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Paulo Chagas*
Caros amigos
A insegurança é inerentes a qualquer sistema eletrônico. Ninguém pode negar esta afirmação sem correr o risco de ser taxado, no mínimo, de desinformado ou de mentiroso!
Nós, pobres mortais, podemos valer-nos do direito à plena confiança no que nos é oferecido como confiável para dizer aos senhores Ministros do STF e do TSE que “nós podemos até crer na eficiência do sistema eletrônico de apuração da vontade popular, mas QUEREMOS ACREDITAR MUITO MAIS do que nos querem fazer crer”!
Por que os senhores Ministros do STF querem impedir-nos de fazê-lo? O que é mais valioso do que a CONFIANÇA ABSOLUTA do povo no processo de escolha dos seus dirigentes e representantes?
A negativa a este desejo nos permite e até estimula a pensar que há INTERESSES INCONFESSÁVEIS em jogo e que a manutenção de possibilidades de fraudes, mesmo que ínfimas, faz parte deles!
Cabe, portanto, perguntar-lhes ainda: “Quanto vale a plena confiança dos que têm o poder de escolha? Custa mais ou custa menos do que nos têm custado a corrupção e a sua impunidade? Quanto valem o benefício da fé pública e a garantia de tranquilidade e de ordem diante dos resultados?
Que os Supremos JUÍZES respondam a estas e outras perguntas antes de negar-nos o direito de acreditar plenamente no sistema pelo qual pagamos e para o qual temos sido convocados a cada dois anos!
A coerência é fun[d]amental e não tem partido!
*General de Brigada R1

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