MPF instaura inquérito para ouvir nove militares por perseguição contra sargento da Aeronáutica

Base Barra do Garças

Barra do Garças (MT) – Nove militares foram intimados pelo Ministério Público Federal, por meio do procurador da república, Guilherme Fernandes Ferreira Tavares, a prestar esclarecimentos sobre denúncias de assédio moral no âmbito do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barra do Garças, consistentes sobre perseguições ao sargento W.O.M. Conforme portaria assinada no dia 6 de dezembro, a prática de assédio moral por agente público federal pode configurar ato de improbidade administrativa.
O procurador considerou que a prática de assédio moral, além de atingir da dignidade, pode causar prejuízos a saúde física e mental do trabalhador, especialmente depressão, ansiedade, nervosismo, sociofobia, ataques de pânico, baixa autoestima, melancolia, apatia, falta de concentração, cansaço, distúrbios digestivos e enxaquecas.
Diante disso, fora identificado prática de assédio moral, em razão de abuso de poder, desvio de finalidade e malferimento à pessoalidade, enquadrado como ato de improbidade administrativa contra um sargento identificado como W.O.M. que teria sofrido perseguições no âmbito do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barra do Garças (DTCEA-BW).
O procurador da República, Guilherme Fernandes Ferreira Tavares, determinou a intimação de nove militares para prestarem depoimento no inquérito: Dílson Braga dos Santos, Adilon Carvalho de Almeida, Ernandes Paulo Carbone, James Lelis dos Santos, Edimar Mendanha Pereira, Luan Pereira Lima, Carlos Eduardo Martins de Oliveira, Luís Henrique Neves Pacheco e Juarez Sousa de Oliveira.
Após colher os depoimentos o MPF pode determinar outras diligências ou propor uma ação na justiça federal. O assédio moral é uma prática de improbidade administrativa no âmbito do funcionalismo público, e prevê penalidades que vão de multa à demissão do cargo contra o assediador.
Com Olhar Jurídico e FOLHAMAX

Respostas de 5

  1. Anos 80′ e décadas anteriores esse prática de perseguições era comum.
    Por isso hoje os Cmt’s do OM estão cada vez mais afastados da Tropa e pianinho pra passar o Cmdo sem nenhuma denuncia por parte de seus subordinados na Justiça.

    Também mostra a pouca ambição de oficiais para o cargo de Comando.
    É bem mais tranquilo assessoramento a of Gen um Grandes Cmdo de Unidades.
    Correm da Tropo como diabo da cruz.

    No caso desse graduado, meia dúzia de 3 ou 4 testemunhas é o suficiente pra provar suas denuncias.
    A fase do ‘R QUERO’ é coisa do passado.

  2. Fica o alerta.
    O MPF (nao o MPM, que tem atribuições restritas) pode fazer muito para acabar com antigas práticas ultrapassadas que não possuem lugar em uma instituição séria e profissional.
    Denuncie. Não se deprima, nao sofra. Denuncie e faça um favor à instituição, que já não pode mais aceitar esse tipo de coisa.
    O chefe honesto, que trabalha na legalidade, nada deve temer.
    Quem não deve, nada teme.

    MPF faz macho brabo tremer e falar como mocinha rsrsrs

  3. “Tempos difíceis formam homens fortes. Homens fortes criam tempos fáceis, o que permite a existência de homens fracos”.

    A falta da Guerra ( que não é o contrário de Paz), criam militares fracos que como vemos favorece a instauração de tempos difíceis.

    “Uma Força pode passar (80) anos sem entrar em combate, mas não pode estar um dia sequer sem estar preparada para tal”

    Nunca antes as palavras dos verdadeiros lideres, nossos passados, foram tão ignoradas como hoje em dia.

    O mais importante para esses “militares” de hoje, deve ser os 20% de “reajuste” dividido pelos próximos 4 anos de creptocracia e corrupção!

  4. Se eu fosse esse pseudo-sargento WOM, pediria baixa e procuraria uma ocupação civil mais adequada a sua inaptidão à carreira militar…Uma vergonha tomar conhecimento desse informe…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *