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Campo Grande (MS) – No período de 18 a 27 de julho, as Forças Armadas, em cooperação com os Órgãos de Segurança Pública e Fiscalização (OSFP), executaram atividades da Operação Ágata Conjunta Oeste 2022 ao longo de toda a linha de fronteira dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que corresponde a 2.523 quilômetros.
As ações, conduzidas pelo Ministério da Defesa, contam com a participação da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB) e da Força Aérea Brasileira (FAB), em cooperação com os diversos órgãos federais e estaduais: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Militar Ambiental, Agências Estaduais de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, Delegacias de Repressão de Crimes de Fronteira, ABIN e MPF.
Além da missão primária de intensificar a presença do Estado na região de fronteira, a Operação promove ações preventivas e repressivas contra ilícitos transfronteiriços e crimes ambientais e fortalece a interação entre os diversos órgãos de segurança pública participantes.

Emprego de meios e atividades realizadas
Ao todo, foram empregados, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, cerca de 4.230 militares das Forças Naval, Terrestre e Aérea, mais de 730 agentes de OSFP, além de 268 viaturas (13 blindadas), que percorreram cerca de 80 mil km; 41 embarcações (seis navios), que navegaram mais de 3.700 km; e 17 aeronaves, que somaram 81 horas de voo durante a operação.
Com o emprego de meios navais, terrestres e aéreos, foram executadas operações preventivas e repressivas, tais como patrulhamentos fluviais e terrestres; inspeções navais; estabelecimento de postos de bloqueio e controle de estradas e de vias fluviais; revista em veículos e embarcações; missões de defesa aérea; missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento; transporte aero logístico; e lançamento de carga. Todas as ações foram pautadas no trabalho de cooperação aos demais órgãos de Estado e no rigoroso respeito aos diplomas legais.
Como resultados tangíveis, destacam-se as apreensões expressivas de maconha e cocaína, que causaram um prejuízo de milhões ao narcotráfico. Ao longo de 10 dias de cumprimento das ações, somam-se aos resultados apreensões de aeronaves, agrotóxicos, contrabandos e veículos, além de prisões, veículos recuperados e autuações por pesca ilegal no Rio Paraguai.

Pré-Ágata
No período de 1º a 17 de julho, foram realizadas atividades de fiscalização e repressão contra o crime organizado, no contexto de Pré-Ágata. No período, também foram apreendidas toneladas de cocaína e maconha, além da apreensão de outras drogas e de contrabando.

Cooperação Bilateral Brasil-Paraguai
Pela primeira vez, Paraguai e Brasil atuaram, de forma combinada e em cooperação no combate ao crime organizado transnacional. A Operação Basalto (e Pré-Basalto) também realizou intervenções de diversos tipos ao longo da fronteira compartilhada, com resultados bastante expressivos. No período, foram apreendidas toneladas de maconha e cocaína.

Ações Cívico-Sociais
Como parte das ações da Operação Conjunta Ágata Oeste, o Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Tenente Maximiano” realizou, de 21 a 24 de julho, atendimentos médicos e odontológicos em Porto Murtinho, no sul de MS, na fronteira com o Paraguai.
No total, as três forças realizaram 404 atendimentos médicos-odontológicos, 228 exames e distribuíram 62 kits odontológicos à população.
Fonte: Comando Conjunto Oeste
DefesaNet/montedo.com

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