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Nota do editor
Que tempos são esses, em que sou obrigado a concordar com esse pigmeu moral?

Ex-ministro, Amorim diz: “Defesa não tem nada que falar sobre eleição”
Ex-ministro da Defesa em parte do governo de Dilma Rousseff, Celso Amorim afirmou que Forças Armadas não têm o direito de fazer imposições

Guilherme Amado
Edoardo Ghirotto

O embaixador Celso Amorim, ex-ministro da Defesa em parte do governo de Dilma Rousseff, afirmou em entrevista à coluna que a pasta não deve se envolver na organização das eleições e que as Forças Armadas não são especialistas em questões eleitorais para participar do pleito.
“O Ministério da Defesa não tem nada que falar sobre as eleições. As Forças Armadas, tradicionalmente, ajudaram na segurança pública, mas cada um tem a sua especialidade, cada um tem o seu conhecimento. Elas não têm que impor nada. É a mesma coisa que eu, como embaixador, chegar em uma igreja e dizer que eu vou realizar a missa, mas eu não sei nada sobre seminário, eu não sei nada daquilo. É um absurdo”, declarou Amorim.
O ex-chanceler disse ter “muito apreço pelos militares” e que mantém “bons amigos” nas Forças Armadas, mas que a defesa da soberania brasileira é a única função que cabe aos militares.
“Tenho muito respeito, acho que eles têm muita capacidade, mas eles não têm que opinar sobre o que não é deles. É como se o juiz do TSE fosse dizer para o coronel por onde ele tem que atirar. Eles têm o dever de nos defender, mas cada um tem seu poder constituído. No caso das eleições, o poder é o Judiciário, por meio do TSE”, afirmou. Leia mais.
METRÓPOLES/montedo.com

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