‘A política está distante dos quartéis, como tem que ser’, diz comandante do Exército

General Tomás

Tomás Paiva afirma que houve um ‘erro coletivo’ da Força ao permitir publicação de post polêmico de general Villas Bôas às vésperas de o Supremo Tribunal Federal julgar um habeas corpus de Lula em 2018
Sérgio Roxo, Geralda Doca e Thiago Bronzatto

Brasília – O general Tomás Paiva, que assumiu o comando do Exército 13 dias depois dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, avalia que tem cumprido a sua principal missão. “A política está distante dos quartéis, como tem que ser. A lógica que prevaleceu é a do cumprimento do que está previsto na Constituição. Isso está cada vez mais consolidado. Este é o único caminho que a gente tem na direção de ser um país moderno”, afirmou o militar em entrevista ao GLOBO. Cada vez mais próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Paiva avalia que o Exército errou quando, em abril de 2018, o então comandante da caserna general Villas Bôas fez um post repudiando a impunidade às vésperas do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de um pedido de habeas corpus do líder petista. “Acho que nós erramos. Não vou julgar também o comandante anterior, a quem eu tenho toda a lealdade. Acho que é um erro coletivo”, disse.

Paiva afirma ainda que não se opõe à reinstalação da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, que vem sendo postergada pelo presidente, diz que Lula fez um “gesto ao país” ao barrar atos do governo contra o golpe militar e defende mais recursos para o Exército continuar coordenando operações em todo o país.

Logo após assumir o Exército, o senhor disse que o seu objetivo era afastar a política dos quartéis. Essa missão já está concluída?

A missão nunca está concluída. Sempre está em andamento. Mas está indo bem. Neste período, não tivemos praticamente nenhum sobressalto, uma declaração de alguém, uma nota, nada. A política está distante dos quartéis, como tem que ser. A lógica que prevaleceu é a do cumprimento do que está previsto na Constituição. Isso está cada vez mais consolidado. Esse é único caminho que temos na direção de ser um país moderno. Estamos atuando firmemente no cumprimento da missão constitucional, no trabalho profissional e no afastamento da política. Somos uma instituição de Estado.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que obriga os militares a se afastarem efetivamente da política tem encontrado resistências no Senado. Essa rejeição, inclusive, é encabeçada pelo general da reserva e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). É possível contornar esse obstáculo?

Acho legítimo o Mourão ter o seu posicionamento. Do ponto de vista dos três comandantes, está muito bem entendido como uma questão que acaba sendo benéfica para as Forças, porque o impacto dela é muito pequeno. Ao contrário do que as pessoas pensam, a migração de militares da ativa para a política é muito pequena. Ela ocorre mais nas forças auxiliares (policiais militares). E talvez a resistência também seja, por analogia, uma preocupação de que isso possa afetar ou dificultar a entrada de militares das forças auxiliares.

As investigações da Polícia Federal revelaram indícios de que militares de alta patente tiveram envolvimento político numa trama golpista. Por que esse grupo se aventurou num plano antidemocrático?

As investigações estão caminhando. Não podemos comentar, porque tem muitas em segredo de Justiça. São poucos militares da ativa. A maioria está na reserva. Essas investigações vão terminar, o procurador-geral da República vai analisar para ver quem tem que ser denunciado, se vai pedir arquivamento… A Justiça vai se pronunciar sobre quem é inocente ou culpado. Depois disso, nós vamos atuar.

De que forma os militares que eventualmente forem condenados pela Justiça serão também punidos pelo Exército?

