclusive já vi cordinha chamando atenção de Coronel full QEMA (Claramente com aval do Comando)

        1. E a pergunta que faço é: está correto esse tipo de atitude do mais moderno? E o Gen referendar a indisciplina? Dois universos (QAO e QEMA) e a mesma realidade: egos inflados e desprezo ao cumprimento das regras, se as mesmas não lhe trazem vantagens. Volto a dizer: cada pessoa é uma pessoa, mas existem vários desses nas posições de poder. seria apenas uma coincidência ou o “sucesso” toma conta deles? Fica a reflexão…

          1. É óbvio que o que esse tal de TC falou é uma grande mentira…nunca vi isso nem nos piores militares com poder que conheci…

  11. desconsidere o comentário anterior. Não é o ideúdo do SUPTRON…

    Mas continua sendo igualmente desprezível e desnecessário como “trabalho científico”

  12. Quem nunca serviu com QEMA’s fraquíssimos?
    Sim, todos nós.
    Prestou um concurso de apenas duas Disciplinas (História e Geografia/piada), entrou, saiu.
    Dois anos de muitas palestras, viagens (diárias), cervejinhas, praias cariocas, samba, muito Maracanã e shoppings centers, só, apenas isso, nada mais.
    “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”.

  13. Vale a pena ler a “tese” de doutorado.
    Mostra a mente doentia dessas pessoas, o complexo de superioridade, a frustração de ser um chefe de cerimônias sem ter lutado uma guerra, dá para entender os rancores que eles guardam da vida e compreender quem está ao nosso redor, com aquela pose de autoridade em seu frágil castelinho de areia

  14. Meu nome é Júnior e continuo no Anonimato… Agora se tem a certeza de que se trata de um civil que entrou no aqui no meio para promover única e exclusivamente a Cizânia entre os Militares. E continuo a dizer e reafirmar que o Escriturário Do Banco Do Brasil não serve à Pátria, exatamente por pertencer a uma sociedade de economia Mista. A sua argumentação estapafúrdia não se sustenta nem em um minuto em qualquer Tribunal. Fez o concurso, passou, não, por que fica insistindo com tamanha Asneira?

    1. Tão anônimo quanto você…
      Acho que a conversa acaba por aqui, já que apontei argumentos e vc, justamente formado na escola do método, foi incapaz de refutar…

      Entendeu agora pq querem mexer na nossa previdência. Vc serve menos à patria que qualquer servidor civil. Sequer sabe a que veio… sequer sabe o que faz de tão edificante para a pátria.

      Por isso periga o INSS…

      1. Eu vou deixar essa do “Serviço à Pátria” para você mesmo “Paisano” e ao Escriturário Do Banco Do Brasil, sociedade de economia Mista, instituição com ações regularmente comercializadas no Mercado. Fale ao brasileiro comum que fica na mão do médico do SUS, sobre o que ele acha da dedicação ao serviço da Pátria desse sujeito… pergunte também se o brasileiro comum sabe o que faz ou Para que serve um “técnico do IPHAN”…

        1. Kkkkkk vc só sabe de quartel mesmo.
          Diminui outras instituições assim como deprecia seus próprios pares.

          Pergunte a esse mesmo indivíduo, um paisano, se ele prefere que o produto dos impostos que ele recolhe seja empenhado na contratação de 1 coroné qema ou 3 médicos de PS no postinho de saúde.

          Ah, você não sabia que a saúde ou a preservação do patrimônio (IPHAN) são serviços públicos?

          Você só sabe falar de blindado velho e fazer projeções bizarras de guerras (vide ucrânia). Pessoas alienadas do mundo ao seu redor. Por gente assim penso que merecemos o INSS mesmo… Vc se acha muito especial por pegar um microfone na formatura ou clicar a gu sv pela faxina.

          No fundo, vc não sabe dizer a que veio e o que tão significativo faz ao país. Essa é a diferença de você para um modesto escriturário.

          Muita paz.

          1. Sim “Paisano” fomentador da Cizânia Entre os militares fique com o “serviço da pátria” no atendimento do SUS e abrace o sindicato dos Escriturários do Banco do Brasil, Sociedade De Economia Mista com ações abertas na Bolsa de Valores, palestre lá sobre o “serviço da Pátria” Para ser veementemente vaiado…

        2. Acredito que nem você saiba qual é a serventia do IPHAN….kkk

          Porque A vida na caserna é um deserto intelectual, Raramente encontramos alguém que possua um cabedal cultural mais amplo, que sirva de acervo para variados assuntos.

          As conversas se limitam a meia dúzia de assuntos, que giram em torno da rotina dos quartéis, futebol, entre outras trivialidades. Dificilmente você encontrará alguém que fuja disso.

          Mas essa verdadeira distopia que é a vida castrense tem uma finalidade. Imagine se os Militares fossem cultos e contemplativos, acho que consequentemente seriam questionadores. então, por conveniência, é melhor mantê-los assim.

