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Militares fabricaram medicamento por determinação de Bolsonaro e alegam que vão usá-lo para atender tropas

Mais de 82 mil comprimidos de cloroquina 150 mg – comprovadamente ineficaz contra o Covid-19 – ainda estão estocados no Laboratório Químico Farmacêutico do Exército (LQFEx). O custo para aquisição de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) – Cloroquina foi de aproximadamente R$ 928.800,00.
Na praça, o medicamento é vendido em farmácias para combate a malária, conforme a bula de seus fabricantes.
Procurado, o Exército confirmou a informação apurada pela Coluna de que o prazo de validade do medicamento em estoque é junho de 2022. O estoque remanescente, alega a Força, “está disponível para atender às demandas internas, conforme prescrição médica, e eventuais solicitações de outros órgãos”.
O medicamento começou a ser produzido pelo Exército por pressão do presidente Bolsonaro, que fazia apologia sobre suposta “eficácia” no tratamento de covid.
Coluna do Mazzini(ISTO É)/montedo.com

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