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Juliana Dal Piva
Colunista do UOL

O general de Exército Décio Luís Schons, atual chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), foi chamado para uma reunião amanhã com o ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Assessores do Palácio do Planalto ouvidos pela coluna dizem que ele deve ser escolhido como o novo comandante do Exército.
Schons é da turma de 1979 da Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) e era o general mais antigo da Força na lista de substitutos para o ex-comandante do Exército Edson Leal Pujol.
Até pouco tempos atrás, o nome do general Marco Antônio Freire Gomes, atualmente no Comando Militar do Nordeste, era o mais cotado e a preferência do presidente Jair Bolsonaro. Mas Freire Gomes tinha como problema o fato de ser um dos generais mais “modernos” no Exército e ter outros seis generais mais antigos na Força do que ele. Uma nomeação dele para o comando do Exército representaria uma quebra da hierarquia, que é uma base importante para todos os militares, como também é a disciplina.
Pujol é da turma formada em 1977. Já Braga Netto é da turma de 1978. Se Schons for escolhido, o problema de hierarquia não existirá mais já que ele é de uma turma posterior a de Braga Netto.

Cotado
O general Schons também é integrante do Alto Comando do Exército. Ele é gaúcho de Tupanciretã e ingressou nas fileiras do Exército em 1973, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx). A arma dele também é cavalaria.
Como Oficial-general, comandou a Escola Superior de Guerra, a 2ª Divisão de Exército e a 6ª Brigada de Infantaria. Foi também Diretor de Avaliação e Promoções, no âmbito do Comando do Exército, e Diretor do Departamento de Desporto Militar, Subchefe de Política e Estratégia e Subchefe de Assuntos Internacionais, no Ministério da Defesa.
UOL/montedo.com

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