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Outubro inicia com a perspectiva da aguardada definição do local de instalação da nova Escola de Sargentos do Exército. O processo de implantação foi deflagrado em 2019, sob a coordenação do general Joarez Alves Pereira Júnior. Três cidades permanecem na disputa: a gaúcha Santa Maria, a paranaense Ponta Grossa e Abreu e Lima, na Grande Recife.
Pelo cronograma previamente definido, o resultado seria divulgado após a última Reunião do Alto Comando do Exército (RACE), realizada no início de agosto. Por motivos não esclarecidos, não houve definição e o assunto voltará à pauta na próxima RACE, que ocorrerá de 18 a 22 de outubro.
Segundo fontes ligadas ao Alto Comando, o adiamento da definição teve um motivo principal: o impasse entre o governo do Paraná e o MST para a retirada do acampamento ‘Emiliano Zapata’ das terras da Embrapa, localizadas na zona rural de Ponta Grossa. O local foi oferecido pelo governo de Ratinho Júnior ao Exército para as futuras instalações. Segundo informou o jornalista Leandro Mazzini, governo estadual e MST chegaram a um acordo no início de setembro e os agricultores sem-terra dividirão espaço com a nova escola.

Achômetro
É especulação, mas nem tanto: o adiamento sinaliza para a escolha de Ponta Grossa, uma vez que os projetos de Recife e Santa Maria estão finalizados há muito tempo.
Além disso, há um componente político que não pode ser desprezado: o alinhamento de Ratinho Júnior ao governo Bolsonaro e a perspectiva do gaúcho Eduardo Leite ser o candidato da “terceira-via” nas eleições presidenciais.
Se tivesse que apostar, colocaria muitas fichas na cidade paranaense.

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