Decisões ainda precisam ser confirmadas pelo plenário do TSE
Rayssa Motta
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, autorizou o envio das Forças Armadas para reforçar a segurança em 561 cidades e localidades em 11 Estados no primeiro turno das eleições. As decisões ainda precisam ser confirmadas pelo plenário do TSE — só então o Ministério da Defesa é notificado para organizar a operação.
Tradicionalmente, os militares apoiam o trabalho da polícia nas cidades que pedem reforço. Neste ano, a preocupação é maior diante da escalada dos episódios de violência política.
Moraes atendeu a solicitações dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O maior contingente deve ser deslocado para o Rio de Janeiro, que pediu apoio das Forças Armadas em 167 municípios.
Também foram concedidos pedidos dos TREs de Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins. Os militares devem ajudar ainda na logística em terras indígenas.
Uma resolução de 2004 autoriza o TSE a “requisitar o apoio para garantir o livre exercício do voto, a normalidade da votação e da apuração dos resultados”. Basta encaminhar o pedido indicando as localidades e os motivos que justificam a necessidade de reforço na segurança, com o aval da Secretaria de Segurança dos Estados.
ESTADÃO CONTEÚDO/montedo.com
Respostas de 4
Além da segurança na votação, queremos transparência e lisura. Porque barrar duas leis e minar uma pec de voto auditavel e descondenar um larápio para disputar as eleições fica complicado confiar que nosso voto será contado corretamente.
Bolsonaro reeleito no 1° turno em outubro de 2022.
Para garantir o sigilo do voto, voto de olhos fechados.
Sem problemas, as urnas tem Braille. 🤣🤣🤣🤣