Polêmica da compra dos blindados camufla problemas da Defesa

Blindados Centauro-2 italianos participam de exercício multinacional na Bulgária nesta semana - Nikolai Doitchinov - 14.dez.2022/AFP

Carros de combate modernos são necessários, mas precisam integrar um plano coerente

Igor Gielow
SÃO PAULO – A polêmica acerca da compra de viaturas blindadas pelo Exército, aparentemente encerrada com a suspensão da decisão liminar que vetava o negócio pelo Superior Tribunal de Justiça, é um microcosmo no qual se encontram vários aspectos que afligem a política de defesa no Brasil.
O mais evidente é a histórica inapetência do poder civil de buscar compreender o papel dos militares, agravado pelo sequestro ideológico dos fardados animados com a hipótese de volta à política nos anos de Jair Bolsonaro (PL) no poder.
Quando redigiu a decisão provisória que cancelava a compra, o desembargador federal Wilson Alves de Souza acatou argumentação falaciosa de uma ação popular.
Ela repetia a lógica que acompanha a crítica aos gastos com defesa no Brasil: o país tem outras prioridades, não luta guerra relevante na região desde 1870, o combate ao brutal déficit social e à desigualdade econômica tem de vir à frente.
Por evidente apelo, é tentador abdicar da defesa nacional —até você precisar dela, e o mundo no qual a Rússia invadiu a Ucrânia como se estivesse em 1930 prova que a instabilidade está aí para ficar. A questão é como o país organiza e racionaliza, ante as restrições orçamentárias, o seu gasto no setor.
Tecnicamente, a compra dos blindados italianos Centauro-2 é justificável. O Exército hoje tem 409 antigos modelos EE-9 Cascavel, fabricados pela falida empresa brasileira Engesa, para a função de reconhecimento e combate.

Conheça o novo blindado brasileiro

Nome: Centauro 2
Fabricante: CIO (consórcio entre a Iveco e a Leonardo, da Itália)
Lançamento e clientes: 2019, Exército Italiano
Quantos: 98 unidades
Preço: estimado em R$ 5 bilhões
Peso vazio: 30 t
Velocidade máxima: 105 km/h
Autonomia: 800 km (a 70 km/h)
Potência: 750 cavalos
Armamento: 1 canhão de 120 mm; 1 metralhadora 7,62 mm;
granadas de fumaça
Tripulação: 3
Fonte: CIO