Depende da culpabilidade. Por exemplo: se uma pessoa for condenada a uma pena superior a dois anos, o Ministério Público Militar vai perguntar ao Superior Tribunal Militar se ela tem possibilidade de continuar com as suas funções de militar de carreira do Exército. Se for menos, a pessoa cumpre a pena e depois vai ser restabelecida a sua condição na carreira. É isso que vai acontecer. Se o militar atentou contra a honra e decoro da classe, pode ser submetido a um Conselho de Justificação, para oficiais, ou Conselho de Disciplina, no caso dos praças. É o que está previsto no estatuto dos militares.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi o primeiro militar no poder desde o fim da ditadura e nomeou integrantes da caserna em postos-chave como, por exemplo, um general no comando do Ministério da Saúde durante a pandemia. De que forma a credibilidade do Exército foi capturada e arranhada pelo ex-presidente?

Isso é uma pergunta que temos que fazer para quem estava no comando na época anterior, que respondia pelo Exército.

Mas o senhor costuma dizer que é o comandante do Exército do passado, do presente e do futuro…

Sim. Eu defendo o Exército de antes, do presente e do futuro. Obviamente que, nesse contexto, não considero adequado um militar da ativa ter sido nomeado. Há outros exemplos de militares que, quando foram se somar aos quadros do governo, passaram para a reserva. O ideal é que passe para a reserva. Pode ter preferência, mas não pode ter partido enquanto estiver vestindo a farda. Pode assessorar, mas, depois que está decidido, cumpre a decisão. Fui ajudante de ordens de dois presidentes (Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso). O militar não pode se envolver.

Mensagens de celular obtidas pela Polícia Federal mostram o general da reserva Braga Netto orientando que fossem feitos ataques nas redes sociais contra o senhor. Ele disse que o senhor “nunca valeu nada”, que foi visitar o general Villas Bôas para dar uma bronca e o vinculou ao PT. Como viu esse episódio?

Eu não vou responder. Isso está nos autos do inquérito. Eu sempre tive uma relação muito boa com ele (Braga Netto). Sempre tive um respeito profissional muito grande por ele. Não vou comentar esse aspecto, porque acho que não colabora. Não vale a pena ficar pisando em ressentimentos.

O senhor ficou indignado?

Como pessoa, você fica chateado. Mas eu não tive oportunidade de sentar e de falar com ele. Não vou potencializar uma coisa que ele falou, inclusive para um interlocutor que não é uma pessoa confiável. Isso é um problema da política dentro da instituição militar: um ex-integrante do Alto Comando falando com um ex-major que foi excluído do Exército por indignidade.

O ideal é que o militar passe para a reserva (antes de ser nomeado ministro)

O senhor se reuniu algumas vezes com o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O que disse a ele?

Eu me reuni não só com ele, mas com vários ministros, como o (Luís Roberto) Barroso (presidente do STF) e o ministro (Luiz) Fux. Estou para receber o ministro Kassio (Nunes Marques). Cabe ao comandante falar institucionalmente pelo Exército. As pessoas maximizam o fato de eu ter me reunido com ele (Moraes). Como ele é o relator de ações penais que envolvem militares, toda vez que eu tive dúvida, fui consultá-lo para chegar a um entendimento. Até pouco tempo atrás, eu tinha militares das Forças cumprindo prisão, medidas cautelares, dentro do estabelecimento militar. Para evitar, às vezes, dúvida, conversei institucionalmente com ele. Houve um profundo respeito institucional pelos processos em andamento. Todas as decisões foram cumpridas. A Polícia Federal fez o papel dela. Toda vez que havia uma diligência a ser cumprida em área militar, na véspera, sem que fosse quebrado o sigilo da investigação, eu fui informado de que haveria uma operação em tal área. Tudo de maneira republicana e correta. O Exército, a Marinha, a Força Aérea e as Forças de Segurança têm que ser parceiras, porque cumprimos inúmeras missões em conjunto.

Em abril de 2018, o então comandante do Exército general Villas Bôas publicou um post falando de impunidade às vésperas do julgamento do pedido de habeas corpus de Lula. O senhor, então chefe de gabinete do militar, elogiou a nota e concordou com a publicação. Hoje, como comandante do Exército no governo Lula, o senhor teria feito algo diferente?

