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General da ativa, o ex-ministro foi convocado para falar na CPI sobre as falhas na sua gestão, como civil, na Saúde

Robson Bonin
O ex-ministro Eduardo Pazuello não está disposto a repetir o comportamento acuado e nervoso de Ernesto Araújo na CPI da Pandemia.
General da ativa, o ex-ministro da Saúde rejeitou o auxílio de assessores que pretendiam treinar suas respostas na comissão e confidenciou a aliados que pretende surgir na CPI envergando a chamada túnica verde oliva, o fardamento do Exército.
O ex-ministro foi aconselhado a não usar a farda porque o ato soaria como provocação aos senadores. Pazuello, no entanto, retrucou, segundo um aliado, dizendo que há uma regra na caserna sobre como o militar deve se vestir em eventos oficiais e que é preciso lembrar aos senadores que ele não é um ex-ministro qualquer. É um general do Exército.
“É uma forma de o Pazuello lembrar a todos que é general do Exército e que o Renan é o Renan”, diz um aliado do ex-ministro.
RADAR(Veja)/montedo.com

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