Ministério da Defesa diz que seu relatório não exclui possibilidade de fraude eleitoral

Militares pedirão ao TSE investigação técnica urgente sobre eventuais riscos de segurança das urnas eletrônicas

HUMBERTO TREZZI
O Ministério da Defesa divulgou, na manhã desta quinta-feira (10), uma nova nota a respeito da fiscalização do sistema eletrônico de votação feita por militares das três armas. No posicionamento oficial, o órgão que controla as Forças Armadas diz que a análise não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas nas eleições de 2022, embora não tenha apontado irregularidades.
Entre os pontos levantados pela Defesa, comandada pelo general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, estão:

– possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a compilação do código-fonte;
testes de funcionalidade das urnas (teste de integridade e projeto-piloto com biometria) insuficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação;
– restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros.
O Ministério da Defesa reitera ter solicitado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a realização de uma investigação feita por técnicos renomados da sociedade e das entidades fiscalizadoras. No relatório, porém, os técnicos militares admitem que a totalização dos votos nas urnas testadas, por amostragem, mostrou conformidade entre os boletins de urna impressos e os dados disponibilizados pelo TSE.
O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, interpreta de forma diferente a fiscalização feita pelo Ministério da Defesa. Em nota, Moraes diz que “recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022”.
Ele considera o assunto encerrado e que sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas.
GZH/montedo.com

Respostas de 19

  1. Com todo respeito está na hora de virarem a página perderam as eleições e não foi por falta de aviso e se fez falta os votos que o pessoal dispensou e dispensava toda hora do pessoal prejudicado isso fez,falei lá atrás que a votação ia ser apertada e as urnas iam falar por si e foi que aconteceu. Vou fazer um desafio sem mergulhar em outras coisas. O desafio é sobre as forças armadas. Vamos lá alguém sabe em que o Lula prejudicou os militares no governo dele? Lembro aqui só estou falando das forças armadas e tenho certeza que vai vir gente vai dizer só nos teu esmolas de aumento e ainda parcelado. Podemos fazer as comparações o que esse governo teu de aumento que atingiu a todos? Quando foi mesmo? Quem aumentou os interstícios? Olha não estou falando de corrupção e sim o que foi dado em cada governo. E ao contrário o Lula não sucateou as forças armadas se olharem sem paixão política foi muito melhor para as força armadas que esse próprio governo. Lembro só comparação forças armadas e nada de outro tema.

  2. Esse relatório não pode ser levado a sério, por ser impreciso no desenvolvimento e malicioso na conclusão .
    Fato, não encontrou nada…depois diz que não exclui a possibilidade de fraude? Como assim cara pálida?
    Sem dizer o porquê, como é capaz de fazer uma afirmação dessa?
    Em um trabalho sério, não se especula sobre o que não viu, ou não sabe, só porque sabe fazê-lo, ou porque não consegue executá-lo.
    Se trabalhou com amostras consideradas insignificantes, não é problema do objeto observado e sim de quem não fez, ou não pode fazer, o trabalho bem feito. Repito, o problema encontra-se em quem observou.
    A partir daí, colocar em dúvida todo um sistema (eleitoral) por incapacidade de quem verificar?
    Não pode ser sério, é melhor colocar a viola no saco e sair de fininho.

  3. “possível risco à segurança”; “insuficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso”; “restrições ao acesso adequado”. Observem o quanto são vazios tais argumentos: “possível, possibilidade, adequado”. Ou seja, não encontraram nada e ainda saem com a impressão de que somente atuaram para gerar ruído no processo eleitoral. Voltem a cuidar do rancho, de formaturas e de entrega de medalhas. Disso entendem.

  4. O código fonte ficou disponível por um ano! Vc mesmo publicou uma matéria sobre isso senhor capitão. Quando o TSE encerrou o prazo para os órgãos, instituições e etc q já tinham acessado e verificado o código fonte q o ministério da defesa hoje puxadinho do palácio do planalto pediu acesso ao tal código fonte! É muita tacanhesa!!! Tá na hora da gente seguir em frente! Infelizmente o povo escolheu larápio de nove de dedos e sua seita maligna vermelha, paciência hora. Acabou, daqui 4 anos tem eleição novamente! A administração atual ficou 4 anos brigando com os demais poderes, negando uma pandemia q vitimou quase 700 mil brasileiros fora os q ficaram com sequelas, passeando de moto em pleno horário de expediente durante a semana, espalhando mentira e sempre torcendo pelo caos e no final dos acréscimos do segundo tempo é q resolvem ligar a chavinha! Hora, pq não se preocuparam com isso logo lá atrás para aperfeiçoar o sistema, não acredito q o sistema seja perfeito mas dizer q não funciona aí é de mais né! O seu par q foi eleito como governador por SP então não pode assumir pois a urna não funciona! Os quase 100 deputados federais eleitos pelo PL a pedido do Bolsonaro então também não podem assumir e serem diplomados pois a urna não funciona! Então a urna só funciona se candidato x ganhar caso contrário não funciona!?

  5. Existem dois perfis bolsonaristas: o que está brigando ainda, fomentando golpe, incitando e patrocinando a permanência na frente dos quartéis, esses perderão salário triplex; o segundo, que estão quietos, por vezes falam uma ou outra coisa sem se comprometerem, porque estão garantidos por mais quatro ou oito anos. Mas não existe um terceiro? Sim, mas esse não vale apena falar, são os inocentes úteis, incautos ou, trouxas.

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