Teria. Eu acho que o comandante do Exército aqui tinha que ter sido mais veemente no assessoramento. Acho que nós erramos. Não vou julgar também o comandante anterior, a quem eu tenho toda a lealdade. Acho que é um erro coletivo. Não deveria ter sido publicado. Eu era chefe de gabinete e sou corresponsável por isso, apesar de ser um outro momento político. Agora, não houve pressão ao Supremo. O Supremo não se pressiona. O comandante do Exército é o comandante de ontem, hoje e sempre. Então, erramos.

Durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, o senhor foi um dos críticos da instalação da Comissão Nacional da Verdade. Qual é a sua posição hoje sobre a tentativa de recriação pelo governo Lula da Comissão Especial sobre Mortes e Desaparecidos Políticos?

São coisas bem diferentes. Eu não fui crítico à instalação da Comissão Nacional da Verdade. Eu sou crítico à maneira como foi conduzido. Porque a gente perdeu uma possibilidade de reconciliação. Isso aconteceu em outros países. Na África do Sul, o presidente (Nelson) Mandela buscou o entendimento dos dois lados. Durante o curso do trabalho da Comissão Nacional da Verdade, havia um viés que buscava uma justiça de transição que não existe. Estamos falando de coisas que se passaram há 60 anos. Não vou também fazer juízo de valor pela história, porque não sou historiador. A Comissão Nacional de Mortes e Desaparecidos é uma outra iniciativa. Ela busca que pessoas que perderam entes queridos tenham o direito de saber o que aconteceu. Isso é humanitário. Ninguém pode se opor a esse direito.

Eu me reuni não só com ele (Moraes), mas com vários ministros como Barroso e Fux. Estou para receber o ministro Kassio. Cabe ao comandante falar institucionalmente pelo Exército

Mesmo que isso resvale no Exército?

Mesmo que resvale no Exército atualmente.

O presidente Lula determinou que não ocorressem manifestações do governo para condenar os 60 anos do Golpe de 1964. Isso foi um gesto de pacificação?

A nossa decisão de não fazer qualquer tipo de pronunciamento (a favor do golpe) foi tomada já no ano passado. Já se passou muito tempo (do golpe). Eu acho que ele (Lula) fez um gesto ao país.

O Exército afastou militares envolvidos na propagação de uma notícia falsa sobre rompimento de um dique em Canoas (RS). O senhor também foi alvo de fake news. Como tem combatido isso?

Não cabe ao Exército discutir o arcabouço legal. Temos informado mais e atuado para esclarecer o quanto antes o que tenha acontecido. Obviamente, se é uma coisa gravosa, procuramos as instâncias correspondentes para reclamar. É como a lei prevê. O mais importante é se comunicar por ação e atitude. No caso dos militares que divulgaram uma desinformação, procuramos sair na frente, porque isso é um erro. Tudo indica que não houve má-fé. Foi uma tentativa de acertar. Mas afastamos (os militares) e abrimos um procedimento administrativo para investigar.

A atuação do Exército na tragédia provocada pelas chuvas no RS tem melhorado a imagem da instituição?

Seria triste falar que a gente precisa de uma tragédia para melhorar alguma coisa na nossa reputação. Neste caso, o Estado brasileiro está dando uma resposta. É uma operação logística e humanitária como nunca aconteceu antes no Brasil. O prestígio das Forças, cumprindo a missão constitucional, ocorre naturalmente e é proporcional ao tamanho do engajamento na missão. Quanto mais vista, o prestígio aumenta. Nesse momento está acontecendo isso. Ontem (quinta-feira), fui lá pela sétima vez.

O PSOL, partido da ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, citou negligência do Ministério da Defesa no combate ao garimpo ilegal na terra Yanomami. Isso foi injusto?

Eu não respondo à crítica, porque buscamos solução. Estávamos trabalhando muito. E, às vezes, as pessoas, no afã de resolver o problema, não têm todas as informações do que está acontecendo. Nunca deixamos de trabalhar nessa temática de proteção aos povos originários.

