Solicitação foi feita após relatos de “inúmeras pistas de pouso clandestinas nos estados da Amazônia Ocidental”
Manaus – O Ministério Público Federal (MPF) deu dez dias para que a Aeronáutica, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Polícia Federal informem quais medidas foram adotadas contra o tráfego aéreo destinado ao garimpo ilegal no Amazonas e em outros estados da região norte.
A solicitação foi feita após relatos de “inúmeras pistas de pouso clandestinas nos estados da Amazônia Ocidental, a maioria destinada a viabilizar o transporte de insumos para os garimpos e a facilitar o escoamento dos recursos minerais extraídos ilegalmente”.
De acordo com o procurador da República André Luiz Cunha, desde a implementação dos ofícios – que são unidades de atuação do MPF – da Amazônia Ocidental, diversos inquéritos policiais apontaram utilização de aeronaves privadas, pistas de pouso e aeródromos clandestinos, com atuação de pilotos de aeronaves, em suporte às atividades de garimpo ilegal, inclusive no interior de terras indígenas.
“Tal contexto revela profissionalismo na dinâmica criminosa de apoio à extração ilegal de recursos minerais, sendo necessária atuação estratégica do Ministério Público Federal para, em diálogo com as demais instituições, combater de modo enérgico tais ilícitos”, afirmou o procurador.
Na última sexta-feira (26), entidades que defendem direitos indígenas divulgaram nota técnica na qual afirmam que ainda falta muito para o combate ao garimpo nas terras indígenas.
“O caminho para a recuperação territorial e sanitária da TI Yanomami ainda é longo e muitos ajustes precisam ser feitos para recuperar um caminho de bem viver e prosperidade para as famílias indígenas”, diz trecho do documento.
Respostas de 3
O Ministério da Defesa sofreu um corte de quase 70% na verba usada para custos administrativos, como conta de água, luz e café.
Fonte: Foice de Sun Palo.
E a exportação de mendigos que a Bahia está fazendo para Santa Catarina, moradores de rua, quando o MPF mandará investigar? E a cobrança de R$ 200,00 no nordeste sobre os poços de água particulares? E o fechamento das águas do São francisco? E o Domingos Brazão, em férias de 360 dias, quem mandou ele mandar matar a Marielli? Só queria saber!
Daí o governo Federal sancionou uma “Lei de Abate” sem abate e os envolvidos sempre pousam e dão no pé para voar novamente. Deveria se chamar lei do pouso onde quiser.