Ex-soldado do Exército se torna oficial e retorna ao batalhão onde serviu como recruta

Aspirante que foi soldado

Dedicação aos estudos e disciplina marcam a trajetória do Aspirante a Oficial Fagundes no Exército Brasileiro

Marcelo Barros
O jovem Yuri Henrique de Souza Fagundes, após se alistar e servir como soldado no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, conseguiu através de seu esforço e dedicação formar-se oficial do Exército Brasileiro. Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate aos 18 anos e, após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.

Inspiração e preparação para a carreira militar
Durante sua formação, Fagundes foi orientado pelo Sargento Max a seguir a carreira militar através das escolas de formação. Após pesquisar sobre o concurso, ele se dedicou aos estudos por dois anos, sendo aprovado no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército e, posteriormente, na Academia Militar das Agulhas Negras.

Escolha pela Arma de Engenharia e retorno ao batalhão
Na Academia Militar, Fagundes escolheu a Arma de Engenharia, lembrando de seu tempo como soldado no batalhão de Engenharia de Combate. Por mérito intelectual, após concluir o Curso de Formação de Oficiais, ele teve a oportunidade de escolher retornar ao Batalhão Visconde de Taunay, em Natal (RN).

Exemplo
Hoje, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, participando da formação de novos soldados. Sua história de dedicação e superação serve de inspiração e motivação para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate.
DEFESA EM FOCO/montedo.com

13 respostas

  1. Show a história, legal mesmo, isso só comprova que todo ser humano é muito inteligente e tem a capacidade alcançar qualquer objetivo que queira.

  2. Isso prova a subvalorização dos praças.

    A carreira militar deveria ser única, com o concurso público para soldado e concursos internos para os cursos de formação de Sargentos e oficiais.

    1. Isso faz tempo que venho falando que devia ser um curso só e Acabar com curso de formação de oficiais. Pois qual o benefício que trazem ao povo brasileiro? E muitos ainda sai General, também acho que devia acabar com o posto de general em tempo de paz. Imagino quando não se ia economizar? Ois assim podia pagar um salário digno a todos.

    1. Praça a míngua vc continuará na míngua pelo resto da vida.

      Sabe porque? Porque vc é como muitos militares que encontro na Força. Proficional medíocre, invejoso e que distribui maus exemplos.

      Reclama, reclama, reclama…. mas continua lá “arrastando Corrente.

      Quando chegar a hora da promoção, que para o praça sabemos que é demorada, vai ser preterido e irá colocar a culpa em tudo e em todos menos na sua moral que é fraca e fácil de conrroper!

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