Há um risco de o garimpo voltar a se expandir na região da Amazônia aproveitando que os esforços do Exército estão concentrados no Rio Grande do Sul e que há insuficiência de recursos da Força?

Isso sempre tem. Os recursos são escassos e os problemas são crônicos. Temos enxergado que o orçamento está cada vez mais difícil pelas contingências que estamos vivendo. Uma parte do orçamento é impositiva. O governo tem que enviar para o Congresso. Também não cabe ao comandante do Exército discutir a política orçamentária do país. Cabe ao comandante do Exército explicar quais são os efeitos que isso traz, os projetos que atrasam.

E quais são os efeitos?

Quando um projeto como o de monitoramento de fronteira, que estava previsto para terminar em 2022 e passa para 2035, às vezes, essa tecnologia já está obsoleta. Mesma coisa com os helicópteros, que precisam ser substituídos em determinado tempo. Às vezes, não é mais economicamente viável. Ontem (quinta-feira), eu conversava sobre isso com o presidente, que é altamente favorável ao investimento em Defesa. Eu não posso ficar sem helicóptero na Amazônia, onde o único meio de transporte rápido, de atuação, é o helicóptero. Só que eu tenho aqui um esforço de helicóptero totalmente voltado para o Rio Grande do Sul. Se eu tiver outra emergência, por exemplo, preciso de helicóptero. Vai impactar no orçamento, mas o custo de não ter é muito maior do que o custo de ter.

O GLOBO

66 respostas

    1. Estamos sem reajuste nos soldos desde 2016!!!

      Por incrível que pareça, a última reposição salarial que tivemos foi no GOVERNO DILMA!!!

      É preciso recompor os soldos no mesmo Molde do que está sendo feito com os servidores civis que já receberam 9% em 2023 e irão receber 9% em 2025 e 5% em 2026!!

      Temos por baixo 23% de recomposição pendente!!

      1. 9% (cerca de 5% após descontado o Imposto de Renda, Pensão Militar e fundo de saúde) é um ótimo aumento para quem teve a Oportunidade de cursar Altos Estudos 73%.

    2. A PRF é uma polícia ostensiva de rodovia federal. Sua atribuição constitucional é essa, patrulhamento ostensivo em rodovia federal.

      Os carcereiros possuem uma atribuição bem mais restrita, custódia de presos no respectivo estabelecimento prisional.

      Não são polícias investigativas e possuem um escopo de atuaçao menor que a PM

      Eu nao sei como os próprios oficiais não se envergonham de ganhar menos que um vigia de cone ou um carcereiro.
      Vejam como ficou:

      O topo da carreira na PF — delegados e peritos criminais federais — sairá dos atuais R$ 33.721 para R$ 41.350. Na PRF, o topo das chamadas categorias especiais chegará a R$ 23 mil em 2026.

      Os servidores da Polícia Penal Federal, que atuam em unidades prisionais, terão um aumento médio de cerca de 60%, com o salário da principal categoria chegando a R$ 20 mil.

      1. Sem paridade e integralidade na aposentadoria com o teto limitado ao da Previdência após 40 anos de serviço para os que entraram após a reforma da Previdência.

  1. Só esqueceu do lobby de comandantes e ofciais generais feito á governantes e políticos, usando a Instituição para garantir um cargo comissionado quando passar para a Reserva.

    Vide aquele general pego – com seu filho – no caso do ouro, quando era secretário estadual de segurança pública no Amazonas.

    1. Quem tinha alguma esperaça ja sabe, nao e?
      E incrivel a passividade por aqueles q Seriam responsaveis por um simples recomposicao das perdas.
      O inimigo e politico, mas tambem e presente.
      Os civis estao mais preparados para uma guerra. Essa e a mensagem principal.

  2. Que vergonha essa entrevista.

    Fico triste por você Montedo que viu um Exército de verdade e de Homens honrados.

    Você que já teve Zenildo Zoroastro de Lucena como último CMT do EB, deve estar assustado com esse POLITIQUEIRO comandando o EB atualmente.

