Durante a festa, em Santa Maria, o soldado do Exército teria esbarrado em um dos autores, que deu início à briga
Marcus Rodrigues
A briga que terminou no espancamento e morte do soldado do Exército Breno Caraíba, aos 23 anos, teria iniciado por “motivo fútil” após um esbarrão da vítima em um dos autores. O crime ocorreu durante uma festa, em 14 de maio, numa casa de show, em Santa Maria.
De acordo com a investigação, conduzida pela 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), o crime teve a participação três pessoas, todas identificadas. Um dos suspeitos, Paulo Henrique, 20, foi preso na última sexta-feira (19/5); Os outros dois, Éric da Silva Alencar, 23, beneficiado com o saidão do Dias das Mães, e um menor de idade, de 15 anos, estão sendo procurados.
“Esses amigos [os suspeitos] estavam juntos, ao lado de uma mesa bistrô, e a vítima tentou passar pelo local, que estava muito apertado, com a aglomeração”, detalhou o delegado-chefe adjunto Renato Martins, à frente das investigações.
“Houve um esbarrão no menor de idade e, a partir daí, iniciou-se a confusão. A vítima teria agredido o adolescente com um murro no rosto, e, os amigos, intervieram na situação, para auxiliar o mais novo”, acrescentou Renato.
Mesmo desacordado, Breno continuou a ser agredido pelo trio. “No fim, um dos autores [do crime] pegou a mesinha [bistrô] e agrediu Breno com um golpe na cabeça”, completou o delegado.
A princípio, Paulo e Éric responderão por homicídio duplamente qualificado — por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima —, além de corrupção de menores.


Os dois são amigos de infância e, em 2018, teriam cometido um duplo homicídio, no Gama. “Por esse crime, inclusive, Éric cumpria pena. À época, Paulo Henrique era menor e respondeu com base no ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]”, concluiu o delegado.
Testemunhas filmaram o espancamento do soldado do Exército Breno Caraíba, morto aos 23 anos durante uma festa, no último fim de semana, em Santa Maria. Amigos e familiares do jovem se despediram do militar na terça-feira (16/5), durante o velório e sepultamento da vítima, no cemitério Parque Memorial, no Novo Gama (GO), Entorno do DF.
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METRÓPOLES
Uma resposta
Bandidos, têm sorte que mataram um soldado do exército. Se fosse um soldado da Polícia Militar eu aposto que ele seriam caçados e mandados pra vala…