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Marcelo Batista Costa teve sigilos quebrados pela CPI da Covid; ele assinou como testemunha contrato, hoje sob suspeita de corrupção, para comprar doses da Covaxin por R$ 1,6 bilhão

A defesa do tenente-coronel Marcelo Batista Costa tenta reverter no STF a quebra dos sigilos telefônico, telemático, bancário e fiscal que lhe foi imposta pela CPI da Covid, informa Ana Viriato na Crusoé.
Batista Costa atuou como coordenador-geral de Execução Orçamentária e Financeira do Ministério da Saúde entre junho de 2020 e abril de 2021.
A CPI quebrou seus sigilos depois de constatar que ele assinou como testemunha o contrato firmado entre o ministério e a Precisa, representante da Bharat Biotech no Brasil, para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin por R$ 1,6 bilhão. O acerto está sob suspeita de corrupção.
O Antagonista/montedo.com

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