Os titulares das duas pastas participaram da reunião; comunicado do órgão chefiado por Augusto Aras afirma que a ‘ordem imperou” no primeiro dia da votação, no início do mês
Augusto Aras se reuniu com os ministros Paulo Sérgio Nogueira, da Defesa, e Anderson Torres, da Justiça, nesta quinta-feira (13), para discutir sobre a segurança do segundo turno das eleições, que ocorrerá em 30 de outubro.
A informação é de comunicado da própria PGR.
“Seguimos compenetrados nesse propósito e acreditamos haver condições para que o processo eleitoral de 2022 seja concluído de forma positiva”, disse o procurador-geral, que prevê o segundo turno de “forma ordeira e democrática”.
A reunião também serviu para analisar “o trabalho de acompanhamento feito até agora” e desde meses antes mesmo do primeiro turno, ocorrido no dia 2 de outubro.
O comunicado da PGR desta quinta afirma que a “ordem imperou” no primeiro turno.
O Antagonista/montedo.com
Respostas de 3
Além de tratarem de segurança durante o dia 30 de outubro.
Acredito que haverão outras pra tratarem de segurança nacional dependendo do resultado destas.
Todavia, independentemente, de A ou B, prevalecerá a voz das urnas.
‘Zeros’ chances de qualquer de uma versão tropicalista de invasão ao Capitólio nacional.
Qualquer assanhamento será rebelado pela Justiça e órgãos de segurança distrital ou federal.
Nenhuma instituição federal afiançará qualquer tipo de tentativa de negação ao resultado das eleições.
Em se falando em possíveis aloprações:
– “Trump é intimado a depor ao Congresso sobre invasão ao Capitólio.
Comissão que investiga ações de 6 de janeiro de 2021 decidiu em reunião ouvir ex-presidente EUA.”.
Sem “total” apoio da população: Chances ‘Zeros’.
Vote 22!
Toda essa narrativa de golpe há quase 4 anos tem cheiro de favas contadas. Lula no 1º turno obteve quase a mesma votação de Bolsonaro em 2018 no 2º turno. Enquanto permanece essa narrativa de golpe o STF vai criando suas legislações e penalidades para cancelar a liberdade de manifestação apenas de um lado. Isso sim tem cheiro de golpe, favas contadas, que não condizem com a realidade do apoio publico que Bolsonaro tem recebido.