O modelo italiano bateu um concorrente americano-canadense e outro chinês. É um projeto moderníssimo, contratado pela Itália em 2018. Lá, já foram comprados 96 dos 150 blindados previstos, a um custo unitário até aqui de € 6,7 milhões (R$ 37,9 milhões), mas isso muda ao longo do tempo com a escala de produção.
O Centauro-2 traz uma inovação tecnológica em sua torre, com a possibilidade de uso de um canhão de 120 mm de alta pressão, o mesmo utilizado por tanques de guerra principais —veículos mais pesados sobre lagartas, dos quais o Brasil opera 296, a maioria modelos antiquados alemães Leopard-1.
Ele é produzidoo por um consórcio integrado pela Iveco, que já produz no Brasil o blindado Guarani —o que, segundo o Exército, garante alguma comunalidade de peças.
Aqui, a ideia é a aquisição de uma frota de 98 blindados, mas isso é só um plano. Mas a falha na comunicação do Exército no caso, outro problema endêmico em Forças que não gostam de discutir suas prioridades, levou ao desastre publicitário.
Durante mais de uma semana, a Força ouviu que os 98 blindados custariam R$ 5 bilhões, como se fossem pagos de uma só vez. Apenas depois da decisão do Tribunal Federal Regional da 1ª Região é que o Exército divulgou nota explicativa, em canal interno.
Segundo ela, seria assinada no dia 15 a aquisição de dois Centauro para avaliação, e o único desembolso seria de R$ 1 milhão para dar prosseguimento ao processo. Satisfeito, o Exército levaria cinco anos e R$ 3,3 bilhões, com provável financiamento mais longo, para chegar a 98 blindados.
Isso poderia ter sido esclarecido desde o começo, levando o debate para um outro nível: o Brasil precisa de tais armamentos?
Novamente, volta-se à questão das prioridades. Forças Armadas precisam se manter modernas, como lembrou o desfile de blindados da Marinha em Brasília e seus tanques fumacentos em 2021. Sem parque local para tal tipo de armamento, resta comprar lá fora.
Na América do Sul, o Brasil é o maior ator militar, embora a Colômbia tenha Forças Armadas mais experientes devido às décadas de insurgência. A Venezuela se reequipou com uma variedade de armas russas e chinesas, mas o fato é que um conflito terrestre com a ditadura vizinha é algo quase impraticável, não só pela política, mas pela geografia amazônica.
Aí entram os blindados. Se eles fizerem as vezes de tanques, nessa quantidade menor parecem adequados. Mas o que de fato falta ao Brasil hoje, prioritariamente, são sistemas de defesa antiaérea.
O país emprega apenas sistemas portáteis russos e suecos, para defesa pontual, e tem 34 canhões antiaéreos sobre viatura blindada Gepard, de origem alemã. Interceptação de aeronaves fica a cargos de antigos caças F-5, que começam a lentamente ser substituídos a partir de segunda (19) pelos modernos Gripen suecos, mas é insuficiente.
Um dos parâmetros da guerra moderna é negar a ameaças trânsito e controle de espaço aéreo, como se vê na Ucrânia. Isso demanda sistemas de média e a grande altitude, capazes de “fechar” áreas. O Brasil não tem um plano para isso, muito menos integração entre o Exército, que opera o setor, e a Força Aérea.
O país só foi ter um Ministério da Defesa único em 1999. Houve avanços para unificar compras militares sob uma ótica mais racional, mas as resistências são várias. E há o problema de limites orçamentários.
Todos os projetos estratégicos do país sofreram atrasos nos últimos anos: o Gripen, o cargueiro KC-390, os submarinos, os helicópteros de transporte. Caso eloquente é o do Guarani, que deveria ter mais de 2.000 unidades entregues até o fim da década e vai se arrastar até 2040, com metade da frota.
O nó está não no tamanho do orçamento, um dos 15 maiores do mundo na casa dos R$ 100 bilhões já executados este ano. Só que cerca de 75% estão comprometidos pessoal ativo e inativo, o que deixa a margem de manobra para investimentos apertada —ainda que seja a quarta maior da Esplanada.
Especialistas avaliam que uma saída pode estar em aumentar a proporção de militares temporários nas Forças, o que aliviaria a carga previdenciária, e reduzir o tamanho dos efetivos, isso já previsto. Mas é algo de longo prazo, que demanda vontade política ora inexistente.
FOLHA/montedo.com

Respostas de 41

  1. A velha e repulsiva ladainha de que 75% do orçamento é “gasto” com salários e bláblábláblá. Essa gente quer o quê? Que os militares trabalhem de graça? Pesquisando, descobri que os eua, Inglaterra e vários outros países gastam boa parte de seus orçamentos de defesa com salários dos militares. E isso é óbvio. O quê se tem que fazer é aumentar o valor de 1 e pouco por cento do PIB nacional para 2.5. Só assim se terá mais dinheiro a ser destinado a aquisições, pesquisas e manutenções de equipamentos. Quanto à aquisição desses novos blindados, eu pessoalmente acho que pelo tamanho do nosso território, essa quantidade de 98 é irrisória. Para mobiliar as diversas brigadas de cavalaria blindada ou mecanizadas pelo Brasil afora, a quantidade mínima deveria ser no mínimo de umas 700 à 800 viaturas. E parem com essa conversa de que falta dinheiro. Dinheiro tem e tem muito. E para os desinformados, mal intencionados desconhecedores do assunto e etc e etc, o novo presidente já reuniu com os novos comandantes das ffaa e pediu para que sejam apresentadas todas as demandas das forças e já disse que haverá sim, investimentos na área militar, principalmente em projetos estratégicos. E aos que ficam por aqui poluindo o blog e o post com assuntos “de carreira” e “não de carreira”, “você é juruna”, eu “não sou “juruna”, um pedido; comentem e discutam isso no post que falar sobre esse assunto. Este post aqui é sobre “aquisição de blindados:

    1. Sim e você acha que qualquer um pode entrar em um blindado dirigir valendo milhões e com responsabilidade e o salário defasado? Ou você acha que os que ganham mais vão dirigir um blindado?? Nada contra pelo tamanho do Brasil tem que modernizar muito, mas querendo ou não também passa na valorização do pessoal e não uns sim e outros não só isso.

