Oficial da Marinha é preso após chamar professor de “preto de merda”

OFICIAL DA MARINHA PRESO POR RACISMO

Joanesson Stahlschmidt, de 36 anos, foi preso em flagrante por injúria racial. Caso aconteceu nessa sexta-feira (2/9), em São Paulo

Tácio Lorran
Um oficial da Marinha foi preso após xingar, nessa sexta-feira (3/9), um professor de surfskate no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo.
A vítima, o professor Jagner Macedo Santos, de 33 anos, foi chamada de “preto de merda” pelo capitão-tenente Joanesson Stahlschmidt (foto em destaque), de 36 anos. O ataque aconteceu em meio a uma discussão no parque. Jagner relatou que o oficial da Marinha se sentiu ofendido após ser instruído a pedalar na ciclofaixa, e não em um trecho próprio a skatistas.
Vídeos que circulam em redes sociais mostram o momento em que Jagner é chamado de “preto de merda”.
Ao Metrópoles, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSPSP) informou, em nota, que o capitão-tenente foi preso em flagrante por injúria racial.
“As partes foram conduzidas ao 17º DP [Distrito Policial] e a vítima representou criminalmente contra o autor, que foi autuado em flagrante e entregue à equipe da Marinha”, afirmou a pasta.
A autoridade policial também oficiou o Comando do 8º Distrito Naval e determinou a apresentação do preso à Justiça, para realização da audiência de custódia.
“O racismo no Brasil não é praticado de forma velada, mas sim escancarada, e hoje o que era pra ser apenas mais uma tarde em um dos maiores parques nacionais, o parque ibirapuera, fui vítima de racismo por um oficial da Marinha”, relatou Jagner.
“Olha que controvérsia não é mesmo? Logo de um oficial da marinha, no qual foi ensinado os princípios morais de ética, comportamento e atuação profissional quanto pessoal”, acrescentou.
Em nota, a Marinha do Brasil afirmou não corroborar com o ocorrido e reiterou o firme repúdio a “quaisquer atos de intolerância, prezando para que os preceitos da conduta ético-militar sejam mantidos por seus integrantes dentro e fora de suas organizações”.
METRÓPOLES/montedo.com

Respostas de 30

  1. Em uma briga comum, no momento do calor do momento, é melhor chamar de vagabundo, sem Vergonha na cara e ACÉFALO do que usar esses termos que podem desfocar a realidade do momento e virar em propaganda ideologica feitas por quem não tem moral para nada.

    1. Esse seu corporativismo que é doído. O cara falou bobagem e está errado, tem de responder pela fala racista como qualquer cidadão comum.
      Se ele estava de cabeça quente, e daí? Todos os que cometem atos dessa natureza também estavam alterados e nem por isso eram considerados inocentes.

    2. Não tô lendo isso. 🙄. Se Jotinha da Bahia visse isso iria dizer: ” minha vó me dizia, meu filho tu vai ver vê coisas …”.

    3. Vá estudar seu racista e preconceituoso nojento,enrustido igual a vc tem um monte,já sei que deve se alimentar de feno.
      e vc tem moral ou sabe oque é isso?

  2. Em momentos assim, prefira chamar a força policial e fazer valer seu direito, caso ache que está sendo violado. Afinal vivemos num mundo sob leis. Nunca faça com alguém o que não queremos que façam com a gente, se tivermos esse mantra, nunca entraremos em problemas destes. Tem que tomar uma tolda administrativa, pois se fez isso na rua e filmando imagina dentro da OM em particular. Esse e o espelho tipo da pessoa sem moral.

  3. Esses oficiais estão acostumados a destratar e abusar de suas virtuais “autoridades” em cima de seus subordinados dentro das OM e por isso acham que em local público podem agir da mesma maneira. Ainda mais os da Marinha, sangues azuis por excelência que com o regulamento embaixo do braço que os protege totalmente dentro dos quartéis, pensam que na vida civil, podem agir da mesma forma. Esse é o resultado. Que pague pelo seu delito.

    1. Isso nao é verdade. Existe um período onde é feito a desconstrução do civil que entra no quartel para construir um militar. Passado essa fase, a atividades seguem. Trabalho gera atrito. O que vc tem muitas vezes são pessoas que abusam do seu poder e outros veem e fazem vista grossa. No quartel que eu servia um sub deu um pescoção num soldado. Quando o cmt soube mandou abrir uma sindicância. Se o sindicante resolveu ser corporativista e outro problema. Mas o próprio MPM que deveria atuar de maneira pró ativa, só quer punir soldado desertor.

