Jovem é encaminhado para a delegacia por se passar por militar do Exército
Militar desconfiou da barba e cabelo fora do padrão exigido pelo Exército
Clayton Neves e Priscilla Peres
Campo Grande – Um jovem de 21 anos foi parar na delegacia na manhã deste sábado (03), por se passar por um militar do Exército Brasileiro. Totalmente fardado e mentindo ser 3° sargento, ele foi ‘desmascarado’ por um militar que desconfiou da barba e cabelo fora do padrão exigido.
De acordo com a polícia, o jovem desceu de um ônibus em à Base Aérea, com a farda militar da cabeça aos pés. Sua identificação mostrava que era 3° sargento do Exército. Porém, um militar que fazia a guarda no local desconfiou ao ver que o rapaz estava com a barba por fazer e o cabelo comprido, fora do padrão do Exército.
Desconfiado, puxou assunto com o jovem que disse ser 3° sargento militar, mas se negou a apresentar a carteira funcional. Equipe da 5ª companhia da Polícia Militar esteve no local e levou o jovem para a delegacia.
Ele contou que já serviu ao Exército como soldado e estava indo para uma partida de Paintball. O caso foi registrado como contravenção penal.
midiamax/montedo.com
Respostas de 11
Esse é que é o verdadeiro “tabajara” e babaca. Díz ter servido ao Exército como soldado,mas agora fardado de sargento(sargento de fancaria)fez suas próprias regras: barbudo e cabeludo. Risível!
Deve ser o cabo maximus ridículos.
Procure urgentemente um psiquiatra, pois está com a saúde mental afetada.
Gosta da FFAA? Ok, mas se quiser usar fardamento completo que faça o concurso, passe pela escola respectiva e depois use, mas honre cumprindo os ditames referentes a apresentação pessoal: cabelo e barbas feitos e uniforme alinhado.
Lições aprendidas na fiscalização da prova da ESA ocorrida ontem (05Set22):
1 – Há muitos avisos para serem lidos para os candidatos. Avisos que deveriam estar escritos numa folha anexada à própria prova. É uma prova para jovens e adultos plenamente alfabetizados, não é para crianças, logo, não caberia a ação paternalista do Aplicador ter que ler para o candidato. A correta leitura e interpretação do conteúdo dos avisos/alertas pelos próprios candidatos já faz parte do teste da capacidade cognitiva e intelectual do mesmo. A partir do momento em que a ESA atribui essa responsabilidade ao Aplicador, dá margem para que qualquer falha em tal aviso seja creditada ao Exército num caso de questionamento judicial. ESA, mude isso ! Não é uma prova para crianças ingressarem no Colégio Militar.
2 – Ter que obrigar o Aplicador a preencher duas vias do RAP (Relatório de Alterações na Prova), a primeira cópia para ser entregue às 13:30, e a segunda ao final, toma muito. Tempo que deveria ser usado para fiscalizar os candidatos. Bastaria a informação dos candidatos faltosos ser enviada às 13:30 no RAP para a CAF e depois a mesma ser devolvida aos Aplicadores para a continuação do preenchimento.
3 – O lacre do envelope de restituição dos cartões de respostas e de redação era horrível, pois já estava dentro da pasta polionda com várias travas quebradas, inclusive o lacre estava quebrado ao meio por ter sido dobrado para caber dentro da tal pasta.
4 – A ESA impõe que os Aplicadores escrevam uma pequena redação com avisos no quadro negro para os candidatos lerem. Cada aplicador tem uma caligrafia diferente, nem todos possuem uma boa caligrafia. Tal ação demanda tempo precioso e o conteúdo do aviso já deveria estar contido num texto informativo dentro da prova. Não é uma prova para crianças ingressarem no Colégio Militar, é uma prova para adultos.
5 – Dois dias, o primeiro só para reunião e colagem das etiquetas nas carteiras onde sentarão os candidatos e reconhecimento do local da prova pelos Aplicadores e Fiscais, e o segundo para a aplicação da prova, representam muito gasto de recursos (diesel e comida). Seria melhor que os portões só abrissem para a entrada dos candidatos às 10h, o início da prova às 13:30h e a reunião e a colagem das etiquetas ocorressem entre 7h e 9:30 do domingo (dia da prova). É assim que funciona nas instituições civis que aplicam provas de concursos públicos.
6 – ESA, volte a adotar os envelopes coloridos. Facilite ao máximo os procedimentos para os Aplicadores e Fiscais, sem processos redundantes ou desnecessários. Alie segurança à simplicidade.
7 – As questões relativas a identidades vencidas dos candidatos, identidades digitais e fotos na IDT da época em que o candidato era criança já deveriam estar contidas no edital.
8 – Os cadernos de prova dos candidatos faltosos deveriam ser recolhidos logo após o início da prova, de modo a evitar ou reduzir a possibilidade de que Aplicadores e Fiscais pudessem ter a oportunidade de fotografar as questões (p.ex. dentro do banheiro) e divulgá-las para terceiros para a confecção de gabaritos logo no início da prova. Mas não, a preocupação é somente com a entrega dos cartões de resposta às 13:30.
9 – A ausência de detector de metais possibilita o uso de equipamentos de comunicação discretos (ponto eletrônico) pelos candidatos que pretendam burlar o certame.
Meu vizinho quando fiscal, leu as orientações e um candidato resolveu perguntar por algo já dito. Recebeu um “Estejam atentos” e não deu atenção ao abobado.
Em outro concurso, o abobado levou “comprimidos para despertar a atenção”. O fiscal catou e jogou ao lixo e emendou: “Pode reclamar e ser desclassificado, se quiser”
Mais uma: o abobado chegou sem caneta e pediu uma ao fiscal. Ele negou.
Olha, neste caso aí e melhor contratar uma empresa para conduzir o certame, aliás o que as FFAA já deveriam fazer a séculos, além da economicidade e lisura, nao teriam dores de cabeça.
Esse caso deve movimentar a JM durante os próximos anos, muitas reuniões e milhares de páginas, no fim , o garoto vai ser condenado a forca pelo delito cometido…
Será que é paintball ?
Sem teoria da conspiração. Poderia ser um desses que tentariam passar pela guarda fazer um videozinho e depois jogar nas redes para ridicularizar as FFAA.
Paintball??? Tá de sacanagem!!!! Taquepariu!!! Toda organização de praticantes de paintball proibe o uso de uniformes cmf das FFAA entre seus praticantes, justamente pra não incorrerem em crime.
Quem abordou foi um cabo que passava pelo local. O cb não estava de serviço e é do exército