      1. Cara….sinceramente demorei para entender o quê vc quis dizer exatamente nesse texto que escreveu. Dirigir veículo de milhões….ganhando pouco…..enfim, confesso que na verdade não entendi seu raciocínio.

          1. Só o Cabo Mago Juruna motorista da abelinha dos Serviços Gerais é habilitado pra pilotar Vtr Bld Centauro-2.
            Nem o Cabo Feliz DECRÉSCIMO possui tal alta certificação.
            Só os possantes Jurunas da MB.
            Juruna não é carreira.

        1. Está certo para uns tem que desenhar. Kkkkkkk Para outros com pouca palavras vão enteder. Vou desenhar eu quis dizer que tem que valorizar os estamentos inferiores mais ,pois certamente eles vão dirigir os veículos de milhões só isso eu quis dizer. Se você tem responsabilidade de dirigir um veículo avaliado em milhões, você também tem que ser valorizado e não uns sim e outros não. Pois quem conseguiu a proeza de dividir a tropa da ativa,reserva? Que nenhum governo anterior conseguiu fazer.

          1. Ah tá!…apesar de seu texto continuar extremamente confuso e fora do tópico (que trata sobre aquisição de blindados pelo EB), eu consegui entender que o senhor na verdade está falando sobre salários….agora entendi! Mesmo fora do tópico, eu tentarei lhe falar alguma coisa sobre aumento salarial.
            Todos no mundo militar sabem que alguns generais do governo bolsonaro “manobraram” e fizeram uma confusão na questão salarial dos militares, onde somente a cúpula acabou tendo aumentos substanciais em seus vencimentos e no “rastro”, também alguns outros “grupos”, dentro de mesmo posto e graduação e isso é coisa bizarra pois no estatuto dos militares é estabelecido que vencimentos (soldos) serão exatamente iguais dentro dos respectivos postos e graduações. Acabou virando uma bagunça, onde alguns setores e graduações dos tais “estamentos inferiores” acabaram também se beneficiando e ganhando salários maiores que outros, dentro do mesmo posto ou graduação. Tentaram reinventar a roda e virou essa confusão toda. Bastava fazerem os acertos em lotação, militares profissionais, militares não profissionais, número de recrutas e etc e darem de aumento, a mesma porcentagem no soldo, do general mais antigo ao recruta mais moderno, como sempre foi feito desde que o mundo é mundo. Depois de tudo que aconteceu no Brasil nos últimos 5 ou 6 anos, o novo governo terá que fazer um levantamento de tudo para tomar pé da situação e conhecimento da gravidade do desmanche que foi realizado no estado brasileiro, e à partir daí, fazer um governo de reconstrução nacional para tentar reorganizar tudo novamente. Para se falar em aumento salarial para os militares, alguém terá que mostrar ao novo governo que os militares não tiveram nenhum aumento salarial mas sim que o quê houve foi uma “reestruturação de carreiras” e nisso, uma minoria acabou “se dando bem”. Mais uma vez. Para que o governo fale em aumento salarial para os militares, alguém terá que explicar à eles que a “reestruturação” que houve não foi “aumento”. Pessoalmente acho que se bem explicada essa confusão da reestruturação, o novo governo dará sim algum aumento salarial aos militares. O governo que chega já disse que apesar do que fizeram alguns militares, eles não farão um governo de vingança. Disseram que as ffaa são instituições de estado e não de governo e assim serão tratadas. “DEU” para entender ou não “DEU?

          2. É óbvio Decréscimo que “os estamentos + inferiores vão dirigir os veículos”.
            Um general ou coronel acho meio difícil, só possuem Habitação Cat ‘B’.
            👍

    2. Bruxo sócio do Blog,
      Já estou achando que vc é Juruna.
      E quem decide onde se comenta é o dono da maior parte das ações.
      Assim, Bruxo Juruna, aqui vc não apita absolutamente nada.
      E vá se informar, é muito mais que 75% do orçamento pra pagar a Lei do General.
      Juruna não é carreira.