    1. Verdade.

      Nem de longe estaria à altura de um Leônidas Gonçalves, Carlos Tinoco, Gleuber Vieira…

      Em certas atitudes lembra mais um simples tenente comandante de pelotão.

    1. Eu também coaduno com tal opinião, para mim são Instituições de Estado e Não de governo, deveriam ser apolíticas, todavia alguns integrantes políticos confundiram sua opinião política com a da Instituição levando a crer que a Instituição era afiliado a Determinado político, gerando a intentona golpista. Deu no que deu por conta da Cobiça de Alguns.

  3. Esse cara é um dos motivos do eB esta no fundo do Poco. Fala que não quer politica e fez discurso para ser cmt do eB. E um sem condições de ser cmt

  4. Falou tantas besteiras. Não disse nada no que diz respeito à remuneração. Cara fraco e puxa saco de politicagem rasteira. Não busca melhoria para a tropa…
    Está vaporizando para a corrosão remuneratória dos militares..
    Vergonha. Espero que saia logo do comando e venha alguém que se preocupe de fato com os integrantes do eb.

  5. o salário Ó…..
    O funcionalismo civil da União, nas diversas categorias, Uma a Uma Estão conseguindo reajuste salarial na mesa
    nacional de Negociação Permanente . As Forças Armadas não fazem parte desta Mesa.
    é decisão do presidente da República nosso reajuste.
    O prazo para incluí-lo no Orçamento União do próximo ano vai se Afunilando.
    será Que vamos ficar de fora mais um Ano? ou as forças armadas não merece a reposição salarial como todos os Mortais….

    1. Não vamos ter aumento, é vão alterar nossa aposentadoria, veja o TCU todo dia batendo nessa tecla, que quem ferra a previdência Somos nós, aguarde. Vão nos quebrar. A esquerda nos odeia a direita tb. O congresso vai acabar com a gente.

  6. Esse tá preparando um cargo no exterior, assim que deixar o comando do Exército.
    Faz o papel certinho , tudo que o chefe quer e a tropa que se lasquem.
    Tudo pela prata.

  7. O jovem está vendo tudo isso.
    A população está acompanhando e ligada no jogo.
    Será que estão pensando que só tem bananas nesse pais

    1. Claro que só tem bananas!!!

      Se não, não teríamos uma categoria de Marajás no judiciário com processos tramitação 10 anos; uma categoria de Marajás no executivo, com cargos para toda família, amigos e amigos dos amigos; uma categoria de Marajás no Legislativo, com mil vantagens, verbas e Mordomias inimagináveis em um país sério e que, o pior, não está lá para fazer algo de útil para a população, senão para eles e seus partidos. Uma categoria de Marajás no Exército, uns até sem concurso, mandando e determinando conforme acordam pela manhã.

      E o povo não faz nada…é um país de bananas.

  8. A política está distante dos quartéis, como tem que ser’, diz comandante do Exército.

    No CMS não, Políticos entram e saem pela porta da frente.

    Está certo o Comandante.

  9. Tanta coisa para falar, como, por exemplo, porque estamos ganhando tão mal, mas vamos falar mal do General Villas Boas, melhor comandante que tivemos!

  10. Calma pessoal, Bozo prometeu por 30 anos, teve a chance e não cumpriu! Mas quando ele voltar ele irá dar um aumento de 100% e restituir todas as perdas da MP 2215 e 13.954

    Podem confiar!!! Essa será a segunda volta do Messias.

  11. “…A política está distante dos quartéis,…” Acredito! Será que se não fosse a política, este cidadão em tal posição.

  12. Definitivamente as nossas forças armadas nao estao preparadas para uma guerra.
    Nao conseguem nem um reajuste para tropa Sequer.
    Nao Sabera se impor diante de qualquer inimigo por mais fraco q seja.
    Nao tem força? E isso?

