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Justiça Eleitoral deve pedir reforço da PF e do Exército para eleição em Coari
Segundo o juiz Fábio Alfaia, da comarca de Coari, o reforço deve chegar duas semanas antes da realização da votação, marcada para 5 de dezembro

JEFFERSON RAMOS
Coari (AM) – A Justiça Eleitoral considera pedir reforço da Polícia Federal (PF) e do Exército Brasileiro para auxiliar na segurança da eleição suplementar a prefeito de Coari. Segundo o juiz Fábio Alfaia, da comarca de Coari, o reforço deve chegar duas semanas antes da realização da votação, marcada para 5 de dezembro, para atuar na repreensão de crimes eleitorais.
“Segundo foi informado o TRE-AM está em conversas com a Secretaria de Segurança Pública para aumentar o efetivo da Polícia Militar e Polícia Civil para o mês de novembro, que é o mês da campanha eleitoral. E obviamente o aumento, se necessário for a vinda do Exército para o dia da votação, conforme é natural em eleições no interior”, disse Alfaia durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira.
Alfaia destacou que os crimes eleitorais mais cometidos são a compra de votos e o transporte irregular de eleitores. Nas eleições do ano passado, cerca de 1.500 militares do Exército em pelo menos doze municípios do Estado.
Coari contava na lista de 41 municípios que tiveram, no ano passado, o pedido de tropa federal concedido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A exemplo de outras cidades do interior do Estado, Coari apresenta histórico de tensão nos dias de eleição. No pleito de 2020, um evento de campanha do candidato Robson Tiradentes (PSC) foi alvo de tiros.
Na época, o candidato do PSC afirmou que não consegue precisar se os disparos foram feitos em sua direção. Ele complementa que sabia que a qualquer momento “isso podia acontecer”.
No início da semana passada, o pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) aprovou o calendário das eleições de Coari. As convenções partidárias são o primeiro grande evento do pleito.
No último dia 7, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou decisão do Tribunal Regional do Amazonas (TRE), de dezembro do ano passado, e cassou Adail Filho. Não cabe mais recurso à decisão. A Justiça Eleitoral entendeu que a eleição de Adail configurou o terceiro mandato consecutivo dentro do mesmo núcleo familiar.
acritica/montedo.com

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