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General de Exército Luiz Eduardo Ramos, 48 anos de serviço ativo, “ensinando” noções de disciplina a paisanos:
“Em qualquer transgressão disciplinar, de soldado a general, são analisadas as condicionantes da transgressão e a pessoa do transgressor. O comandante do Exército, ao analisar a história de vida do Pazuello, considerou que aquele fato não se constituiu transgressão.” (Entrevista ao jornal O Globo)

Leitor do blog, ministrando uma lição básica de RDE para recrutas:
“Todo mundo sabe que a “pessoa do transgressor” é usada tão somente na hora de determinar a punição a ser aplicada, mas não para decidir se houve ou não transgressão. Uma vez que ficou constatado que houve transgressão, o histórico do militar transgressor será considerado na hora da definição da punição disciplinar, que vai de advertência a prisão. Qualquer militar sabe disso, pois isso é basilar.”

De quebra, um conceito primário de direito penal:
“O Ministro Ramos, ao dizer que “(…) o comandante do Exército, ao analisar a história de vida do Pazuello, considerou que aquele fato não se constituiu transgressão”, ou mentiu, ou realmente acredita que a “história de vida” de uma pessoa é fator determinante para decidir se o FATO (seja ele um crime, seja ele uma transgressão disciplinar) aconteceu ou não – o que, por si só, é absurdo, pois seria suficiente para absolver qualquer réu primário, por exemplo.”

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