  13. …tratar igualmente os iguais e desigualmente os Desiguais na exata medida de suas Desigualdades;

    responsabilidade fiscal, equilíbrio fiscal;

    Repercussão negativa par Instituição…”

    Não, não, não estou falando dos QE,

    Exército gasta por ano R$ 20 milhões com pensões para 238 ‘mortos fictícios’

    1. São pagos por fundo previdenciário, a pensão militar, e não por fundo orcamentario como os demais militares, ainda foram expulsos 16.266 militares da FA em 10 anos sem direito à pensão.

  14. E não seria o caso de também ficar longe da midiz?
    Pensando melhor , não seria possível externar o L(éle).
    Cortes e cortes no orçamento.
    E o orçamento não é encima de planejamento?
    E onde foram os recursos planejados?

  15. Pessoal quer aumento? Fazem a arminha que passa. Sim o que está acontecendo hoje se reflete a uma coisa só. Jair Messias Bolsonaro o falso Messias o espalhador de fakes, ódio. Distruidor de famílias .. O tempo é o senhor absoluto da razão

    1. Quero que lula/Bolsonaro se danem. O cara mete políticos vagabundos para maquiar o problema principal. A questão remuneratória é
      um problema crônico nas ffaa e esse indivíduo (CMT do eb) não move uma palha para uma melhoria dos militares. Comentário assim mostra pq estamos sem aumento ha muito tempo…

  16. Como temos comentários dissimulados, ou de Gente que nada tem a ver com a caserna, gente que queria um país Antidemocrático, levando ao submundo ou de militares indisciplinados que viveram no “Saudoso Regime” que fez por travestido de legalidade ou indisciplinados da ativa mesmo, como aquele que se auto intitula-se dono da moral, bons costumes e da verdade, o qual aqueles que sabem da verdade, sabem o que verdadeiramente é. Acordem e aceitem, a vontade Da maioria prevalece, assim o era na Grécia, Athenas e até em Esparta.

  17. Nunca vi cmt do eB conceder tanta entrevista. Segue o mau exemplo dos integrantes do STF, que falam pelos cotovelos: “perdeu, mané”; “derrotamos o bolsonarismo”; “avanço da extrema direita na América Latina”; “Bandidos” (fala de um ministro para uma família no aeroporto de Roma).

    Para de aparecer na mídia; Fale menos ou não fale. Quer demonstrar subserviência ao presidente, amizade e lealdade ao ministro do STF? Ok, mas não precisa mostrar aos 4 cantos do mundo. Mais discrição.

  18. Imagino o que esse cara não tem amigos verdadeiros e quando está diante de pessoa idôneas deve se sentir um lixo, mesmo que queira transparecer que não. Coitado. E quanto a reajuste esqueçam, lula gastou todo o dinheiro.

  19. Pessoal, o TCU deve ter acessado este e outros blogs Militares e, pelo nível dos comentários, ter chegado a Conclusão que recebemos é muuuuuuito…

  20. Assim como os salários, estão bem distantes. A verdade e que a política só entra pelos quartéis a medida que a necessidade aumenta, muitos nem gostam de política, mas não são leigos, brincando mais de 70% dos militares estão endividados, mais de 80% tem empréstimos em seus contra cheques, e pra força nada está acontecendo, e a “culpa e da política que entrou nos quartéis”. A necessidade se faz a pensar.

  21. Nojeira, simplesmente nojeira, Sou da época que Militar era respeitado pela sociedade, Que Cmt corria atras de aumento para sua tropa, se preocupava com à famila Militar. vejo tudo isso com muita tristeza,ok esta acontecendo. à politica esta destruindo as Fôrças Armadas, ,já não existe mais Generais como antigamente, Triste não

  22. Esse cidadão é meramente um político. Fez campanha para estar no comando e agora só sabe ficar puxando o saco do chefe para se manter no lugar. Não pensa nem por um momento na complicada situação da tropa sob seu comando. Esse texto se aplica aos outros 2 Patetas tbm.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo