Futuro ministro da Defesa, José Múcio prevê que bolsonaristas deixarão porta de quartéis sem necessidade do uso da força
Victoria Abel
Futuro ministro da Defesa de Lula, José Múcio Monteiro prevê que os bolsonaristas que estão plantados nas portas dos quartéis de todo o Brasil deixarão os locais de forma voluntária, sem a necessidade do uso da força.
“Isso vai acontecer com o tempo”, disse Múcio à coluna, negando que cogite retirar à força os apoiadores de Jair Bolsonaro que protestam contra o resultado das eleições deste ano.
Ex-ministro do TCU, Múcio promete ser um interlocutor “harmonioso” entre o governo Lula e os militares. Na sexta-feira (16/12), ele e o presidente eleito se reuniram com os futuros comandantes das Forças Armadas.
São eles:
– Exército: general Júlio Cesar de Arruda, atual chefe do Departamento de Engenharia e construção;
– Aeronáutica: tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno, atual chefe do estado-maior da Aeronáutica;
– Marinha: almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, atual comandante de Operações Navais da Marinha; e
– Estado-Maior: almirante de esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire.
À coluna, Múcio negou que Lula tenha orientado os novos comandante a não terem posicionamentos políticos. O futuro ministro ponderou, contudo, que os escolhidos têm perfil moderados. “São homens maduros”, ressaltou.
IGOR GADELHA(METRÓPOLES)/montedo.com
Respostas de 6
Dizem que são contra o “golpe”, mas estão nas portas dos quarteis pedindo o “golpe”…o povinho alienado…
Não senhor, não pedem golpe militar.
Sim, Intervenção Federal no:
– STF, TSE e GloboLixo.
– Bolsonaro declarado Imperador do III Reinado (2023-2123), e
– novas eleições com cédulas de papel.
O tempo é o senhor absoluto da razão.
Шпион russo снижаться.
A questão não é a saída, mas a “entrada”. Eles poderiam estar lá e ainda exigir um golpe de estado?
Sonho
Essa gentalha não tem nada de patriota,eles são bolsonarista extremista insatisfeitos com a derrota do seu mito,só´isso e nada mais.
Deve-se dar o mesmo tratamento dado a outros manifestantes, tais como professores, MST e MTST.
Esses últimos, pelo menos, não queriam impor a nação nada, apenas à sua categoria.