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A nomeação de Fernando Azevedo e Silva para o cargo de diretor-geral do TSE sepulta de vez o discurso falacioso e oportunista de Bolsonaro sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, através das quais o “mito” vem sendo eleito sucessivamente desde 1998.
O general terá sob o seu comando a secretaria de tecnologia, responsável pelo desenvolvimento de softwares utilizados pelo tribunal.

Mui amigo
Vocês lembram: em março, Azevedo foi escorraçado do governo pelo amigão Bolsonaro. O objetivo final do “mito” era desalojar Edson Pujol do comando do Exército, nomeando um general mais moderno para a Defesa. Braga Netto se dispôs a fazer o serviço sujo. A ação provocou uma crise militar sem precedentes desde a redemocratização do País, em 1985.

Competência descartada
Ao dispensar Azevedo, Bolsonaro abriu mão de um quadro reconhecido pela competência e habilidade política, cuja presença no TSE forçará o ex-chefe a procurar outros moinhos de vento para atacar. E a vida segue.

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