Novo chefe do GSI terá que decidir se segurança de Lula seguirá com PF

GSI

Atualmente, segurança presidencial é dividida entre militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e civis da Polícia Federal (PF)

Guilherme Amado, Eduardo Barretto
Um ponto central na formação do novo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), quando o general Marcos Antônio Amaro tomar posse, é a definição da responsabilidade pela segurança de Lula. Hoje, a gestão é compartilhada entre os militares do GSI e os civis da Polícia Federal (PF).

Enquanto a PF atua na segurança do ambiente em que o presidente está, o GSI fica mais distante, protegendo o entorno do local. A organização vale para qualquer lugar em que Lula esteja, seja em Brasília ou em viagens.

Integrantes do governo alertam que a divisão não faz sentido e gera confusão. Um dos argumentos citados é a invasão do Planalto no 8 de Janeiro. Enquanto a segurança do palácio era dever do Batalhão da Guarda Presidencial, subordinada ao Exército, o entorno era atribuição da Polícia Militar do DF.

Foi o 8 de Janeiro que levou a uma reestruturação do GSI. No último dia 19, o general Gonçalves Dias deixou o comando do ministério palaciano depois de ter aparecido caminhando ao lado dos extremistas no Planalto.
METRÓPOLES/montedo.com

4 respostas

  1. Carregar malas, pastas, abrir portas de salas, carros e ligar luzes e os arcondicionados das salas.
    GSI só serve pra isso.
    Só ta faltando cumprir a sugestão do atual companheiro da Fátima Bernardes, que seria colocar generais pra limpar banheiros do Planalto.

  2. A PF tem o preparo e a competência para essa missão. Além disso não está sujeita a Ingerência por parte de Incompetentes.

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