    3. Não é ladainha não.
      O povo ta atento que aposentamos antes de 50 anos e deixamos salários para as filhas, que já nascem aposentadas caso vc tenha sentado praça antes de 2000.
      Não tem sentido tanto gasto se nem vamos para a guerra, esses brinquedos para nossos meninões estão saindo caro demais, e servirão só para fazer um destile bonito

  2. Mago baiano macumbeiro.
    Daria não pra chamar um diretor da Disney.
    E desenrolar uma série de seu comentário em 10 episódios.
    Tá muito grande Juruna, dá não “pá mi”.
    Tá parecendo o filme E o Vento Levou.
    Tenho tempo pra isso não, Jesus!

  3. Mago,
    Tenho uns terreninhos com mato alto.
    Acho que estás com tempo sobrando pra uma carpina.
    Parece o rascunho do Velho Testamento seus quilométricos pitacos.
    E QE não é carreira.

  4. Mago Bruxo mandraqueiro cheio de encostos.
    Tu estás cheio de conversa fiada hein.
    Tá parecendo um paisano falastrão.
    Um Juruna cheio de fanfarronices, pazuellices e gordices.
    Vai arrumar uma carpina seu mandraqueiro.
    O tempo é o senhor absoluto da razão.
    Шпион russo снижаться.

  5. Lógico que entendi ,só não quis escrever um texto tamanho para explicar que se pode explicar em poucas palavras. Deu sim para entender. Você quis dizer deu, porque acha que escrevi muitas x teu e aí como eu sei que está errado e tem professores de plantão, deixo eles corrigindo, para ficaram contentes e achando que o pessoal é analfabeto. Kkkkkkkkkkkk

    1. Esse Decréscimo é demais 😂
      …”porque acha que escrevi muitas x Teu…”
      …”e aí como eu sei que está errado…”
      …”para ficaram contentes e achando que o pessoal é analfabeto”
      Hahaha!!! Hahaha!!! Hahaha!!!
      HAHAHAHAHAHAHAHA
      Hahaha!!! Hahaha!!! Hahaha!!!
      HAHAHAHAHAHAHAHA

    2. Não Decréscimo, Rsssssssss
      O Bruxo macumbeiro escreveu “DEU” em letras garrafais porque ESTÁ COMUNICANDO ALGO EM VOZ ALTA (tá bem não).
      Não tem nada a ver com seus Teu aumento.
      Decréscimo, tu é muito figura. Rssssssss
      P.S.:
      pessoas que escrevem em letras garrafais estão pedindo socorro.

    3. Senhor Decrescimo como és milit@ antigo deve saber que desde a MP do Mal e a extinção do adicional de tempo de SV nenhum militar ganha igual ao outro, lembro que eu na época praça de 1985 tive 16%, na ocasião dessa mudança,. Embora já houvesse sido promovido em dez de 2018 a Capitão, aguardei e fiz o CAQAO e cumpri o pedágio de 18 meses após a conclusão do curso, até alonguei, permaneci no SV ativo até 31 de janeiro desse ano, só reiterando militares ganhando no mesmo posto ou graduação salários diferentes existe desde 2001.

      1. Existe realmente,mas não com as mesmas turmas recebendo diferente. Então uma coisa você entrar e saber o que é e que vai ser, outra é mudar as coisas na metade do caminho favorecendo uns e prejudicando os outros. Vamos dizer assim,mas as força armadas tem que evoluir e fazer os cursos de aperfeiçoamento? Digo sim,mas veja os cursos sempre existiram e no PL 1645 se falou muito em meritocracia isso? Então como e em que sentido posso usar a palavra??? Eu estudei e mereço sim ,mas se o soldado que está tirando serviço sabe mais quem você e o dinheiro é pago pela união,contribuinte e quando você está até dispensado se fizer o curso Soldado não tem meritocracia?? Vamos também fazer uma rápida análise hoje você foi embora com os altos estudos, você acha justo que amanhã se faça uma nova reforma e como temos que modernizar aí a pessoa no mesmo posto só faz um cursinho de algumas horas e vai ganhar o dobro que você ou até mais.???? E como aí fizerem uma nova Restruturação você fica com seu salário por anos congelado???? O que eu quis dizer com isso? Os que hoe estão sofrendo na pele amanhã pode ser a sua x. Então o Justo é dar aumento como sempre fizerem e os cursos sempre existiram e é dever do pessoal e da união de cada x se aperfeiçoar mais ,independente dos altos estudos.

        1. Exatamente se só possui Curso de Formação como querer o mesmo percentual de quem possui além desse especialização, aperfeiçoamento e Altos Estudos fica difícil, mais sede feliz.

      2. Senhor Decréscimo…
        Rssssssss
        Todos já o tratam como seu nome próprio fosse Decréscimo.
        Decréscimo, tu é muito figura.
        Rssssssss

    4. Se liga Primeirão Decréscimo CHQAO.
      Esse “mago” é o ‘Uma Ode ao Mobral’.
      Fica aqui vociferando pazuellices pra ter eco de alguém.
      Não caia na armadilha de bater palma pra maluco dançar.
      O maximus mamadus tá mamado, borracho.
      O tempo é o senhor absoluto da razão.

    1. Triste mesmo é adquirir um blindado com o nome de Centauro, um equipamento caríssimo e colocar nas mãos de um Juruna cachaceiro que não tira serviço pois tem problemas psicológicos, mas que sempre está apto para uma missão de paz do tipo Haiti, colônia de férias para QE endividado.

  6. Vamos vender os blindados para ajudar as crianças de rua a salvar as baleias do rio Amazonas e os índios a reduzir a violência contra o pessoal transAmazônica e levar água para as cataratas do Iguaçu para combater os incêndios do serrado com apoio dos quilombolas acamando com a crise financeira do pessoal desempregado no atol das Rocas!

  7. Novo Ministro da Defesa vai se reunir com novos comandantes para verificar as demandas bélicas da caserna, por ordem do Nine Fingers, para já incorporar verbas para defesa no próximo orçamento. Esse rolo aí que ocorre no atual, não vai ocorrer a posteriores. Se acham que se trata de embuste se informem. Nine sempre investiu nas FFAA devo concordar.

  8. Populismo barato desse partido que assumirá a presidência com a questão dos blindados. Lembram do Programa FX da FAB? O ex-presidiário desviou a verba dos caças para o programa fome zero.

  9. Afinal de contas Decréscimo,
    Vai ter mesmo aumento em 2023.
    Foi o que vc divulgou após participar dos trabalhos do Grupo de transição.
    Vai pipocar não, segura a marra.
    E aí, qual será o valor, 30%?

    1. Falei em 2024 e parcelado, mais melhor que seja um pouco sempre que nada. Agora na pasta da defesa tem dinheiro para dar um aumento ano que vem ,aí tem que ver o que os chefes vão dizer sobre a prioridade e onde colocar o dinheiro.

      1. Vou mandar a conta pra você.
        Troquei meu carro por um ‘zero bala’ com a primeira entrada após o carnaval.
        Perdeu a moral, “marcha à ré” Decréscimo, arrego.
        Decepcionado contigo, vc disse que seria em 2023.
        Já, já chegará o boleto do auto na sua residência.
        E que papo é esse de parcelado, segura a marra.
        Dissestes que seria em ‘cota única’.
        Já estou achando que vc não tem “amigos cumpanheirú” nenhum no Grupo de transição do gov 9 dedos.
        Até tu Decréscimo, um embuste, barro!

        1. Um aumento em cima de outro vale muito mais que terem um aumento abaixo da inflação. Então melhor o aumento ser em cima do próprio aumento e no final vai dar muito mais que se tivessem dado muito pouco.

          1. Decréscimo, vc é demais.
            Seu comentário tá parecendo uma suruba:
            – “aumento em cima de outro”.
            – “aumento abaixo”.
            Hahaha!!! Hahaha!!! Hahaha!!!

  10. O Brasil é extremamente vulnerável em todos os aspectos, podemos perder uma guerra somente com as fake news inimigas.

    Sem Tecnologia nacional e dependendo dos suprimentos internacionais não podemos ter o luxo de termos qualquer inimigo.

  11. Não é de hoje que essa empresa Iveco enche os bolsos de vossas excelências. A Iveco há décadas ganha certames licitatorios com o EB. Pq será? Fica a pergunta.

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