UOL, em São Paulo
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado como o relator do pedido de impeachment do ministro da Defesa, o general Paulo Sérgio Nogueira, protocolado ontem por um grupo de advogados. Mendonça foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao STF.
A petição dos advogados fala em crime de responsabilidade por conta da nota na qual as Forças Armadas afirmam que o relatório em que confirma os dados da votação das eleições deste ano “não exclui a possibilidade da existência de fraude” nas urnas.
“Ainda que tenha se afirmado, de forma ambígua, que não havia sido apontada nenhuma fraude, o objetivo era claro e foi sentido nas ruas, inflamando vários protestos de caráter golpista país afora”, diz o documento.
Segundo a peça, a nota divulgada pelas Forças Armadas no dia 10 “contrariou expressamente” o relatório divulgado no dia anterior. O texto também destaca os reiterados ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas e diz que o Ministério da Defesa e parte dos militares passaram a “subsidiar aquelas declarações fantasiosas”.
Além do afastamento de Nogueira, os advogados também pedem operações de busca e apreensão no gabinete e na residência oficial do general. A ideia seria provar a participação do ministro da Defesa em “tratativas entre o referido Ministério e as Forças Armadas na prática de atos atentatórios à democracia brasileira”.
Essa hostilização leviana contra o trabalho desempenhado pelo Tribunal Superior Eleitoral configura crime de responsabilidade contra os direitos políticos. Infelizmente, não é de hoje que integrantes do comando das Forças Armadas Brasileiras colocam em dúvida o sistema eleitoral brasileiro, base da democracia do país.” Petição apresentada ao STF por impeachment de ministro da Defesa
Além disso, os advogados sugerem que o STF intime o ministro, os comandantes das Forças Armadas e o presidente Jair Bolsonaro (PL) para prestarem depoimento sobre o apoio aos atos golpistas nos quais bolsonaristas questionam o resultado da eleição presidencial.
Desde o dia seguinte ao 2º turno, apoiadores de Bolsonaro fecharam rodovias e depois passaram a se reunir no entorno de quartéis do Exército.
O movimento em frente aos quartéis é considerado de caráter golpista por questionar uma eleição legítima. Desde a implantação das urnas eletrônicas, em 1996, nunca houve comprovação de fraude ou adulteração do resultado.
O Ministério da Defesa divulgou um relatório informando não ter encontrado fraude nas urnas eletrônicas. Lula teve 50,90% dos votos e Bolsonaro, 49,10%.
UOL/montedo.com
Respostas de 6
Essa hostilização leviana contra o trabalho desempenhado pelo Tribunal Superior Eleitoral configura crime de responsabilidade contra os direitos políticos? Mas o que tenta se preservar é exatamente isso, os direitos políticos. A esquerda é excepcional em transformar uma faísca em uma bomba atômica. Para se preservar um Estado Democrático e de Direito é preciso deixar acumular transgressões, as mais diversas, contra as Leis e a Constituição? Eis o grande erro ou conivência dos representantes e defensores da legalidade, apesar de que a legalidade está se transformando em totalitarismo.
Se no atual momento, empresas midiáticas defensoras de interesses desconhecidos, representantes do Direito, membros do judiciário, tentam de todas as formas possíveis arrasar com a Presidência da Republica e as FFAA, imaginem em quatro anos, onde estaremos? É quase certo que tentarão implantar um noco regime de governo com “democracia direta” exercida pelo MST, MTST, CNBB, Via Campesina, OAB, ABI, associação de advogados e juristas, etc, relegando o povo à segundo plano, como nos países periféricos ao Brasil. Qualquer mandado ou provocação à justiça, caindo nas mãos certas, será despachado em beneficio dos novos mandatários.
Tá ok, tá nos 10% que eu domino. Se não vai com filtro protetor solar fator Aras, vai com esse mesmo. Vamos que vamos!
– 50,90 x 49,10, excelente, falou a voz da democracia!!!
Mendonça? Fala sério, não precisa nem de parecer, é só desaparecer, porque o resultados é óbvio.
O trio Aras, Mendonça e Kássio não deveriam perder tempo inventando argumentos absurdos para defender o governo, pois todos já sabem o que fazem e porque fazem.
“impeachment de ministro da Defesa”
Amparo= achismo e querismo
Democracia x latrocracia