Chefe de Divisão de Inteligência do Exército, coronel bolsonarista Ricardo Sant’Anna publicou diversas fake news sobre as urnas eletrônicas
Eduardo Barretto
O Ministério Público Militar (MPM) descartou investigar o coronel bolsonarista Ricardo Sant’Anna, que no início do mês foi expulso pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do grupo de militares que fiscalizará a eleição. Sant’Anna foi retirado do cargo por ter publicado diversas fake news contra as urnas eletrônicas em suas redes sociais.
As mentiras do chefe da Divisão de Sistemas de Segurança e Cibernética da Informação do Exército contra a eleição foram reveladas no último dia 5 pelo repórter Bernardo Lima, da coluna de Rodrigo Rangel.
Segundo a avaliação do MPM, Sant’Anna não cometeu crimes militares nesse episódio. Após uma análise preliminar, os procuradores consideraram que Sant’Anna não usou a estrutura militar para compartilhar as fake news. Assim, a expectativa é que o caso seja investigado pelo Ministério Público e julgado pela Justiça Comum.
Guilherme Amado(METRÓPOLES)/montedo.com
Respostas de 15
Nem vou comentar sobre ginástica mental jurídica. Mas estou rindo! 🤣🤣🤣🤣
Parei de ler em “Chefe da Divisão de Inteligência” kkkk
Quando vejo alguém criminalizar fakenews, não tipificado no ordenamento jurídico, reflito aonde fomos parar, quanta insanidade.
Eu, que sou especialista em direito, tal como o Maximus juridicus, observei várias discrepâncias neste processo. É inadmissível que pessoas que disseminam estas “fake news” saiam impune. Já cansamos deste discurso de ódio propagado por esta pseudo direita. Nós devemos disseminar o discurso do amor contra o ódio. Devemos pensar que somos livres para escolhermos nossa opção sexual. Devemos pensar que as mulheres também tem direito de não depilar as axilas e as pernas. Devemos pensar que, ao contrário do que este presidente pensa, um ser humano que cometeu um desvio de conduta ou crime é, antes de tudo, um ser humano, a quem são asseguradas diversas garantias constitucionais. Devemos pensar que o racismo está arraigado em nossa sociedade e nós, brancos privilegiados, temos uma dívida histórica e precisamos reparar aquilo que nossos antepassados fizeram de errado. Devemos pensar que este governo atual é retrógrado e incapaz de se adaptar aos nossos tempos modernos. Nós, especialistas em direito, fomos os primeiros a perceber que este desgoverno é inepto e desconhecedor dos direitos individuais de seus cidadãos e devemos, em uníssono, lutar, dentro da legalidade, contra estas aberrações às quais somos obrigados a engolir em seco.
Bem, o senhor ao invés de escrever “invidia” agora está plagiando meu pseudônimo e escrevendo palavras e pensamentos que não os meus. Para de ficar inventando histórias e vá estudar e se educar. Aliás, melhor nascer de novo, porque nesta encarnação saiu todo errado!
Ass: verdadeiro Toxóide contra toxina.
Estou sendo plageado por invejosos, os quais tiveram a capacidade de mandar-me estudar, logo eu, doutor em ciências jurídicas. Não dispensem atenção aos falsários que, injustamente, tomaram para si meu apelido. Aliás, por qual motivo todo ignorante, quando confrontado, usa o jargão “vá estudar”? Seria uma forma de se autoafirmar, tendo como objetivo maquiar uma deficiência intelectual? Fica a pergunta para a reflexão. Ademais, esqueci de algo importante: em outubro vai dar o Mito. Não aceite imitações apenas o produto original!
🥱🥱🥱🥱🥱🥱
Não seria plagIado ao invés de plagEado? O bom vernáculo nacional diz que sim. Você plagia mal, Hem! 😲
Especialista em direito ou especialista piadista? Caro sugiro o senhor melhorar sua argumentação e não pode parafrasear os outros. Passar bem!
Sem novidades! O mesmo deve, repito deve, ocorrer na esfera civil, pois este ser não cometeu nenhum delito, porém não apresenta condição de imparcialidade exigida para assumir tais funções na comissão. Já aviso de antemão, se vier bolsolóide me responder vai ficar no vácuo.
Um detalhe, não está no padrão do Blog e dos “ex-combatentes” assíduos visitantes da website.
Nenhum militar da velha guarda não está acostumada com tal comportamento bestial.
E se fosse um sargento, hein!????
dos 11 comentários, 7 são dessa bestialidade, dessa toxina
inaceitável
Se fosse um sargento já estava com uma FATD nas mãos para responder. E o argumento para a punição seria esse, foi publico, manchou a imagem da instituição, tem que servir de exemplo para os outros.
O MP Militar mais uma vez passando pano. O negócio do MP Militar é punir soldado desertor, que não dá trabalho. De tenente para cima, é uma passada de pano, passa melhor que flanelinha.