  15. Eu quero manifestar a minha profunda indignação pela infeliz escolha da matéria incluída pelo Sr Ricardo Montedo nesse Blog. Não se sabe em que parâmetros a pesquisa que resultou nessa tese foi realizada e se abrangeu amostra significativa que represente o Universo estudado. Ao que parece muitos respondentes, da então pesquisa, não tiveram a consciência de bem lhe responder e talvez no intuito de sabotar a mesma afirmaram asneiras que não refletem o trabalho realizado pela grande maioria dos oficiais do QEMA. De Outra banda a questão é colocada como se o sistema existente no Exército há mais de um século e paradigma ao de muitos Exércitos no mundo fosse ser defenestrado da noite para o dia, como absolutamente desnecessário. O que ocorre é que justamente desse Sistema, gostem muitos ou não, é que saem as lideranças do Exército Brasileiro e isso não irá mudar. Como antedito, digo e repito, o Anonimato na presente situação é perfeito. Dá-se inúmeras dicas como se fossem de caráter universal que servissem a toda a coletividade, sem efeito prático algum, porque o sujeito psicologicamente quer satisfazer única e exclusivamente a sua consciência como se fosse um “Resolvedor Geral” da Nação, em diversas áreas, mas na verdade é um Zé Ninguém, como todos nós, sem o poder político das urnas, sem a jurisdição Contenciosa da Magistratura e sem o condão da Decisão dos altos Escalões do Executivo. Resultado: só temos sujeitos que vestem uma capa e se transmudam em heróis fictícios que só sabem manejar fatos completamente imaginários como se estivessem em um bunker prestes a cair no final de abril de 1945, em Berlim. Esses mesmos sujeitos vão dormir ao final da noite com altas doses de endorfina produzida pelo próprio organismo ou quiçá ministrada de forma medicamentosa, para no dia seguinte novamente se entregar a mesma sanha sem produzir absolutamente nada de útil. Assim saem pérolas de uma promoção que beneficie os integrantes de determinado Quadro do Exército, que nem de longe se cogita, galgando inclusive graduações maiores na Reserva Remunerada e com data marcada para tal descalabro insano acontecer, como 9 de dezembro de 2023. Por isso não se pode dar selo de confiança ao que acessoriamente muitos reagem e nem que isso possa ser representativo de uma categoria, pois não se Sabe exatamente quem faz as respectivas colocações. Deve ter muita gente infiltrada, inclusive civis procurando a cizânia entre militares. Essa tese e a percepção incutida pela matéria não foram realmente das melhores pautas aqui já abordadas.

    1. Esses qema FE so serve para desmaiar quando vem um policia federal prender.
      É tudo cascata, so serve dentro do quartel, distintivos medalhas manicacas.

      -policia federal, abra a porta!
      -PLOFT!

      hahahaha

    2. Reclame entao com o comandante da guarda.
      O blog é particular e apenas mostrou uma TESE ESCRITA POR UM PTTC DA AMAN!
      É Evidente o despeito, o desprezo e empáfia a cada linha do trabalho, que está em domínio público.
      É essa mentalidade que até hoje forma cadetes. É algo assustador, fora de seu tempo mesmo, incrivelmente seletista. O desprezo ao qsg, ao qco, ao qao, está em cada linha e não pode ser negado.
      Ele apenas falou como essas pessoas enxergam seu semelhante. E isso está aí, na internete, para ser debatido.
      É uma vergonha mesmo.

  16. Caro Sr Anonymus Gourmet. uma pergunta extremamente simples. Qual o maior entrave para a evolução individual de cada um? Se pensou em orgulho e egoísmo acertou. Reflita um pouco sobre sua visão sobre a vida. Daqui um pouco se Deus permitir estará idoso e colocará na balança tudo o que CONQUISTASTE e verá o que realmente tem valor. Qual o valor tens quando estiveres na reserva? Se foi QEMA, QSG, QAO, Sgt ou QE. Nada vai ter importância. A morte arrebatará a todos um dia e somente nossos conhecimentos e nossa moralidade levaremos. Arrogância e tudo mais , também

  17. Ao Anônimo de 28 de junho de 2024 às 22:26, um recado que me passaram diretamente para ti: “O Mário te mandou um abraço, disse que está com saudades…”

  18. Acredito que nem você saiba qual é a serventia do IPHAN….kkk

    Porque A vida na caserna é um deserto intelectual, Raramente encontramos alguém que possua um cabedal cultural mais amplo, que sirva de acervo para variados assuntos.

    As conversas se limitam a meia dúzia de assuntos, que giram em torno da rotina dos quartéis, futebol, entre outras trivialidades. Dificilmente você encontrará alguém que fuja disso.

    Mas essa verdadeira distopia que é a vida castrense tem uma finalidade. Imagine se os Militares fossem cultos e contemplativos, acho que consequentemente seriam questionadores. então, por conveniência, é melhor mantê-los assim.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *