General Ricardo José Nigri é nomeado número dois do GSI

General Nigri

Além do general José Nigri, mais dois militares foram nomeados para cargos no GSI, comandado pelo ministro Gonçalves Dias

Flávia Said
O general Ricardo José Nigri foi nomeado para exercer o cargo de secretário-executivo do Gabinete de Segurança Institucional, da Presidência da República (GSI) — o número dois do ministro-chefe do GSI, Gonçalves Dias, conhecido como G Dias. O então secretário-executivo era Carlos José Russo Assumpção Penteado, que passará à situação de adido ao gabinete do comandante do Exército.

Nigri era chefe de Missões de Paz e Aviação e Inspetor-Geral das Polícias Militares. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), ele também foi oficial de gabinete do ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, entre 2016 e 2019.

O ato está publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na noite de segunda-feira (23/1), e é assinado pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), e pelo ministro da Defesa, José Múcio. Enquanto o presidente Lula (PT) está em viagem oficial na Argentina, os dois assinaram outras mudanças no GSI, dando sequência às mudanças de militares ligados à Presidência da República.

O general Marcius Cardoso Netto e o general Carlos Feitosa Rodrigues trocaram de posto. Cardoso Netto foi nomeado para a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do GSI. Até então, ele chefiava a Assessoria de Planejamento e Gestão do Departamento-Geral do Pessoal. Por sua vez, Rodrigues chefiará aquela assessoria, deixando a Secretaria de Segurança.

Na sexta-feira passada (20/1), Lula excluiu o ministro do GSI da reunião com o alto comando militar, que ocorreu no Palácio do Planalto. À coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, G Dias disse que não foi convidado para o encontro. Com ar de naturalidade, o general afirmou que as questões discutidas lá disseram respeito ao Ministério da Defesa, e não ao GSI.

A exclusão de G Dias da reunião vieram após as críticas de integrantes do governo Lula ao GSI, a quem acusam de leniência com as invasões golpistas na sede do Planalto, em 8 de janeiro. Desde os atos, dezenas de militares vêm sido dispensados.

METRÓPOLES/montedo.com

2 respostas

  1. sobre ferias de recruta nao gozadas.
    a forca fixou a prescricao em 5 anos apos ir pra reserva.
    ponderacoes: ‘1) o assunto foi pacificado no BE SO AGORA EM 2020;
    2) ao DETERMINAR ASSIM NAO É UMA DATA FIXA, OBVIAMENTE, O QUE NAO ABARCA TOTALMENTE A LEGISLACAO SOBRE A PRESCRICAO Q É DE 1932.
    ALGUMA IDEIA??????

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