Paulo Chagas chegou a declarar recentemente que o presidente não teria mais capacidade para cumprir as promessas que o elegeram em 2018
Caio Barbieri
Após indicar no último fim de semana que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não teria condições de cumprir promessas que o elegeram, o general Paulo Chagas direcionou, nesta terça-feira (14/9), os ataques ao relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, senador Renan Calheiros (MDB).
O militar da reserva criticou as recentes declarações dadas pelo congressista sobre as denúncias de crime da “rachadinha” contra integrantes do clã Bolsonaro, investigado por se apossar de parte dos salários de seus servidores comissionados.
“É repugnante ouvir o senador Renan Calheiros condenar a imoralidade que envolve os negócios com dinheiro público e a impunidade protagonizada pela Justiça diante dos ilícitos que comumente os acompanham. O roto [corrompido] falando dos esfarrapados!”, escreveu o general.
Veja a publicação:
É repugnante ouvir o Sen Renan Calheiros condenar a imoralidade que envolve os negócios com dinheiro público e a impunidade protagonizada pela justiça diante dos ilícitos que comumente os acompanham.
O roto falando dos esfarrapados!— General Paulo Chagas (@GenPauloChagas) September 14, 2021
METRÓPOLES/montedo.com
Respostas de 5
Vai ser chamado para depor na CPI do Renanratão…….kkkk
Mito até 2026
Mas a verdade tem que ser dita, doa a quem doer.
Sapo barbudo de 9 ligeiros dedos para contar as novas cédulas de 200 reais: – a alma mais honesta do país.
Renan Calheiros: – segunda alma mais honesta do país.
Com certeza o Renan, aliás que é cria do pai da Tebet, nunca fez rachadinha.
MUDANÇAS MANTENDO PRIVILÉGIOS?
Nenhum governo se mantém sem apoio popular. Sem o aprovo do povo nada pode ser mudado.
E como contar com o aopio de um povo faminto e que testemunha a manutenção de privilégios descabidos?
Criam teto salarial, mas permitem que dirigentes e altos funcionários de estatais recebam mais de seis vezes o valor do teto. Basta ver o salário do presidente e dos diretores da Petrobras, Caixa Econômica Federal e de todas as outras estatais.
Até no pagamento do Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados a tabela de isenção é diferente e os ganhos só são tributáveis a partir de 6.000 reais. Já os militares pagam Imposto de Renda a partir de 1.900 reais.
Os gastos com o Legjslativo e o Judiciário são desproporcionais. Diminuir o percentual dos repasses e aplicar o dinheiro na infraestrutura do país a fim de fomentar desenvolvimento.
Um governo que sabe existir mais de 50 milhões de brasileiros passando fome e não se anima a terminar privilégios não pode sequer pensar em contar com apoio popular para implementar mudanças.
Inácio Augusto de Almeida.