Troca será feita porque unidade “não mais atende às necessidades de utilização pelo Comando do Exército”
Evelin Cáceres
O Comando do Exército anunciou no Diário Oficial da União da última sexta-feira (23) que vai alienar o quartel da Rua Joaquim Murtinho, 680, em Campo Grande, por 72 apartamentos e 11 casas a serem construídas. A autorização para a troca foi concedida pelo comandante do Exército Brasileiro Marco Antônio Freire Gomes.
A permuta de bem imóvel próprio administrado pelo Comando do Exército mediante troca por edificações a construir é uma modalidade recentemente autorizada. Em Campo Grande, segundo a publicação, a troca será feita porque o quartel da Joaquim Murtinho “não mais atende às necessidades de utilização pelo Comando do Exército, objetivando a aquisição de aquartelamento, próprios nacionais residenciais (PNR) e outras obras de interesse da Força Terrestre, havendo dessa forma, compensação, não lhe acarretando prejuízos de natureza patrimonial”.
O quartel deverá ser trocado por 3 blocos de apartamentos com 24 (vinte e quatro) Unidades Habitacionais cada e 11 casas, conforme Projeto Arquitetônico de Referência, compreendendo toda a infraestrutura, inclusive o cercamento e as edificações de apoio e de urbanização, a serem construídos no interior de outros terrenos do Exército em Campo Grande.
Também há a autorização para a construção de 1 (um) pavilhão alojamento, 1 (uma) dependência destinada à prisão, 1 (uma) reserva de armamento, 1 (um) canil, 1 (uma) garagem de viatura, 1 (um) pavilhão garagem e 1 (um) pátio de manobra, todos para o 9º Batalhão de Polícia do Exército.
Para a execução e o acompanhamento das edificações a ser construídas, o Comandante do 3º Gpt E deverá nomear um oficial do Quadro de Engenheiros Militares, de Fortificação e Construção ou um Oficial Técnico Temporário (Arquiteto ou Engenheiro Civil), a fim de compor a comissão especial de licitação, bem como um oficial de mesma qualificação para responsabilizar-se pelos encargos de fiscalização do contrato.
Mais detalhes da permuta podem ser conferidos aqui.
midiamax/montedo.com
Respostas de 9
Vamos aguardar como serão distribuídos entre os movimentados.
“entre os movimentados”!
Como assim, e a ordem da fila de PNR onde dezenas de militares esperam há milênios.
É obra para no mínimo 2 (dois) anos, não haverá distribuição imediata!
Exército lavou a burra ai então….paisano que “ganhar” isso, sairá “perdendo” na verdade.
Na guarnição de Alegrete RS tem mais de 1.000 hectares de terras do Exército ociosas! Porque não fazem permuta também? Guarnição que apenas 7% dos graduados estão nos PNRs.
kkkk a guarnição mais inutil do exército, ela deveria era deixar de existir
e todo mundo que ta lá ser transferido pro norte onde precisa realmente de quartel.
kkkk ah servi ai…de 12 a 14… então sei bem do que to falando
dessa fronteira oeste totalmente sem finalidade alguma.
Poderiam aumentar o número de apartamentos.
Q ideia de três quartos grandes, mais dependência de empregada grande, mais sala gigante, mais área de serviço e Cozinha enormes e três banheiros, o que totaliza mais de 110 metros quadrados.
Fariam apartamentos muito bons com 80 / 90m2. Até torres mais altas.
Ainda dá pra se pensar.
O praça quer sair do sufoco do aluguel caro…
Outra seria limitar a 5 anos o uso dos PNR e se exceder o cara retorna pra fila. Hoje temos milico ocupando PNR ha mais de 10 años
Acho que o PNR deveria NÃO deveria ser disponibilizado para o militar que já é natural da cidade onde serve
Além disso, apenas deveria ser ocupado pelo tempo em que o militar permaneça na mesma guarnição obrigatoriamente sem o seu pedido de transferência ser atendido. A partir do momento que ele cumprisse o tempo mínimo de guarnição e pedisse para permanecer na mesma (não ser movimentado) isso deveria ser encarado como vontade de fixar residência na guarnição e, portanto, ser tratado igual ao militar que é natural da cidade onde serve.
PNR deve ser usado como meio de facilitar os movimentados, deve ter rotatividade, portanto, não servir de meio, para o militar já estabelecido na sua cidade natal ou que deseja se fixar noutra cidade, de acumulação de renda: ocupar PNR deixando de pagar aluguel de mercado e auferir renda com locação de imóvel próprio ou com o dinheiro aplicado. PNR tem que servir para safar o militar do sanhaço inicial que é trocar de cidade, só isso.
bom, pode ser talvez imoral, talvez
mas não há nada de ilegal nisso, se o militar compra casa seja na cidade natal
ou na qual ele foi movimentado, ganhando praticamente a mesma coisa que muitos companheiros ele se organizou…ai vem a inveja “amiga” e acha ruim..
ilegal não é!