  4. Eu tenho uma matemática simples ! Está errado! Fica quieto e pede “perdão”. E se tiver certo! Pede desculpa tbem e sorri! Que cara babaca fazer isso! Deu sorte que a vítima era de boa!

  5. Ja ta mais que na hora de fazer um censo nas forcas e checar os percentuais de cada grupo racial.
    Esse negocio de cota racial em concurso tem q ser revisto.
    Se for por cota que seja pelo social.
    Rasgaram a constituicao faz tempo. Essa e a minha humilde opiniao.

    1. O que seu comentário sobre cota racial tem a ver com a notícia? Seria um endosso enrustido e conduta do militar, seja específico e ajude-nos a entender, pois e isso que inferimos pelo seu comentário.

      1. Concordo.
        Não se deve passar pano a qualquer atitude racista e de perpetuação da desigualdade social.
        Ao querer falar mal das políticas de inclusão das pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades para estudar e competir no mercado de trabalho não é justo, a não ser para os que defedem o ciclista.

  6. De onde sera que esse sujeito e? Quem sera que pensa que e? Sera que pensava estar falando algum praca no quartel? Nao viu que nao deveria estar pedalando la? E ai vai ser “aconchambrado” tambem so porque e oficial? Como sera que sera visto por seus colegas de trabalho apos uma fala infeliz dessa?

  7. É óbvio que não podemos generalizar, mas os de “galões” ou “estrelados”não suportam serem chamados a atenção no trânsito pou em outros setores fora da caserna mesmo estando errados. Não sei como ele não vociferou aquele conhecido mantra “apavoneado”: “Vc sabe com quem está falando?”
    Agora “dançou”, “ajoelhou”, tem que rezar!

  8. Deve ser Juruna da MB.
    A edição das matérias de hoje em dia são assim, vivem cometendo erros.
    Onde se lê “oficial da Marinha…”.
    Errata: cabo juruna mínimos.

  9. Esse sujeito não pode fazer parte de uma Conselho de Sentença da JMU, pois imagine uma Praça negra ser julgada por ele? Vai ser condenada apenas pela cor da pele. A Marinha já escolhia melhores seus oficiais.

    1. Que comentário idiota.
      Esse sujeito e todos que compõem estes júris pensam da mesma forma.
      Apenas seguram a onda.
      Se fosse escalar, nomear membros que pensam diferente, iria faltar titulares na FAB, EB e MB.
      Esse tal sujeito toxina só fala asneiras, fica aqui o dia inteiro, comentando asneiradas.
      Mais um recalcado de plantão.

      1. Todo mundo aqui que comentou, exceto o segundo, foram todos contrários as atitudes da pessoa e vem você falar somente de mim e ainda insinua que eu e todos teríamos a mesma conduta? Vá se tratar idiota, já está indo além da sua conta em suas constantes falas. Você e um recalcado e pela sua fala, apoia a atitude criminosa.

  10. No Brasil tem um ditado que diz que: “a oportunidade faz o ladrão”. Eu já acho que a oportunidade revela o ladrão, pois quem não é ladrão não vai roubar só porque apareceu uma oportunidade. Digo isso, porque é justamente no calor de uma discussão que um racista enrustido se revela.
    Foi no calor de uma discussão, com um amigo negro igual a mim, que um sujeito que frequentou minha casa, comeu da minha comida e bebeu da minha bebida, ofendeu meu amigo e a mim que nem era parte na discussão. Após esse caso comecei a perceber que racismo é inerente, ou seja, é praticado, quase que majoritariamente por uma etnia específica.
    Quando você ouvir falar de caso de racismo, basta olhar quem foi que praticou o racismo e você irá saber de que etnia estou falando, mas se você for um cidadão com um QI médio já sabe de qual estou falando.
    Depois do caso que citei acima a solução foi cortar contato, mesmo diante de pedidos de “desculpas”, processar o sujeito (ganhei a causa, óbvio) e comprar uma arma. Hoje tenho posse e porte, pois não vou se pego desprotegido por um racista de merda.

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